Falando de Literatura - Isabel Furini
30/07/2015 - 10:26
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Hoje, a partir das 19:30 horas, será o lançamento do livro SOB AS CORES DE MIRÓ de Lia Marcia Finn, nas Livrarias Curitiba, no Shopping Curitiba.

A obra tem contos, poemas e palimpsestos. Lia comenta que seu livro surgiu de seu arrebatamento pela obra do gravurista, ceramista, pintor e escultor Joan Miró.

Vale a pena conferir.

30/07/2015 - 10:05
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Caminhante
Viver de sonhos
Perambular pelas ruas
É louco?
Não.
-é viandante.

Maria Antonieta Gonzaga Teixeira
17/07/2015.


Sina?
É primavera ... é verão...
Não importa a estação.
As roseiras enfeitam os jardins
os espinhos espetam as mãos.
É sina dos jardineiros?
Não -, é trabalho.

Maria Antonieta Gonzaga Teixeira
23/07/2015.

O bem que as artes fazem às pessoas
Vistas na produção dos artistas plásticos,
nas artes literárias e na arte surreal
irão poetizar o mundo de maneira sem igual.

Maria Antonieta Gonzaga Teixeira
29/07/2015.


25/07/2015 - 08:16
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Iniciou ontem à noite, e continuará hoje e amanhã no Memorial de Curitiba, Rua Claudino dos Santos s/n, a III Semana do Livro.

Declamação de poemas, bate-papo, palestras, lançamento de livros, música e show circense farão parte do evento.

Entre os organizadores estão Junior Franco e Alvaro Posselt, eles convidaram poetas e escritores para participar do evento. O objetivo é divulgar autores brasileiros.



PROGRAMAÇÃO

25 de Julho (Sábado)
10h - Abertura
10h - As Marianas declamam
11h – "Não São Pedras" de Tchonsky e Semilla – Show circense
13h – Bate-papo com o autor Gilson de Paula
14h – Mesa com Batista de Pilar e Gerson Guerra
15h – Bate-papo com Ana Rezende e Adrielli Almeida
16h – Wesley André Bate-papo
17h – Luis Ronconi Bate-papo
18h - encerramento



26 de Julho (Domingo)
09h - Abertura
09h – Matheus A.M. Toniolo
10h – Lançamento do livro "A queda dos deuses".
Autor: Eduardo Brindizi
11h –. Bate papo com o escritor Sérgio Lang
14h – Carla Ramos – Da Poesia ao Teatro.
15h – Marcos Cordiolli – O Cinema e a Literatura
16h – Mesa Redonda com Geraldo Magela e Luiz C. Brizola
17h – Banda Mumbai Express

Foto de Rosalina Carvalho.
Foto de Rosalina Carvalho. - Os escritores Rosalina Carvalho e Junior Franco.
Os escritores Rosalina Carvalho e Junior Franco.

Junior Franco convidou autores para divulgar suas obras no evento.
23/07/2015 - 20:33
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Antes desprezadas por estudiosos, cartas hoje são consideradas fundamentais para o entendimento da produção literária.



A 48ª edição do jornal Cândido, editado pela Biblioteca Pública do Paraná, rua Cândido Lopes, 133, centro, Curitiba,traz um especial sobre a troca de correspondência entre escritores. De Rubem Braga a Vinicius de Moraes, de Goethe e Schiller, de Paulo Leminski a Régis Bonvicino, a lista de autores que trocaram cartas é imensa. Esses relatos são cada vez mais utilizados pelos estudos literários para compreender temas, obras e autores.

Especialistas como Pedro Theobald, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), e Marcos Antonio de Moraes, docente da Universidade São Paulo (USP), explicam como esse tipo de material passou anos sendo desprezado pelos estudiosos e hoje é considerado imprescindível para o estudo da produção literária.

"Acreditava-se que era adequado manter uma separação rígida entre o que a pessoa era e o que produzia. Hoje, no entanto, percebe-se que praticamente nada é desprezível, as informações mais ínfimas podem servir não só para documentar a biografia de um autor como também esclarecer o seu processo de criação, a gênese de sua obra", diz Pedro Theobald.

O especial também inclui uma análise feita pela professora da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Ligia Fonseca Ferreira. Ela fala sobre a trajetória de Luiz Gama, intelectual brasileiro negro, e pouco conhecido, a partir da troca de cartas do autor com outros interlocutores.

