Falando de Literatura - Isabel Furini
04/07/2015 - 19:05
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18º Prêmio Cidadão de Poesia
Realização: Sindicato dos Comerciários de Limeira - Sinecol

1) Objetivo: Incentivar a Poesia, revelando novos autores.
2) Categorias:
Livre (para autores acima de 14 anos, procedentes do Brasil ou do exterior, desde que os poemas sejam em Língua portuguesa).
Regional (exclusivo para autores maiores de 14 anos nascidos ou residentes nas cidades da base do Sinecol: Limeira, Leme, Iracemápolis, Cordeirópolis e Conchal). Nesta categoria, o poeta deve enviar junto com o poema e dados pessoais uma cópia de documento de identidade ou comprovante de residência que o habilite. OBS.: O tema sempre é livre. O termo "Categoria Regional" refere-se apenas à origem ou residência do autor.

3) Apresentação dos Trabalhos: Os trabalhos devem ser apresentados de forma impressa ou, atravpés de e-mail, em documento de word. Manuscritos não serão aceitos. Cada poeta deverá inscrever um poema em Língua Portuguesa, de até 40 linhas, apresentado em quatro vias no caso de forma impressa. No trabalho, deverão constar o título do poema e o pseudônimo do autor.

4) Em folha (ou arquivo, se a inscrição for através de e-mail) à parte, o autor colocará o seu nome completo, endereço para correspondência completo, telefone, e-mail (se tiver), o título do poema, o pseudônimo e a Categoria em que pretende se inscrever (Livre ou Regional).

5) Inscrições: As inscrições, que são gratuitas, devem ser feitas de 04 de maio a 10 de julho de 2015, valendo o carimbo dos Correios como comprovante em caso de remessa postal O endereço para entrega dos trabalhos é: Praça Adão Duarte, 32– Vila Paulista–Limeira/SP– Cep 13484-044. Fone (19)3451-1271. PODERÃO TAMBÉM SER FEITAS ATRAVÉS DO E-MAIL imprensa@sinecol.com.br, seguindo-se a mesma recomendação em relação ao pseudônimo.

6) Seleção e premiação: Júri com três pessoas reconhecidamente qualificadas escolherá os melhores trabalhos. O primeiro colocado de cada categoria recebe o Troféu Cidadão e R$ 780,00 (Setecentos e Oitenta Reais). O segundo e terceiro colocados de cada categoria recebem o Troféu Cidadão.
Haverá distribuição de diplomas de "menção honrosa". A premiação ocorrerá em 2015, em dia a ser definido, no Clube dos Comerciários, à Rua Arquiteta Suely F. de Godói, 530 – Jd. Limeirânea, em Limeira/SP.

O ato da inscrição implica na aceitação do regulamento. Dúvidas serão dirimidas pelo fone (19)3451-1271, com Andreza, ou pelo e-mail otaciliopoeta@hotmail.com.
Comissão organizadora.
02/07/2015 - 02:14
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Três poemas de Isabel Furini.







27/06/2015 - 09:46
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A escritora Neyd Montingelli, premiada em concursos de contos e de poesias, membro da ALUBRA (Academia Luminescência Brasileira), do Núcleo de Escritores de Argentina e Literarte - Associação Internacional de escritores e artistas, estará hoje e amanhã autografando seu livro "Cavalos e Contos", na Sociedade Hípica Paranaense.

O livro "Cavalos e Contos" nasceu da reunião de contos sobre cavalos publicados no site Hipismo&Co durante o ano de 2014. De fácil leitura, linguagem simples e com o tema apreciado por cavaleiros e amazonas, retrata o a dia, o trabalho, treinamento, competições e a ida com esse animal forte e imponente. Belas histórias que os admiradores das belas raças equinas vão adorar.



No estande da escritora Neyd, na Sociedade Hípica Paranaense, no Tarumá, Curitiba, também estão sendo expostos para venda dois trabalhos de Arte Digital do artista plástico Carlos Zemek.

