Falando de Literatura - Isabel Furini
04/02/2016 - 22:53
Imprimir Comunicar erro mais opções
Fotografia de Faisal Iskandar
Fotografia de Faisal Iskandar


APENAS UMA GOTA...

Com a suavidade de uma pétala.
Com a doçura do mel.
Apenas uma...
Gota!
Com a beleza de um pássaro.
Com a leveza de uma nuvem.
Apenas uma...
Gota!
Com a pureza do orvalho.
Com a alegria de um sorriso.
Apenas uma...
Gota!
Incomparável! Indescritível!
Maravilhosa! Perfeita!
Apenas uma...Só uma
Gota!
De teu precioso Amor...
Perdoa...Purifica...Transforma...
Eternamente, Senhor!

Maria da Glória Colucci - Dezembro, 2015

Fotografia de Faisal Iskandar
Fotografia de Faisal Iskandar
04/02/2016 - 19:03
Imprimir Comunicar erro mais opções
Estou vendo pessoas caçoando da menina que chamou a Ivete de Cláudia no The Voice Brasil.
Poxa, coitada da garota!
Eu, por exemplo, confundo:
- Ivete com Claudia .
- Sótão com porão.
- Picolé com dolé.
- Cavaquinho com ukelele.
- Anta com capivara.
- Bolacha com biscoito.

( Confissões da Tia Lu )

Luciana Do Rocio Mallon

02/02/2016 - 23:26
Imprimir Comunicar erro mais opções
Quadro de Ivaní Silva.
Quadro de Ivaní Silva.

O Verbo Flor

Em época certa
Podemos, em todos os tempos e modos,
Conjugar o verbo flor.
No outono, mais escasso, as árvores despem-se,
E as folhas caem...
Ainda assim, eu azaleio, tu camelias, ele begônia,
Nós margaridas, vós flores-de-maio, eles alfazemas;
No inverno, embora digam que não,
Tu lavandas, ele roxo maracá-da-terra,
Nós lindas e róseas cerejeiras,
Vós hortensias e camelias;
No verão somos petúnias, cravos, orquídeas, rosas amarelas
E, na primavera, na floração, seremos eternas,
rosas, girassóis, hibiscos, crisântemos, jasmins, violetas, dama-da-noite...
Aprendamos a conjugar, na sonoridade da vida, o verbo flor,
Pois, se eu flor, se tu flores, e, se ele flor...
Se deixarmos de lado a maldade, a fome, a miséria, o mal-querer,
Nós, flores seremos, e , o mundo florescerá!

DD_Campo Grande-MS 14 de dezembro de 2015



Delasnieve Daspet Advogada e ativista das causas da Paz, Sociais, Humanas, Ambientais e Culturais.

Delasnieve Miranda Daspet de Souza é sul-mato-grossense de Porto Murtinho, onde nasceu e cresceu em meio a exuberante natureza que é o Pantanal do Mato Grosso do Sul, Brasil, residindo em Campo Grande-MS. Casada, tem dois filhos. É poeta. Ativista da Biopoesia. Cronista, ensaísta, palestrante, professora, educadora, faz trabalho social com menores carentes, pertence e representa várias associações e academias literárias e culturais nacionais e internacionais. Com trabalhos literários premiados nacional e internacionalmente, publicados em vários países.
29/01/2016 - 08:23
Imprimir Comunicar erro mais opções

E o ano começa com muita Poesia e Arte. O curador e artista plástico Kim Molinero, Senador do Coninter, no sábado dia 30 de janeiro/ 2016, inaugurará uma mostra de Arte e Literatura na qual participarão as poetisas Maria Antonieta Gonzaga Teixeira, da cidade de Castro, PR; Pepita de Oliveira de São Paulo, e Isabel Furini, que mora em Curitiba.

O artista plástico e especialista em Arte Digital, Carlos Zemek, criou imagens em Arte Digital para cada poema. Esses trabalhos estarão em exposição de 30/01/2016 até 27/02/2016, em Viana do Castelo, Portugal.

Na inauguração da mostra de Arte e Letras contará com uma Tertúlia com a escritora, poeta e pintora portuguesa Conceição Oliveira.