O escritor paranaense Wilson Bueno também manteve intensa troca de correspondência com o paulistano João Antônio. Duas dessas cartas, cedidas por Luiz Carlos Pinto Bueno, depositário do acervo do escritor paranaense, são publicadas com exclusividade pelo Cândido.

A edição ainda traz um ensaio de Roberto Prado sobre a trajetória do seu irmão, o poeta Marcos Prado, morto em 31 de dezembro de 1996 — além de poemas inéditos do artista que marcou a cena poética e musical de Curitiba nos anos 1980 e 1990.

Para falar sobre biografias, a equipe do Cândido conversou com Toninho Vaz, autor de O bandido que sabia latim, sobre Paulo Leminski — que saiu de circulação devido a um desentendimento do autor com as herdeiras do poeta curitibano. Poemas inéditos de Fabrício Carpinejar e Marcelo Backes, um fragmento de romance de Jair Ferreira dos Santos e um Perfil do Leitor com Dado Villa-Lobos completam a edição.

Serviço
O Cândido tem tiragem mensal de 10 mil exemplares e é distribuído gratuitamente na Biblioteca Pública do Paraná e em diversos pontos de cultura de Curitiba. O jornal também circula em todas as bibliotecas públicas e escolas de ensino médio do Estado. É enviado, via correio, para assinantes a diversas partes do Brasil. É possível ler a versão online do jornal em www.candido.bpp.pr.gov.br. O site também traz conteúdo exclusivo, como entrevistas, vídeos e inéditos.
Fonte: BPP
21/07/2015 - 22:25
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Foram inscritos 425 poemas.

Os jurados: Arriete Rangel de Abreu, Marli Terezinha Andrucho, Neyd Montingelli e Valdir Alvarenga.


1º Lugar


PLENILÚNIO

A Lua branca, a Lua cheia,
Que minh'alma incendeia,
Corre pelo pano do céu,
Tirando, das nuvens, o véu.

Ricardo José de Souza Almeida


Breve Currículo: Ricardo José de Souza Almeida é poeta, escritor, cantor, compositor e engenheiro civil graduado pela UFRGS. Publicou cinco livros de poesias e lançou três CDs. Foi premiado em diversos concursos de literatura. Foi idealizador e membro-fundador da Academia Santanense de Letras. Em 2009, concluiu, com nota máxima, Pós-graduação em Literatura Brasileira na UFRGS. Realiza apresentações musicais em locais diversos. Natural de Sant’Ana do Livramento, reside
em Porto Alegre.

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2º LUGAR
Semente

toda vez
que sua sombra
me invade
faz de mim
árvore

Marco Aurélio Cruz Plácido

"De um impulso, descobri que podia escrever e numa homenagem ao meu falecido irmão, lancei meus primeiros livros de poesia. Seus nomes já dizem tudo: DENTRO DE MIM, OCULTO E PRÓPRIO AMOR. Dentro de mim ocultava meu próprio amore foi o que me levou a querer expandir meu destino, comecei menino a cantar, mas só mostrei depois de lançar o CD "Coleção de Besouros" montei banda e divulgo meu trabalho com shows.Em novembro do ano passado, lancei o 8º livro - H'Amor."

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3º LUGAR

Canção pra Lua

Lua cheia, fria, exaustivamente cantada,
Minha visão a ti está acostumada,
És a luz que me falta,
Luz baixa que brilha alta...

Alan Roger da Silva Dias


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MENÇÕES HONROSAS

O barulho do insconsciente

Ouviste tal melodia
Acalantar teus vales pensantes?
Há um silêncio perturbador
Ou o estrondo tornou-se um semblante?

Júlia Soresini Ramalho Diláscio


Natural de Vitória, Espírito Santo. Estudante de Publicidade e Propaganda. Apaixonada por literatura, música e fotografia. Acredita na poesia como instrumento de reflexão e mudança, seja individual ou perante a sociedade. Afirma que não se pode descartar a força que a escrita tem em impactar as pessoas. Utiliza a frase de Cora Coralina para confirmar sua colocação: "Nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas".


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Anamnese: saudade

Sinto tanto tua falta
que até não respiro direito
o pulmão anda sem fôlego
com a dor que pesa no peito.