25/06/2015 - 08:31
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Evento abre as comemorações dos dez anos da coluna cultural assinada por Katia Velo

Até sábado, 27 de junho, o Shopping São José exibe a exposição "Minhas Cores", de Katia Velo. Com temas florais, mesclados entre as formas curvilíneas e orgânicas, as obras refletem os dez anos da coluna cultural que a artista assina. Marca registrada, as cores marcantes das produções consistem em um meio de expressão e diálogo com o mundo.

Katia Velo
Katia Velo


A artista já esteve com outras exposições nos corredores do Shopping São José: "Retrospectiva", com obras de outras quatro exposições e "Releituras", marcado por produções dos alunos da Escola Evolutiva, onde Katia ministra aulas de Arte. Neste ano, o objetivo da mostra é sublinhar o marco inicial das comemorações da coluna da artista.

Com a bagagem de mais de 15 exposições individuais e mais de cem coletivas, Katia Velo também atua como professora de arte, curadora, fotógrafa, agente cultural do Paraná e Diretora de Comunicação na Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná (APAP/PR).

Serviço
Exposição "Minhas Cores"
Local: Piso L1 do Shopping São José (Rua Izabel A Redentora, 1434 – Centro São José dos Pinhais)
Data: 19/06 a 27/06
Horário: De segunda a sábado das 10h00 às 22h00 e aos domingos e feriados das 11h00 às 22h00. Entrada gratuita




CORES
Essas cores, essas cores
que alegram os corações
surgem de um pincel.

Essas cores fazem parte
de uma conspiração.

São de um orbe paralelo
um mundo de alto astral,
o mundo de Katia Velo.
(Poema de Isabel Furini)

24/06/2015 - 08:05
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Neyd Montingelli é uma escritora que já ganhou vários prêmios literários nos gêneros de Poesia e Conto. É autora de "Dançar em Paris", da editora Instituto Memória, e convidada pelo curador Carlos Zemek já participou de exposições de Arte e Poesia em Curitiba/PR e em Buenos Aires (Argentina).

Neyd Montingelli.
Neyd Montingelli.

Em 25 de junho, na Sociedade Hípica Paranaense, Neyd lançará seu novo livro "Cavalos e Contos". É um livro para os apaixonados por esse animal forte e imponente. Belas fotos e contos em que o personagem principal é o cavalo. Contos que retratam o dia a dia de amazonas e cavaleiros; o tratador, o treinador, os campeonatos e vida feliz de quem se relaciona com este animal surpreendente.

23/06/2015 - 10:29
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A partir de amanhã, 24 de junho/2015, 9 horas, iniciará na Feira do Poeta do Largo da Ordem, uma minioficina sobre a obra poética do peruano Javier Heraud. O ministrante será o professor, poeta, tradutor e dramaturgo brasileiro Julio Almada.

A inscrição é R$ 50,00 - e os participantes receberão um exemplar do livro El Río/ O Rio - traduzido.



Quem foi Javier Heraud? Poeta peruano autor do livro "El Río". Sobre esse livro será a oficina do Julio Almada.

Em 14 de maio de 1963, Heraud é assassinado pela Guarda Republicana de seu país.

Esse registro histórico é mais um caso no qual deveriam pensar aqueles que são a favor da instauração do militarismo na América Latina. Os que lembramos dessa época sabemos do horror e da dor que dilacerou muitas famílias. A maioria eram homens e mulheres anônimos. Mas lembrança do jovem poeta Javier Heraud permanece porque sua obra merece ser destacada.

Inscrições pelo e-mail: julioalmadaescritor@ gmail.com
ou na Feira do Poeta, no Largo da Ordem, Curitiba. Fone (41) 3321-3241

22/06/2015 - 12:26
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O que chama a atenção de uma criança? Por que ela fala para os pais, avós ou tios de seu desejo de ler um determinado livro? Pois bem, muitos fatores interferem na leitura de um livro infantil, entre eles, a capa, a história, a habilidade do escritor.

