Falando de Literatura - Isabel Furini
18/06/2013 - 10:54
 
O jornalista Willy Schummann lança o seu primeiro romance, "Cidade dos Monges" (Editora LivroNovo 166 p.), e escolhe o assunto mais difícil para ser o centro de um livro ficcional nos dias atuais: o amor. Tanto se tem escrito sobre o amor desde a época do romantismo que o escritor ao escolher esse tema se arrisca a cair no piegas. Mas o livro não cai em armadilhas, pois Willy é dono das palavras. Seu trabalho de jornalista lhe proporcionou um precioso campo de experiência para a escrita. O romance avança porque o protagonista viaja, conhece locais e pessoas interessantes, além de se apaixonar por Joana, uma moça nascida em Sarajevo, mas que mora em Munich.

O protagonista vive intensamente. E vemos o mundo através de seus olhos. Esse livro é um convite a viajar, sentir e refletir. O dinamismo, o estilo rápido e a história dos locais da Europa que visitou ajudam a dar movimento à obra. A história de amor é o centro, a trama principal, mas o romance é muito mais do que isso. Fala de amor e de amizade, de vida e de morte, de fracasso e de esperança. Um livro do qual gostei e recomendo.


Na continuação, um parágrafo do capítulo "Em Munique":

"A vida pode ser maravilhosa. O tempo todo, vivemos como se caminhássemos em uma cadeia de montanhas: por um período de tempo estamos caminhando na parte superior da montanha e, logo depois, caminhamos pela parte inferior. A caminhada vai nos permitir saber o que o nosso destino nos reserva. William Shakespeare tinha razão quando afirmou: Nosso destino não está escrito nas estrelas, mas em nós mesmos".

- Dan, Dan! – repetiu Joana ao perceber que eu havia me perdido em meus pensamentos."



Resenha de Isabel Furini.
Imprimir
Enviar por E-mail
Comunicar Erro
Compartilhe
ico_face
ico_twi
17/06/2013 - 13:19
 
A oficina de crônicas iniciará nesta quinta-feira, 20 de junho. São duas turmas. Tarde: 15 às 17 horas.
Noite: 19 às 21 horas. Na Academia Feminina de yoga, rua Cruz Machado, 258, centro - Curitiba.

O investimento é de R$ 230,00 - apostila incluída.

As aulas serão de estudos e práticas. Os exercícios práticos visam aprimorar o estilo individual. Também serão realizadas leituras de textos de cronistas consagrados para analisar as diferentes técnicas usadas pelos autores.

Informações: e-mail: isabelfurini@hotmail.com ou pelo Celular Oi (41) 8813-9276

Imprimir
Enviar por E-mail
Comunicar Erro
Compartilhe
ico_face
ico_twi
15/06/2013 - 10:28
 
O livro "Desenhando com todos os lados do cérebro" de Maria Letícia é muito interessante, pois, o reinterpretar imagens já existentes induz a um outro conceito de criatividade: não mais a ideia de originalidade, mas a ideia de elaboração, reelaboração, desconstrução, reconstrução, com uso de flexibilidade e imaginação, baseadas em imagens de outros.


Quantos lados têm o nosso cérebro?

Somente o lado direito e o esquerdo? Ou também o de cima e o de baixo?

O da frente e o de trás, o de dentro e o de fora? O lado sensível e o lado racional?

De maneira inteligente e reflexiva, esta obra apresenta ao leitor uma nova metodologia para que aprenda a utilizar "todos os lados de seu cérebro e de sua sensibilidade" na hora de desenhar, seja por meio de teorias e explicações, seja por meio de recursos que o ajudarão a aprimorar seu senso de observação, imaginação e criatividade.

Ao retratar o contato inicial de um indivíduo com o desenho, em casa e no ambiente escolar brasileiro, especialmente nas fases iniciais da escolaridade (pré-escolar e ensino fundamental), a autora discorre sobre como os estereótipos podem influenciar a percepção e estilo gráfico na idade adulta.
Instigante, universal e indispensável para pais, educadores e profissionais inseridos no mundo da arte e da educação, este livro é raro pela maneira como expõe a potencialidade humana, apresentando práticas para quem deseja descobrir seu próprio traço na hora de desenhar.
Imprimir
Enviar por E-mail
Comunicar Erro
Compartilhe
ico_face
ico_twi
12/06/2013 - 15:59
 

Este é um livro de poemas, que escrevi em 2012. Nele está incluso aquilo que mais amo fazer, um conjugar de verbos que tenham um sentido de rima, sem que para isto eu precisasse usar de fórmulas ou métricas, creio que a inspiração por si só já contém todos os ingredientes para a criação da poesia.