Farão parte da exposição da mostra "ARTMESTRIA '16": Senadores dos Coninter, artistas Kim Molinero, Dina de Souza e A Mamede, o jovem artista e curador brasileiro Carlos Zemek, e os artistas Anelise Sabino, Luiz Albuquerque, Angela Piedade, Antonio G. Anacleto, Conceição oliveira, Esther Mar, Jaime Prates, Joaquim Baptista, Madalena Macedo Madiorio, Maria Helena Rocha, Mario Rebelo Sousa, Nina Ponces, Nuno Rodrigues, Paulo Fontinha, Tânia Stempkowiski, Teresa Martins.

Maria Antonieta Gonzaga Teixeira
Maria Antonieta Gonzaga Teixeira

Pepita de Oliveira
Pepita de Oliveira

Carlos Zemek
Carlos Zemek

28/01/2016 - 11:49
Imprimir Comunicar erro mais opções

Quebrar todas as regras,
desacreditar todos os anexins,
viver sem um laivo de mágoa,
porque quem espera, desespera
e eu vivo todos os dias o fim.

A lâmina que seguro pelo fio
Me corta a carne e rio.
Rio, porque o rio em que navego
Vai acabar no mar...e me deixo levar e
Meu pensamento, como meu sangue escorre
Arrebenta, ferve...queima...
Como uma torturada que se conserva viva,
Pra que fale, pra que escreva, pra que grite
Antes que morra...

Antes que morra... se morta já estava,
Porque a vida nada mais é do que sedução e miragens
Cogitações, assombros, encantos fugazes.
O sol que ilumina queima, o amor que incendeia
É cinza no fim.
Tudo nos escorre pelos dedos como água,

Por isso nada mais quero possuir, além de mim.
Vera Albuquerque

Óleo sobre tela de Vera Albuquerque
Óleo sobre tela de Vera Albuquerque


Vera Albuquerque é escritora, poeta e presidente da editora Bolsa Nacional do Livro.
25/01/2016 - 10:43
Imprimir Comunicar erro mais opções
A cidade é uma folha em branco. Nela tudo pode ser impresso: sonhos, poder, dramas, pontes, marquises, mendigos, milionários, mansões, castelinhos e poesia. Escrever em um muro é totalmente diferente de se escrever em uma folha falha de papel. O papel é o sussurro, enquanto a o muro é o megafone.

A poesia marginal utilizou o muro como um megafone para a sua expressão. Aqui, em Curitiba, por exemplo, Paulo Leminski e Alice Ruiz não eram pichadores, mas gritadores de versos públicos. Ocorria o mesmo em Brasília com Nicolas Behr, com Chacal no Rio de Janeiro, Ana Cristina Cesar e Cacaso. O muro é o espaço do grito.

Acontece que, atualmente, observando-se os muros de Curitiba parece que uma nova geração tomou a cidade como folha em branco. Até aí, tudo bem. Até há um saudosismo marginal da década de 70 veiculado até pela cor do spray, mas, também, há o perigo do "liberou geral: tudo é poesia". É possível notar que alguns artistas confundem o gênero pensamento com o gênero poema. Façamos, pois a devida diferenciação entre ambos.

O gênero textual pensamento é marcado pela concisão em transmitir um conceito geralmente doutrinador. Segundo os dicionários ele aproxima-se dos provérbios populares. O foco deste gênero não está na linguagem, mas na mensagem. Em outras palavras, a função referencial da linguagem se sobrepõe à função poética. Neste caso, não temos poema. Repare no exemplo a seguir, de autoria da jovem poeta Giovanna Lima, uma das expoentes da poesia de rua, que assina seus poemas com suas iniciais G.L.

Disfarçar amor
é crime
LIMA. Giovanna

Considerando a definição do gênero pensamento , é possível classificar este texto, não como poema, mas como pensamento. É notório seu discurso doutrinador e quando falo doutrinador, não significa autoritário, mas focado em uma lição de moral, transmitindo um ensinamento. Ora, o poema não tem função pedagógica, a menos que esteja em um livro didático sendo utilizado como pretexto para o ensino de algum tópico gramatical. Logo, o texto em questão não é um poema, mas um pensamento.