1º) CAPA: Um dos ganchos para chamar a atenção das crianças depende da capacidade do ilustrador, pois é a capa. O livro infantil precisa de ilustrações que chamem a atenção das crianças. E até adultos gostam de ilustrações, desenhos e lindas capas. Para comprovar isso é suficiente olhar as capas da lista dos mais vendidos, a maioria são muito bem elaboradas.
As editoras enfatizam que para um livro infantil é necessário tanto um bom escritor quanto um bom ilustrador.

2º) TÍTULO: Outro gancho importe é o título. Títulos bem escolhidos aumentam as chances de venda. Por exemplo, quem não amou títulos como: Diário de um Banana de Jeff Kinney, Bisa Bia, Bisa Bel de Ana Maria Machado? Por que só as Princesas se Dão Bem? De Thalita Rebouças, O Coelhinho que Não Era de Páscoa de Ruth Rocha,.

3º) ENREDO: E não podemos esquecer de um gancho importantíssimo: um bom enredo. Um enredo que desperte o interesse da criança. Um bom livro infantil tem diversão e emoção.

4º) LINGUAGEM. Um livro escrito com a linguagem que as crianças gostam tem chances de agradar. Linguagem sofisticada é bom para livros de adultos, mas para livros infantis a linguagem precisa ser clara, familiar, divertida.

5º) PERSONAGENS MARCANTES: Quem não lembra da "Turma da Mónica"? Do Harry Potter? Do Pinóquio? Da Cinderela? Personagens marcantes conseguem leitores cativos. É tanto o interesse que o personagem desperta que os pequenos leitores se sentem parte da história.

Texto de Isabel Furini


Para falar desses e outros assuntos relacionados com o livro infantil será realizada a partir de 07 de julho, no Solar do Rosário, Curitiba, Fone (41) 3225-6232, a oficina COMO ESCREVER LIVROS PARA CRIANÇAS – para adultos que desejam ser autores de livros infantis.

19/06/2015 - 16:50
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( Análise da obra: Como Falar dos Livros que Não Lemos, de Pierre Bayard).

Falar de livros que não lemos? !!! Podemos sim. Podemos e devemos! Sem culpa ou vergonha! Enfrentando o desafio. Isto porque Bayard tira o livro do "pedestal sagrado" que a 'cultura' o colocou e nos dá o poder total sobre ele.É um conceito inusitado e um estranho desafio. É sim. É uma aventura inesperada no mundo dos livros: Como falar de livros que não lemos?

Para ele, a leitura é um ato de liberdade, sem regras, leve e divertida, e nos apresenta inúmeras maneiras de abordarmos um livro, principalmente não o abrindo...e falando dele! Como? Considerando o livro como uma segunda língua, com a qual falamos de nós mesmos e falamos com os outros. Isto é comunicação!

Por que com o livro falamos de nós mesmos? Por que não é ele que está em causa e, sim, um jogo com várias opções. Ele é o pretexto ou o meio para nos comunicarmos e transformar o momento-situação em passagem para o encontro de nós mesmos, conscientes de que já está sendo esquecido, mas que fez parte significativa da construção de nosso mundo interior (*livro encobridor).

O importante é considerar o livro lido, não-lido, falado, ouvido, desconhecido, folheado, esquecido, fantasma, como um objeto móvel, num processo em podemos impor nossas idéias, transformando um momento, uma situação em algo único, singular, onde podemos nos tornar um criador. E um criador pode se tornar um escritor.

Como criadores, podemos conquistar as pessoas, entrevistar um escritor, mesmo não tendo lido seu livro, fazer uma crítica, que é uma obra de arte, e considerá-la uma autobiografia e muito mais...