Aqui reúno uma mescla de sentimentos, onde as letras mantêm o seu papel fundamental, e isto tem sido uma constante, portanto, nada melhor para explanar esta obra, se é que posso chamá-la assim, do que afixar uma pequena prévia inerente a este conteúdo...
Enfim, espero que ao ler este livro, você capte a mescla de emoções, que, como um rio, deságuam em minha vida inteira.


Estranhos.
Sem exageros,
Somos estrangeiros,
Turistas desordenados,
Pagando algum pecado,
Passeando aqui na terra,
Descobrindo como é a vida, tentando achar respostas, Para estarmos justo aqui,
Um paraíso lindo e perfeito, uma mistura desconcertante,
de um lado, muitas maravilhas, de cores e pessoas tão belas, e do outro, tantos oprimidos, enclausurados no sistema,
reféns da própria cegueira, banalmente manipulados, caminhos distantes, mesmas pegadas, querendo chegar, quem sabe, ao mesmo, lugar...


VERA FONSECA
Vera Fonseca é escritora e poetisa brasileira, nascida no interior do estado do Paraná. Escreve desde os doze anos de idade. Trabalhou em diversas áreas, desde bancos a empresas de engenharia civil, atuando principalmente com marketing e relações-públicas, onde teve a oportunidade de viajar e conhecer muitos lugares e pessoas diferentes, em várias regiões do Brasil.
Desde 2009, resolveu abandonar as atividades profissionais, dedicando-se exclusivamente à literatura, realizando assim, um sonho de sua infância. tem seu trabalho divulgado em diversos sites de literatura, inclusive no exterior: Portal da artista plástica e poetisa Claudia Houdelier, em Nice - França. [houdelier. com]; revista Varal do Brasil - Geneve - suiça - [varaldobrasil.com]; Livros: "Minhas páginas em sua vida", "Plenitude", Espelhos", "caminhos", "Êxtase - Eu rimando pra você" e o último "Inspiração". Participou da coletânea na Editora Beco dos Poetas, "livro Gêmea", e o recém -lançado "Meninas super poéticas II".


Vera Fonseca é poeta e escritora.
Imprimir
Enviar por E-mail
Comunicar Erro
Compartilhe
ico_face
ico_twi
11/06/2013 - 14:22
 
Franco Giuseppe Rovedo é um apaixonado por literatura. Escritor, cronista e professor, Rovedo usa o texto para se comunicar. E tem feito isso com competência nas redes sociais. A intimidade com esportes e atividades radicais lhe rendeu histórias que agora começam a ganhar vida por meio das letras.

O tempo em que morou na Ilha do Mel criou o cenário ideal para os romances que lá aconteceram e agora passam a ganhar as páginas da literatura. A inspiração é a ilha, mas os casos que servem de
A preocupação em ser realista, sem ser grosseiro, foi o desafio maior para uma história de amor como a que recheia "A Flor da Pele". Todas as situações, com suas nuances e segredos, tinham de ser descritas, mas era preciso transmitir o romantismo de cada uma delas, por mais ousadas que fossem. O resultado é uma história de amor maduro, pleno e possível de acontecer com qualquer leitor. Basta estar apaixonado como o Giulio e a Karin, os personagens, estavam.


O romance
Giulio Dougan é escritor e trabalha em uma casa de praia. Através de uma rede social encontrou uma amiga de escola que há muito não via. Médica, Karin passava por momentos de decisão em sua vida amorosa. Enquanto isso, a amizade virtual com Giulio crescia, até surgiu a oportunidade de um encontro fora da virtualidade cibernética. A estadia, que parecia ser perfeita para um caso de fim de semana, transformou-se em algo muito maior. Entre um desencontro e outro, Giulio lançava seu livro em uma festa no hotel da cidade. Seu passado romântico e perigoso atormentava a médica, o que tornava a realização daquele sonho algo inesperado e complicado.

A história se passa na primeira pessoa de Giulio e também na de Karin, que preenchia constantemente o seu diário. O mesmo fato narrado pelo ponto de vista de um homem e de uma mulher demonstra a importância da boa comunicação e conquista ou não da felicidade de um casal. Pequenos detalhes que fizeram a diferença.