Mia Azevedo

Formada em Letras/Português e Inglês, pela Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG, sou professora. E pelo incentivo das professoras da minha vida, aos poucos onze anos, tive minha primeira poesia publicada por meio de concurso literário da cidade de Ponta Grossa.


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Sina

Minha alma é poética
É etílica
É lírica
É romântica fatídica

Isabella Luiz Viana da Costa
É natural de Recife, Pernambuco. Graduanda de letras da Universidade Federal de Pernambuco. Desistiu da área de saúde e criou coragem para se aventurar no mundo das letras e dos versos. Poetisa, escritora e moderadora do blog pessoal Ideologia Clandestina. Tem contos e poesias publicados em sites voltados à literatura.

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Nuvens

Digo-te, nefelibata obstinada
os teus sonhos são válidos
brota, de ti, pele honrada
mistérios, milagres compelidos
Eternarás pilares criados.

Ana Costa
Nascida no Porto (Portugal), licenciou-se no curso de Ciência da Informação, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Escreveu "Misantropia esclarecida" (2014, Livros de Ontem) e é autora de uma das fotografias constantes na colectânea "Penélope" (2014, Livros de Ontem e The Art Boulevard). Vive a escrita e coexiste com ela, numa relação de mútuo suporte de respiração. Ama tudo o que à Arte diz respeito; é hora vaga num mundo niilista.
19/07/2015 - 19:15
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EXPOSIÇÃO "ICONOSTÁSIO" de Eloir Jr.
O elegante Café Bisa Basílio no Água Verde em Curitiba-PR, inaugura nesta segunda-feira dia 20/07/2015 a Exposição individual "ICONOSTÁSIO" do artista plástico e curador Eloir Jr.
Com curadoria de Carla Schwab e do próprio artista, a mostra cultural reúne 12 trabalhos onde Eloir Jr. se inspirou através da observação da religiosidade e devoção do povo eslavo aos ícones sacros.
Sobre seu olhar artístico as imagens sacras são pintadas em vestes eslavas no interior das matryoszkas.



SOBRE A EXPOSIÇÃO:
Nesta série, o artista busca inspiração através da observação da religiosidade e devoção do povo eslavo aos ícones sacros. No interior das igrejas na nave central, há a elaboração de altares em forma de pinturas de imagens de Jesus, Nossas Senhoras, Santos e Anjos, muito particulares na arquitetura da Europa oriental eclesiástica e católica. Sobre seu olhar artístico, as imagens sacras são pintadas em vestes eslavas no interior das matryoszkas.
A reflexão e paz interior estão na forma das Matryoszkas, que significa mamãezinha querida, uma referência a Maria, mãe da humanidade, onde de seu ventre sagrado nascem às imagens e também ao próprio ato de guardar uma matryoszka dentro da outra, nos remetendo a espiritualidade, a alma de cada ser.

A Iconofilia é uma veneração as imagens sacras pintadas inicialmente no mundo bizantino sobre madeira ou pele de animais e no mundo contemporâneo estão no campo bidimensional e em murais religiosos e se caracteriza pela fé e religiosidade em ícones, mantendo o respeito de não tocar nas imagens pintadas, recorrendo assim aos rushnyks, um pano de tecelagem bordada envolvendo o ícone e que invoca o poder espiritual podendo ser tocado, e neste momento proferir orações.

Este ritual sagrado nos remete a introspecção e respeito a seres que aqui estiveram em sua vida humana e nos deixaram mensagens na forma de ensinamentos de amor, compreensão, paz, entre tantos outros que no cotidiano deixamos adormecidos, mas que estão em nossa essência, para tanto esta coletânea nos faz refletir e apreciar com admiração e respeito a um mundo invisível, porém presente em nossas vidas.

SOBRE O ARTISTA:
Nascido em Curitiba-PR, Eloir Jr. é Artista Plástico pós-graduado pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná e graduado pela Universidade Tuiuti do Paraná, colunista cultural do Sztuka Kuritiba e há sete anos é Diretor-curador dos Grupos de Arte Contemporânea ART.CON e ÓIA NÓIS.

Expõe profissionalmente seus trabalhos artísticos em mostras individuais, coletivas e salões de arte desde 1997, obtendo 12 premiações durante este período e suas obras estão em coleções de acervos nacionais, internacionais, livros de arte e cultura e nas edições da Casa Cor Paraná.