É claro que nem tudo o que um poeta escreve é poesia. Como diria Manoel de Barros "a poesia está guardada nas palavras" e não no pensamento expresso por palavras. A seleção é uma segunda autoria. O poeta é responsável pelo que escreve e mais responsável ainda pelo que publica, seja na página rebocada ou no muro em branco.

Em Curitiba, por pura falta de formação crítica e estética, muitos dos que se consideram poetas acham que tudo o que produzem é poesia. Parece que eles são possuídos por uma entidade infalível que lhes revela os "segredos dos versos". Então, tudo o que escrevem, publicam e por isso vemos cada livro de poemas que dá vontade de chorar, não de emoção ou fruição estética, mas de tristeza. É engraçado que a mesma entidade que ajuda o que se diz poeta a escrever não o ajuda a vender. É claro! Para vender boa poesia já é difícil, quem dirá vender versinhos de pé, mão, joelho, fêmur, cotovelo (este dói muito em Curitiba), pescoço e crânio quebrados!

É claro que o que eu disse acima não se aplica à jovem Giovanna Lima. Ela, como todo o bom poeta, é uma poeta em formação. Ao mesmo tempo em que ela grita pensamentos nos muros ela nos maravilha com belos poemas, tais como:

Quanto à poética
sou bem resolvida
de hermética
já basta a vida

LIMA, Giovanna

Aqui, já dá para notar o desaparecimento do tom doutrinador, o apagamento da lição de moral, do didatismo e do tom proverbial. É possível notar a preocupação com a linguagem. Rimas alternadas, melodia interessante, o estrato sonoro ensaia alguns voos e a distribuição das palavras nos versos está mais coerente.

Poema de Giovanna Lima - Esse é poema.
Poema de Giovanna Lima - Esse é poema.

No estrato semântico é interessante destacar a antítese interpolada entre vida e poética. Geralmente se considera a poética algo hermético e a boa vida algo bem resolvido, mas o "eu lírico", preso em uma torre hermética onde vive, lança suas tranças aos versos libertos e bem resolvidos. Esta liberdade que só consegue quem trabalha a linguagem e não apenas o pensamento.

Giovanna Lima parece ter talento para o verso, assim como outros poetas de murros e muros, mas precisa tomar cuidado com o que publica. O bom poeta escreve muito, mas seleciona mais do que escreve.
É claro que, pegando carona com os poetas de muros, há os que copiam os poemas de seus livros nos muros. Algo totalmente "FAKE", mais pasteurizado que leite tipo C. Poema de muro não está em livro, está livre!

Ao contrário de muitos cegos que se julgam poetas e que são guiados por outros cegos no intuito de receberem o "osso" de uma publicação ínfima em medíocres coletâneas, Giovanna Lima liberta-se da vida numa poética bem resolvida a giz, a tinta e a murro no muro.
Portanto, leitor incauto, não ache que qualquer coisa escrita no muro é poema. Muitas vezes são conselhos e se conselho fosse bom...

Um abraço a todos os meus exigentes leitores e em especial à jovem poeta Giovanna Lima que, como toda a boa e bem resolvida artista, está convidada a conviver com a crítica, uma crítica que não tem como objetivo desestimular, mas apontar novos caminhos para o que já é bom.

Professor Robson Lima

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
________. Questões de literatura e de estética. 5. ed. São Paulo: Annablume, 2002.
BARTUCCI, Giovanna. Psicanálise, literatura e estéticas de subjetivação. São Paulo: Imago, 2001.
BLOOM, Harold. A Angustia da influência. Rio de Janeiro: Imago, 2002.
BELTING, Hans. O fim da história da arte e a cultura atual. In: _________. O fim da história da arte. São Paulo: Cosac Naify, 2006.
BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In:
. Magia e técnica, arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1996.
BERTRAND, Denis. Caminhos da semiótica literária. São Paulo: Edusc, 2000.
CAMARGO, Maria Lucia de Barros; PEDROSA, Célia (Org.). Poesia e
contemporaneidade. Chapecó: Argos, 2001.
___________;_________ (Org.). Poéticas do olhar e outras leituras de poesia.
Rio de Janeiro: 7Letras, 2006.
CHIAMPI, Irlemar. Barroco e pós-modernidade. In: _______. Barroco e
modernidade. São Paulo: Perspectiva, 1998.
EAGLETON, Terry. As ilusões do pós-modernismo. Rio de Janeiro: Jorge ZaharEditor, 1998.
MOISÉS, Massaud. Dicionário de termos literários. São Paulo: Cultrix, 1997.
PEREIRA, Carlos Alberto Messeder. Retrato de época – poesia marginal anos
70. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1981.
PIGNATARI, Décio. Contracomunicação. Cotia: Ateliê Editorial, 2004.
VASQUES, Marco. Elegias urbanas. Rio de Janeiro: Bem-Te-Vi, 2005.
ZÉFERE. A coesia das coisas. Rio de Janeiro: 7Letras, 2006.
23/01/2016 - 13:58
Imprimir Comunicar erro mais opções

