Ponto e Vírgula - Paula Barbosa Ocanha
21/06/2010 - 17:41
 


Hoje vou publicar a resenha de um livro que eu achava que seria incrível, mas que decepcionou um pouco.

Aproveito para explicar que vou começar a dar nota para as obras, de 1 a 5, sendo 1 (*) para um livro ruim ou fraco; 2 (**) para um livro bom, mas que poderia ser melhor; 3 (***) para uma história ótima, e que cumpriu sua função como obra literária; 4 (****) para um livro excelente, e 5 (*****) para aquela história que é excelente, mas que, de alguma forma, conseguiu surpreender.

Quero lembrar que essa é uma escala de notas opinativa, e qualquer leitor que discorde do que foi publicado tem o direito de dar sua própria avaliação nos comentários, usando essa escala ou não.

"O Guardião de Memórias", de Kim Edwards, traz uma história muito comovente. No inverno de 1964, uma violenta tempestade de neve obriga o Dr. David Henry a fazer o parto de seus filhos gêmeos, Phoebe e Paul. O menino nasceu primeiro e é perfeitamente saudável. A menina, porém, tem sinais irrefutáveis de Sindrome de Down, e Henry, assombrado por lembranças dolorosas do passado, toma uma atitude que mudará a história da família para sempre.

Caroline, a enfermeira que ajudou Dr. Henry no parto dos gêmeos, recebe ordens do médico para levar a menina para adoção. Henry, por sua vez, diz à mulher que Phoebe morreu. E então, a enfermeira, sensibilizada com a situação, resolve criar a menina como filha.

Nesse momento você para e pensa: opa! já vi essa história em algum lugar. De fato, Manoel Carlos abordou essa questão em Páginas da Vida. Não assisto novela, mas parece que a temática era um pouco diferente.

A história chama atenção e aguça a curiosidade do leitor. Não fosse por uma "falha" da escritora o livro seria ótimo. A narração é excessivamente detalhada e lenta. A história não tem ritmo e, em alguns capítulos, chega a ser enfadonha.

Kim Edwards é uma escritora excelente e possui uma narração impecável. Porém, o desenrolar da história é prejudicado pelos longos capítulos detalhados. Isso, na minha opinião, não prende a atenção do leitor. E vocês, o que acharam?
COMENTÁRIOS
 Em 08/01/2013, 10:51, Mikella Negrão disse:
O livro de fato é meio enrolado, mas eu adorei a história toda, e isso não prejudicou a leitura, pois me interessei bastante!
 Em 08/10/2012, 10:26, Bia disse:
Nossa esse livro foi um dos piores livros que eu já li na vida, chato, sem emoção. Não tive nenhuma pena e nem me envolvi com os personagens, só queria acabar logo pra pode rler outra coisa. Não recomendo pra ninguém essa chatice!
 Em 27/06/2010, 00:15, Miguel Ocanha disse:
Que tal dar notas pras resenhas publicadas antes de vc adotar a classificação? Ajuda os indecisos (como eu) a escolher entre as obras... Bjo!
 Em 25/06/2010, 17:34, PrizinhA disse:
Concordo plenamente Pah! Achei a mesma coisa! Quase desisti no meio, porque realmente já estava me chateando com tantos detalhes! Só continuei pq estava mesmo curiosíssima para saber o final! Que, aliás, também me decepcionou um pouco! É um bom livro, mas não está entre os melhores.
 Em 24/06/2010, 17:44, Fernanda Neme disse:
Amigaaaaarrasouuu!! Que legal! Vou entrar sempre pra ler! beijãoooo
 Em 24/06/2010, 11:07, Judite disse:
Eu adorei esse livro! Acho que ele merece pelo menos 3!
 Em 22/06/2010, 08:56, Nilsa disse:
Também achei que seria mais interessante, mais envolvente, mas foi uma leitura morna, fora das minhas expectativas. Nota 3.
 Em 22/06/2010, 03:35, Edison disse:
Não tenho lido os livros que aqui vocEapresenta, mas leio as resenhas para ficar imaginando.
 Em 21/06/2010, 18:32, Silvia disse:
Eu também achei isso!!! engraçado q ateh pensei q era chatice minha... mas é lento mesmo! mas, eh um bom livro! adoro o blog
COMENTE ESTE POST
Nome
Email
Site
Comentário
 Caracteres restantes : 2000
Paula Barbosa Ocanha
 
Paula Barbosa Ocanha, ou 'Setembro', é jornalista, tem 23 anos e é apaixonada por leitura. Não importa se o livro é brasileiro, estrangeiro ou intergalático. Clássicos da literatura, romances, suspenses e histórias de mulherzinha ocupam o mesmo espaço na estante, sem preconceitos. Aliás, não precisa nem ser livro. Gibis, revistas e bulas de remédio também servem, quando não tem nada novo para ler! Nesse espaço, a jornalista divide sua opinião sobre os best-sellers que saem no mercado editorial.



ARQUIVO
Mês
Ano
PUBLICIDADE