Em 2010 representou com suas pinturas o Estado do Paraná na cidade francesa de Vaire-Sur-Marne, e em 2013 participou de exposição no Carrousel Du Louvre em Paris-France.
Há 20 anos é estudioso das etnias européias que imigraram e colonizaram a terra Paranaense, região sul do Brasil, com enfoque principal na cultura eslava da Polônia e Ucrânia, onde não só expressa a pintura sobre tela, como também o artesanato cultural destes países.

Seu trabalho é alegre, colorido e resgata as memórias culturais trazidas pelos diversos povos. Inspirando-se nos folclores polonês, ucraniano, português, italiano entre outros, o artista consegue demonstrar a convivência harmoniosa das etnias que fazem parte de sua terra natal, a terra de todas as gentes.
Em seu percurso artístico se identificou com a linguagem Näife, que traduz a pura expressão ingênua da cultura, hábitos e costumes em harmonia com ícones paranistas, como gralha azul, araucárias e pinhões.



SERVIÇO:

Exposição "ICONOSTÁSIO" de Eloir Jr.
Local: Bisa Basílio Café
Endereço: Rua Coronel Dulcídio, 1822 - Água Verde
Curitiba-PR
Fone: 41 - 3528-6220

A Exposição permanece por 30 dias
De segunda-feira a sábado da 10h às 20h. 
Entrada Franca 
18/07/2015 - 23:04
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A Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná – APAP/PR realiza neste domingo (19), na Sala Osmar Chromiec, em Curitiba, a abertura da exposição "Marítimos" da artista plástica paranaense Neiva Passuello.

"Amo exprimir com cores aquilo que sinto, aquilo que observo. (...) Para mim a pintura é como criar luz" declara a artista.

As crianças são uma temática dominante das obras de Neiva, e as telas conseguem cativar o observador. O trabalho das formas e cores, a plasticidade e a sensibilidade artística de Neiva Passuello provocam emoções no observador. Pela beleza e a técnica das obras já recebeu vários prêmios no exterior.


Serviço
Exposição: "Marítimos"
Data: De 19/07 a 21/08/2015
Horário: 13h30 às 18h (2ª a 6ª feira) e 11h às 13h (domingo)
Local: Sede da Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná – APAP/PR (Av. Jaime Reis, 107, Sala 07 e 11 – São Francisco)
Informações: (41) 3232-0408
18/07/2015 - 16:22
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O poeta e músico Francisco Soares Neto, faleceu ontem, 17 de julho, durante uma apresentação no Cutucando a Inspiração, no TUC (Teatro Universitário de Curitiba).

O poeta Geraldo Magela Cardoso Magela, lamentou a morte do amigo: "Meu coração está destroçado...estou impotente e desolado sob forte comoção. A imagem do multifacetado artista Francisco falecendo na minha frente em plena apresentação poética no TUC "CuTUCando a inspiração" é dolorida."

Brizola (Luiz Carlos Brizola), poeta e um dos encarregados da Feira do Poeta, lamentou a morte de Francisco Soares Neto dizendo no Facebook: "Uma dor sofrida, de lembrar a sua esposa ao lado com o pandeiro para compartilhar com nossa alegria, notei seus últimos momentos quando levantou-se para pegar seu violão, para começar a grande apresentação, mas nos primeiros acordes, do nada tombou no chão,quase todos sem entender, pensamos fazer parte de uma performa, mas infelizmente sem percebermos, ali estava chegando a sua derradeira hora. Que Deus cuide de sua alma."

Lia Marcia Finn, a viúva, também é poeta e mostra sua dor com um texto colocado no Facebook. Vejamos um fragmento: "Aos amigos só posso dizer que todos aqueles que tiveram contato com ele, conheceram o amor, o respeito e a crença na arte como meio de mudança, resistência e luta. Minha dor é grande e não cabe em mim, assim como meu amor."