Uma amiga falou: "A Poesia é meu passatempo"

Poesia não é passatempo
não!
Poesia é paixão doentia
foi o pecado da minha juventude
é o vício oculto de minhas noites e de meus dias

Poesia é grito da alma
toxina de antigos alfabetos
que ecoa no mundo das palavras

Poesia é a voz da vida
(multifacetada)
e revela uma passagem para o infinito

Poesia é como um Sol
refletido no oceano dos versos
e extasiado na autocontemplação

Isabel Furini
20/01/2016 - 10:39
Imprimir Comunicar erro mais opções
Depois de duas temporadas de sucesso em 2014 e 2015 volta em cartaz no Guairinha o espetáculo AmorexiA .

Dirigido por Thadeu Peronne, AmorexiA reúne quatro textos curtos e contemporâneos de Douglas Daronco -"Desejo", "Da natureza dos peixes", "Ferida", "As Cegas" e trechos de "Vazio" compondo a espinha dorsal do espetáculo que navega pelo tragicômico e surreal mundo do AMOR com histórias que pulsam e refletem as instigantes relações de amor, desejo e convivências sociais na sociedade. "A montagem navega pelo estranho e bizarro mundo dos relacionamentos humanos, convidando o espectador a um (re) conhecimento das diversas arestas dos amor que invade nossas almas" – comenta o diretor Thadeu Peronne que também atua no espetáculo.



Além de Peronne, compõem elenco os atores Marvhem HD cuja rara voz de contra-tenor interpreta genuínas canções dos antigos cabarés brasileiros e a atriz curitibana Marcelina Fialho vinda de São Paulo especialmente para o espetáculo. Eles vivem e narram histórias, que dialogam entre si e com o público, às vezes provocando e instigando a platéia a se desfazer de preconceitos para apreciar a montagem teatral em toda sua potencialidade e às vezes apenas fazendo rir do mundo e de si próprios.
A atmosfera de AMOREXIA,é inspirada nos antigos cabarés e se mistura com as correntes do Teatro de Vaudeville, Circo de Horror e Surrealismo, que trazem ao espectador também uma reflexão sobre a arte e a vida humana. "É um espetáculo intenso, que passeia entre a metáfora e a poesia, mostrando o que existe por trás de histórias trágicas, mas sem perder o cômico", Amorexia habita no imaginário Cine Teatro Cabaré Amorexia que resiste a intensa especulação imobiliária, uma metáfora a resistência artística teatral.
O espetáculo segue recebendo artistas convidados.Para esta etapa a diretora e atriz Cleide Piasecki, a cantora inglesa mezzo soprano e especialistaa em músicas de cabaré Penélope White, o ator Ranieri Gonzales, a atriz e diretora Mariana Zanette, o ator e pesquisador corporal MMachado Luann, a bailarina e atriz Lia Comandulli e a atriz e cantora Kassandra Speltri .

AmorexiA estreou no fim de outubro de 2014 com patrocínio da Lei Municipal e Incentivo de Curitiba e Incentivo do Banco do Brasil e Celepar. Em fevereiro de 2015 voltou em cartaz no Teatro Guaíra – Auditório Salvador de Ferrante Guairinha , ficando em cartaz por dez dias obtendo sucesso de público e ótimas críticas.