Poderemos construir um mundo singular com noções de cultura e literatura. Liberados do "dever" de ler, hábito aprendido na escola, que nos cobrava, através da ficha de leitura, a tortura de ter de lembrar de detalhes, de exigir a perfeição ( que nem o escritor se recorda) podemos "reinventar o livro"! Ah! Sem esquecer que no ato de começarmos a ler, já começa o processo de esquecimento. E quem não esquece?Ah! Se soubéssemos, como Oscar Wilde afirma, que 6 minutos de leitura basta para conhecermos um livro, ou sobre a dica de um pintor, à pergunta de uma criança, sobre um livro aberto em uma página, que só aquela página que ele abriu já lhe bastava para saber sobre os dois personagens.

Podemos aprender com mestres da não-leitura, como Paul Valéry, Montaigne, Balzac, Oscar Wilde, que afirmavam que não liam livros dos quais ele deveria fazer críticas. Somos capazes de decifrar situações de falar ou ouvir sobre um livro não-lido. O monge Baskerville (Humberto Eco _ O Nome da Rosa) decifrou o mistério das mortes na abadia causadas por um livro, e construiu o seu enredo, sem abrir suas páginas, envolvendo-nos com o conceito do riso. (Poética, Aristóteles).

Ou podemos aprender com o "esteta de óculos dourados", personagem de Eu sou um gato (Masumi Soseki), que nos ensina como podemos ser iludidos por pessoas com palavras elogiosas a um livro ( que não é), mostrando-nos as armadilhas dos que se dizem 'cultos'. E se perguntássemos a eles se leram as notas dos rodapés páginas ou historiografia oferecida sobre o assunto em seus livros?

Falarmos de livros que não lemos? Claro. Podemos fazer como os Tiv (povo africano), que discutiram Hamlet sem lê-lo, ou como um personagem de Graham Greene, que falou de um livro do qual era autor, mas que não o leu. Bill Murray, personagem do filme, O feitiço do tempo, conquistou sua amada sem ler os livros dos quais citou trechos.

Enfim, libertos, temos um aprendizado: um mesmo livro é diferente para cada leitor, pois pertence ao universo interior de cada um. Depois é só colocá-lo na biblioteca coletiva ou na virtual. Então, de maneira lúdica e com prazer, falarmos dele sob nosso ponto de vista, sabendo que ele fez parte significativa de construção de nossa própria cultura.

Bayard não leu Joyce, Proust, mas falaria sobre eles só com o que ouviu, leu e não se envergonha. E esta vergonha, este complexo de culpa que ele nos tira, nos dá a oportunidade, ao falarmos de um livro não lido, de fazermos uma criação, e de nos tornarmos escritor!

Falar de livros que não-lemos! Vale tudo, folheá-los, abri-los em qualquer página, lermos orelha de livro, comentários, críticas, crônicas, ensaios, nota, resumo, idéia e, assim, saboreamos a ventura de falar dele. O que importa é saber nos orientarmos, situarmos o livro e o autor dentro de um contexto e relacioná-los com outro. Como um bibliotecário. Ele não precisa ler todos os livros da biblioteca. Basta ler o catálogo para situá-los, e tem ótima conversa com quer que seja!

Bayard não escreveu para que as pessoas parem de ler. É para tornar o livro um incentivo a mais. E para dizer que um homem "culto" pode não ler livros. Mas é preciso ter claro o conceito de que NÃO LER UM LIVRO NÃO É AUSÊNCIA DE LEITURA.

*Livro encobridor ─ que vai em direção a nossa infância, nossos dilemas, traumas, prazeres. (Lembrança encobridora─Freud)

Texto de Joana Rolim - professora e escritora).
18/06/2015 - 00:04
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Amanhã, 19 de junho, encerra a exposição de Arte e Poesia "América Espanhola" no Instituto Cervantes de Curitiba.

Fazem parte da exposição quadros e poemas ilustrados com Arte Digital.

A curadoria é de Carlos Zemek, quem também fez o trabalho de Arte Digital, pois tem formação na área de Processamento de Dados.


O artista plástico Fabrus Mascury e o curador Carlos Zemek.
O artista plástico Fabrus Mascury e o curador Carlos Zemek.