Alguns de seus amigos, comovidos, escreveram poemas, entre eles Jeferson Bandeira e Rita Delamari:

Quando um poeta parte
parte um pouco da poesia dos que ficam
quando um poeta parte
a poesia se torna pequena, ínfima, fria e perdida
quando um poeta parte
o que sobra sibila nos lábios, mas bem baixinho
quando um poeta parte
a poesia renuncia a matéria e volta a ser apenas aura...
Jeferson Bandeira



Tão sutil como uma pluma
Foi sua passagem
Do violão apenas três acordes
E a poesia se fez viagem!.
Rita Delamari


Nas belas palavras da poetisa Jule V. S. Erthal: "Estou muito sentida com a notícia do falecimento do querido artista. Aliás... artista não morre... Francisco Soares Neto era um homem do bem e de uma mansidão admirável." Os mansos herdarão o Reino dos Céus". Um querido, um doce, enfim, um homem de muita paz e dignidade. Fez sua passagem no palco o que simbolicamente e paradoxalmente é triste e bonito. Mas o artista, o poeta ... fica vivo."

Eu, Isabel Furini, como poeta e como escritora deste blog só posso dizer que Francisco Soares Neto era uma pessoa gentil, inspirada, que amava a poesia, a música e as artes. Foi-se deste mundo no dia de ontem fazendo o que mais amava: música e poesia. Rodeado de amigos e colegas, perto da esposa, iniciando os sons de uma canção, caiu como um guerreiro. Forma abençoada de morrer, gente! Que no plano espiritual da existência Francisco possa continuar compondo poemas e fazendo música.

O poeta será homenageado por poetas, escritores, músicos e outros artistas. A convocação para Homenagem ao Francisco - domingo: 19/07/15 - 9:00 horas - Cemitério Municipal São Francisco de Paula, Curitiba.
17/07/2015 - 13:57
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Neste domingo, dia 19 de julho, a partir das 10 horas, na Feira do Poeta do Largo da Ordem, Centro Histórico de Curitiba, Rosalina Cândida de Carvalho lançará o livro "Sarath - o Despertar".



No prefácio do livro, escrito por Alvaro Posselt, lemos: " Caro leitor, prepare-se para embarcar em uma história de dificuldades,
superação e inspiração diante dos obstáculos e mistérios da vida. Na trilha percorrida pela personagem Cândida, deparamo-nos com suas dificuldades no enfrentamento do dia a dia.

Passamos por realidades tão difíceis que muitas vezes achamos que não vamos superá-las. Temos que ter muita força de vontade para mudar. Esse trecho, que abre o livro, sintetiza e ao mesmo tempo amplia a sua temática ao citar a dualidade dificuldade x força de vontade. A vida é um mistério a partir do momento em que aquilo que nos leva adiante não é visível, concreto, com forma ou cor, pelo contrário, são os sentimentos, a nossa força e fé os pilares de nossa estadia neste mundo.

É isso que vamos testemunhar ao acompanhar a história contada por Rosalina Cândida Carvalho, uma narrativa autobiográfica que se estende por 35 anos, começando pela sua adolescência, aos 13 anos, até a idade madura dos 48 anos, sempre em companhia dos espíritos.

Mas afinal, quais são os limites entre a vida e a morte, entre a luz e a escuridão? Até onde a crença que nos habita pode nos levar, pode nos limitar? O que entendemos como um mundo real? Temos um destino traçado ou vivemos ao acaso? Estamos sozinhos, temos um anjo da guarda ou somos ofuscados pelas sombras? Duvidar é o melhor remédio ou acreditar é a melhor cura?

Entre a crença e o ceticismo, entre a dor e o amor, uma intensa história e um exemplo de vida. Não sairemos ilesos ao término da leitura. Ecoarão interrogações, reflexões, mistérios da vida, dúvidas. Por outro lado, emanará esperança, otimismo, luz e energia, afinal, se não existissem obstáculos, não poderíamos medir a força que temos. Alvaro Posselt
15/07/2015 - 11:52
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Neste sábado (18/07/2015) será o lançamento oficial do livro Esse Amor Que Me Faz Delirar, de Dayane Ribeiro, publicado pela Editora Autografia de Rio de Janeiro. É uma comédia, do tipo Chick-lit, voltada para os "novos adultos". O evento ocorrerá na Livraria da Sílvia, Rua Belo Horizonte, 900 - lj 19. (esquina com Rua Pio XII), Shopping Ritz, Londrina, das 16 às 18h.