Editora InVerso. O livro pode ser adquirido pelo site: www.editorainverso.com.br
editorainverso@editorainverso.com.br
Imprimir
Enviar por E-mail
Comunicar Erro
Compartilhe
ico_face
ico_twi
09/06/2013 - 17:00
 



As poetas Eliziane Lobo Pacheco, Marina Carraro e Alexandra Barcellos.
As poetas Eliziane Lobo Pacheco, Marina Carraro e Alexandra Barcellos.


Poeta Marli Terezinha Andrucho Boldori.
Poeta Marli Terezinha Andrucho Boldori.


O contista e escritor Willians Mendonça.
O contista e escritor Willians Mendonça.


Carlos Zemek, curador da exposição
Carlos Zemek, curador da exposição "Religiões do Mundo".
Imprimir
Enviar por E-mail
Comunicar Erro
Compartilhe
ico_face
ico_twi
07/06/2013 - 11:10
 
Luci Collin.
Luci Collin.

Neste domingo, no Casos e Causos do RPC veremos mais um episódio de "Os Quarentões - Dia dos Namorados". Os três amigos quarentões e suas vidas monótonas, muito diferentes das vidas que eles sonharam quando eram jovens. Com diálogo leves e divertidos "os quarentões" agradam os espectadores.

Mas, como é criado um roteiro? Para entender melhor o caminho que segue o roteirista de TV. entrevistamos a escritora Luci Collin, a criadora de "Os quarentões.


Luci, você é reconhecida como poeta e como escritora de ficção (conto e romance), como e quando começou o seu caminho como roteirista?

Escrever roteiros para TV é uma experiência nova na minha carreira. Publiquei mais de dez livros (comecei a publicar em 1984), escrevi vários textos para teatro que foram encenados, colaborei com artigos e ensaios em vários jornais e revistas nacionais e internacionais ou seja, já experimentei amplamente em relação aos gêneros e aos formatos literários, mas só agora apareceu esta oportunidade de roteirizar para TV.



Qual a diferença de abordagem? Qual é a sua técnica para iniciar um conto, para iniciar um romance e para iniciar um roteiro?

Não há exatamente uma técnica específica prévia a cada gênero há, antes, uma tendência ou impulso inicial inerente ao formato de cada expressão; o conto é mais visceral e pode ser escrito com mais liberdade, o romance, em função da maior extensão do texto, acaba dependendo de uma estrutura mais planejada, e o roteiro é determinado pelo tema, tem uma duração preestabelecida, uma adequação da linguagem para o público do horário em que o programa será exibido, e muitas outras características a serem respeitadas.

A divisão do tempo no roteiro é algo difícil de ajustar? Ou seja, o roteirista pensa que os olhos do personagem fala e deve escrever essa "dica" para que o diretor e o ator possam trabalhar o olhar. Mas cada diretor o fará de maneira diferente e dará um tempo maior ou menor para essa cena. Como o roteirista pode ajustar o roteiro ao "tempo" do diretor.
O tempo é, de forma aproximada, definido pelo número de laudas escritas. As variações necessárias ficam por conta da direção, que pode cortar ou inserir elementos no texto em função do tempo disponível, ou adaptar alguns detalhes do texto em função do cenário, por exemplo. Creio que o roteirista deva ser neutro, deixando espaço para que o diretor crie a partir do texto. Evito ser didática no roteiro porque acredito que ele depende muito da mão/do olhar do diretor – o resultado deve contemplar as diversas formas de autoria e de realização artística.

Como foi o seu entrosamento com o episódio "Quarentões"? Você só entregou o roteiro ou acompanhou a filmagem?

Acompanhei a gênese do projeto, que tem argumentação do Gerson Delliano; ele trouxe a ideia para o programa, concebeu os traços gerais que marcam o que é ser um "quarentão", e também definiu que seriam três personagens com seus dramas típicos. Eu aprofundei as características psicológicas de cada um e escrevi sete episódios com as peripécias dos quarentões Ricardo (Gerson Delliano), Ari (Edu Régnier) e Walter (Luis Brambilla). Acompanhei uma filmagem e gostei muito de ver os quarentões ganhando vida pelo trabalho dos atores e do diretor Fernando Coelho e sua equipe.

Fale sobre seus projetos para segundo semestre.
Pretendo lançar um novo livro de contos, mas ainda estou em negociações com a editora. E espero que os Quarentões ainda aprontem muitas e que a gente possa participar desta divertida experiência de compor estes personagens tão posmodernamente tragicômicos.

Gerson Delliano, Luiz Brambilla e Edu Régnier, neste domingo no Casos e Causos do RPC - Foto divulgação.
Gerson Delliano, Luiz Brambilla e Edu Régnier, neste domingo no Casos e Causos do RPC - Foto divulgação.
Imprimir
Enviar por E-mail
Comunicar Erro
Compartilhe
ico_face
ico_twi
04/06/2013 - 23:13
 
O curso de oratória para mulheres abrange assuntos importantes como análise da postura, da gesticulação, da voz e do olhar.

Para ministrar uma palestra, por exemplo, é aconselhável - além de pesquisar - ensaiar várias vezes o discurso.

Se está inseguro não inicie o discurso apressado. Respire profundamente, fique o mais tranqüilo que puder. Concentre-se, olhe para os presentes e comece a falar mais lentamente e com volume de voz mais baixo. Demonstre calma e segurança.

Lembre-se que a literatura é arte da palavra escrita enquanto a oratória é arte da palavra falada. Então, tente usar um vocabulário adequado, o vocabulário deve ser compreendido pelo auditório.


Imprimir
Enviar por E-mail
Comunicar Erro
Compartilhe
ico_face
ico_twi
03/06/2013 - 20:55
 
El 22 de junio todos los centros del Instituto Cervantes en el mundo abren una vez más sus puertas para sumarse a esta fiesta, que tiene la intención de compartir la riqueza de la vasta cultura en español y de consolidarse como una celebración de todos los que hablan esta lengua.

Para celebrar la quinta edición del Día E, el Instituto Cervantes de Curitiba ofrecerá en la "PRAÇA DA ESPANHA" el siguiente programa de actividades:

Variadas actividades académicas y culturales Baile español por el centro Cultural Español ( Consulado España)
Danças flamencas: Instituto Flamenco Atracción cultural por el consulado de Argentina
Aulas demostrativas de español para adultos y niños ministrada por los profesores del Instituto Cervantes
Cuenta contos para niños y concursos de dibujos
Concurso de fotos Exposición de fotos " Un paseo por el mundo Hispano"
Todas las actividades son gratuitas.
Entidade Organizadora: Instituto Cervantes (Curitiba)

Entidades colaboradoras: Consulado de Argentina (Curitiba) / Consulado da Argentina (Curitiba), Instituto Flamenco / Instituto Flamenco (Curitiba), Consulado da Espanha (Curitiba).

Entrada gratuita
adx2curi@cervantes.es
Teléfono: (41) 3362-7320.
Imprimir
Enviar por E-mail
Comunicar Erro
Compartilhe
ico_face
ico_twi
02/06/2013 - 11:36
 
O 1º Salão de Arte de Carlos Zemek estão na Revista virtual Biografia.


http://sociedadedospoetasamigos.blogspot.com.br/2013/05/1-salao-de-artes-plasticas-carlos-zemek.html

ARTE
Mãos nervosas de artistas
(ilusionistas do pincel).

Giram olhares diversos sobre os quadros expostos,
(quadros ontem esquecidos
no porão).

As telas iluminadas pelos olhares
refletem a beleza
sempre oculta na subjetividade.

Isabel Furini



1º Salão de Artes Plásticas Carlos Zemek.
Inscrições abertas.
Estilos: figurativo e abstrato.
Certificado: para todos os inscritos.
Catálogo: com foto de todas as obras desse Salão.
Mais Informações:
Celular: (41) 9831-2389
e-mail: cazearte-salao@yahoo.com.br
Imprimir
Enviar por E-mail
Comunicar Erro
Compartilhe
ico_face
ico_twi
< 1 | 2 | 3 | 4 | 5 >
Isabel Furini
 
Isabel Furini, escritora e educadora. Recebeu prêmios em concursos de poesia e de contos. Publicou 15 livros, entre eles: Mensagens das Flores e Ele e outros contos. Também escreve para o público infanto-juvenil. É autora da coleção "Corujinha e os Filósofos" da Editora Bolsa Nacional do Livro de Curitiba.



ARQUIVO
Mês
Ano