Os artistas Liane Maria e Fabrus na abertura da exposição
Os artistas Liane Maria e Fabrus na abertura da exposição "América Espanhola", no Instituto Cervantes de Curitiba.

O curador Carlos Zemek e a artista plástica Neiva Passuello.
O curador Carlos Zemek e a artista plástica Neiva Passuello.

O curador Carlos Zemek e o artista plástico Osmar Carboni.
O curador Carlos Zemek e o artista plástico Osmar Carboni.

Um quadro de Claudia Agusti e quadros O Cravo e as Faces do Sol e da Lua de Vanice Ferreira.
Um quadro de Claudia Agusti e quadros O Cravo e as Faces do Sol e da Lua de Vanice Ferreira.

As artistas e poetisas Maria Antonieta Gonzaga Teixeira e Vanice Ferreira com o curador Carlos Zemek.
As artistas e poetisas Maria Antonieta Gonzaga Teixeira e Vanice Ferreira com o curador Carlos Zemek.

O curador Carlos Zemek e a artista plástica Liane Maria.
O curador Carlos Zemek e a artista plástica Liane Maria.

15/06/2015 - 12:10
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Cândido traz especial sobre os 90 anos de Dalton Trevisan e Rubem Fonseca

47ª edição do jornal mostra de que maneira os dois autores renovaram o conto brasileiro e, após mais de 50 anos publicando, ainda se mantêm como referências máximas do gênero no país.


Dalton Trevisan e Rubem Fonseca, dois dos maiores escritores brasileiros contemporâneos, acabam de completar 90 anos. Com mais de 50 anos de vida literária, os dois autores ainda seguem em plena atividade. É sobre essas duas trajetórias, que mudaram os rumos da literatura brasileira, que trata grande parte da edição 47 do jornal Cândido, editado pela Biblioteca Pública do Paraná. Especialistas, críticos e acadêmicos falam sobre como o mineiro (radicado no Rio de Janeiro) Rubem Fonseca e o paranaense Dalton Trevisan deram novo caráter à breve narrativa a partir do começo dos anos 1960, quando fizeram suas estreias.

Além de uma grande reportagem sobre o impacto do surgimento dos autores na literatura nacional, a edição traz uma seleção de livros de Trevisan e Fonseca comentada por outros escritores, de várias gerações. O autor Deonísio da Silva, que há décadas estuda a literatura dos dois contistas, concede entrevista em que fala sobre as semelhanças e diferenças das obras dos mestres da ficção.

A edição ainda traz texto da editora Vanessa Ferrari sobre a experiência que teve como mediadora de leitura em um presídio paulista. Já o escritor maringaense Marcos Peres, vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura em 2014, conta como surgiu seu novo romance, Em busca de Juliana Klein. Inspirado nas viagens que o autor fez para Curitiba, o livro será publicado em julho pela editora Record.

Entre os inéditos, o jornal publica poemas do artista plástico André Dahmer, que acaba de lançar, pela editora Lote 42, a coletânea A coragem do primeiro pássaro, e contos dos escritores curitibanos Guido Viaro e Mariana Sanchez.

Serviço
O Cândido tem tiragem mensal de 10 mil exemplares e é distribuído gratuitamente na Biblioteca Pública do Paraná e em diversos pontos de cultura de Curitiba. O jornal também circula em todas as bibliotecas públicas e escolas de ensino médio do Estado. É enviado, via correio, para assinantes a diversas partes do Brasil. É possível ler a versão online do jornal no seguinte endereço: www.candido.bpp.pr.gov.br. O site também traz conteúdo exclusivo, como entrevistas, vídeos e inéditos.
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Isabel Furini
 
Isabel Furini, escritora e educadora. Recebeu prêmios em concursos de poesia e de contos. Publicou 15 livros, entre eles: Mensagens das Flores e Ele e outros contos. Também escreve para o público infanto-juvenil. É autora da coleção "Corujinha e os Filósofos" da Editora Bolsa Nacional do Livro de Curitiba.



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