Dayane Ribeiro atua na área de marketing há mais de 10 anos, no momento é gestora de marketing de uma indústria de confecção aqui de Londrina. No entanto, nas horas vagas, para liberar-me do stress diário, gosta de escrever: textos, crônicas, contos, mas sem muita intenção de publicação. No entanto, em 2013, descobriu um aplicativo que dava a oportunidade para autores amadores postarem suas histórias e deixarem à disposição de leitores que votavam, compartilhavam e faziam comentários nos capítulos.

Dayane estava um pouco incomodada com os livros "românticos" que tanto faziam sucesso, com mulheres sofridas, homens traumatizados, etc, e resolveu escrever uma história leve, divertida e dinâmica.
Sua ideia era que podia apostar sem medo nos clichês: mocinho rico, triângulo amoroso e final feliz, e ainda assim, oferecer frescor e alguns elementos surpresa.

A história teve seguidores, muitos votos, muitos comentários, até que a história tornou-se maior que aplicativo e ganhou vida nas mãos da Editora Autografia.


Sinopse do Livro:
Esse Amor Que Me Faz Delirar é uma comédia romântica para aqueles que acreditam em amor à primeira vista. Ou para quem não acredita... Depende do leitor. Nesta história, só teremos a certeza de quem é o mocinho no final. Um triângulo amoroso, fofo, engraçado e apaixonante. Dois irmãos: um artístico e sensível, o outro cruel e pés no chão. Ambos disputando pela atenção da desastrada Fernanda, uma caipira do interior que acabou de ganhar uma bolsa de estudos em São Paulo. Será que ela dá conta de fazer a escolha certa — sem quebrar nenhum coração?



Trecho de Abertura da História:
"Eu nunca bati bem da cabeça, a verdade é essa. Quando eu era pequena, meu apelido no bairro, era Fer Furacão. Pois é, um nome delicado como Fernanda, dado a uma matusquela, que era como vovó me chamava.

Vocês provavelmente estão pensando: ''caramba, essa menina devia ser arteira" e, posso falar? Estarão enganados... Eu simplesmente era desastrada, não do tipo fofo que bate a cabeça sem querer, ou tropeça e cai nos braços do garoto que viria a ser o amor de sua vida, nãoooo, m...eu estilo era derrubar a torre de latas de tomate no mercado, incendiar o laboratório de química, matar duas tartarugas atropeladas por patins... E isso foi só o resumo dos melhores momentos da sexta série.

Essa fama me seguia toda parte, portanto, imagine meu alívio quando eu completei dezoito anos, passei no vestibular para Publicidade e Propaganda, em São Paulo, e pude fugir dessa alcunha. A faculdade era particular, e ainda assim, muito concorrida. Era a queridinha das agências, e de lá saíam os grandes nomes da moda neste ramo disputado. Por isso, era com muito orgulho que eu enchia a boca para falar que a aluna de escola pública, leitora compulsiva de romances de banca (euzinha), ganhara uma bolsa de estudos pra lá de badalada, para estudar na escola dos filhinhos de papai paulistas.

Eu estava crente que era o começo da minha vida nova, que em um passe de mágica passaria a ser uma universitária charmosa, ou, se isso fosse esperar demais, pelo menos invisível, coisa que nunca consegui em meus sofridos anos de escola. Eu deveria ter imaginado que, obviamente, era esperar demais... Em apenas duas semanas eu já tinha um apelido e, com ele, uma fama: Fersastre. Triste, não?

Vocês devem estar curiosos sobre como isso foi acontecer, e eu vou contar... Esta é uma história maluca, engraçada para quem ri da desgraça alheia, uma trama que envolve também mentiras, traição, disputas universitárias, estágios concorridos, um animal da roça que foi parar em uma certa sala de reunião e surpreendeu um CEO de bunda de fora, flagrado com a secretária troféu, um amigo que eu achava que era gay... Ah! E o melhor de tudo... Esta é a história de como eu me apaixonei perdidamente..."
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Isabel Furini
 
Isabel Furini, escritora e educadora. Recebeu prêmios em concursos de poesia e de contos. Publicou 15 livros, entre eles: Mensagens das Flores e Ele e outros contos. Também escreve para o público infanto-juvenil. É autora da coleção "Corujinha e os Filósofos" da Editora Bolsa Nacional do Livro de Curitiba.



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