FICHA TÉCNICA
Direção, Concepção Artística: Thadeu Peronne
Textos de Douglas Daronco
Elenco: Marvhem Hardware , Marcelina Fialho e Thadeu Peronne
Assistente de Direção : Marvhem Hadware
Preparação Corporal e Coreografias : Inês Drumond
Criação de Sonoplastia: Ricardo Janotto
Cenário: Aorelio Domingues
Figurinos : Paulinho Maia
Maquiagem : Marcelino de Miranda
Iluminação: Rodrigo Ziolkowski
Produção e Divulgação : Thadeu Peronne
Arte do Material Gráfico : Márcia Széliga
Designer : Axel Guller
Contra-regra : Gladson Targa
Fotógrafo oficial : David D’Visant



SERVIÇO:
AmorexiA

Teatro Guaíra – Auditório Salvador de Ferrante – Guairinha (Teatro Guaíra de Curitiba)
Rua XV de Novembro 971 Centro Curitiba
Data : De 18 a 28 de Fevereiro
Horários : Quinta à Sábado 21:00 h e Domingos às 19h
[Classificação : 14 anos
Informações: Teatro Guaíra (41) 3304 7900 , Diskingresso (041) 30150808 ou com a produção do espetáculo (041)96362133
INGRESSOS
RS 30,00 Inteira + taxa de RS 6,00 Total RS 36,00
e RS 15,00 meia + taxa de RS 6,00 total RS 21,00
www.diskingressos.com.br
18/01/2016 - 19:20
Imprimir Comunicar erro mais opções

A 2ª Guerra Mundial trouxe o medo e em consequência uma arte de cunho mais pesado. Assim o EXPRESSIONISMO nasceu na Alemanha sofrida. Trata-se de uma escola de pintura dramática subjetiva, "expressando" sentimentos humanos. Utilizando cores irreais, dá forma plástica ao amor, ao ciúme, ao medo, à solidão, à miséria humana.

Artistas em destaque:
Edvard Munch, Wassily Kandinsky, Amedeu Modigliani, Paul Klee.

Professora: Liana Zilber Vivekananda

Dia: 27 de Janeiro de 2016
Horário: 14h às 17h
Investimento: R$90,00
Solar do Rosário: Rua Duque de Caxias, 04 - Centro Histórico de Curitiba
Telefone: (41) 3225-6232

14/01/2016 - 10:20
Imprimir Comunicar erro mais opções
Já está na internet o número de Janeiro da Revista Virtual Carlos Zemek de Arte e Cultura - a revista é gratuita e pode ser acessada no seguinte endereço: http://revistacazemek.blogspot.com.br/


Edição de Eloir Jr.
Edição de Eloir Jr.


Neste número além do artigo do artista plástico Eloir Jr. sobre as estátuas da "Praça do Homem Nu", de Curitiba, entrevista com Mary Trezub, atriz, bailarina, professora e coreógrafa, de ballet e jazz, com formação clássica pelo BTG, Baby-class por Ana Botafogo, curso parcial de Artes cênicas pela PUC-PR.
O desafio de poemas com o tema "canetas", aceito pelas poetisas Andréa Motta, Pepita de Oliveira e Van Zimerman; Silas Correia Leita fala do livro "Alveólos de Petit Pavê", de Ricardo Pozzo.

Poemas de Carmo Vasconcelos, Kim Molinero (ambos de Lisboa, Portugal), Adélia Maria Woellner, Rita Santana, Robson Lima e Haroldo Barbosa Filho.

Artigo de Decoração da jornalista Elaine Belletti.

Para o público infantil o poema Sistema Solar - um paradidático que pode ser usado como apoio de aula do ensino fundamental.

Ilustração de Van Zimerman.
Ilustração de Van Zimerman.


A Revista Carlos Zemek de Arte e Cultura é mensal.
< 1 | 2 | 3 | 4 | 5 >
Isabel Furini
 
Isabel Furini, escritora e educadora. Recebeu prêmios em concursos de poesia e de contos. Publicou 15 livros, entre eles: Mensagens das Flores e Ele e outros contos. Também escreve para o público infanto-juvenil. É autora da coleção "Corujinha e os Filósofos" da Editora Bolsa Nacional do Livro de Curitiba.



ARQUIVO
Mês
Ano
 
Hospedado pela: