17/05/2013 - 07:18
Segundo a lenda de envolve o nome do monge beneditino Pierre Pérignon, a descoberta do método Champenoise foi pura sorte, ou talvez um empurrãozinho do destino, que queria popularizar o ato de "beber estrelas". Seja como for, o certo é que de lá para cá o consumo não só de Champagne como de espumantes em geral não para de crescer. De acordo com a International Wine & Spirit Research, o consumo de espumantes no mundo aumentou 170% na última década.
O instituto, que trabalhou com uma base de dados de 1.500 companhias em 134 países, concluiu que algumas razões que podem explicar esses números são os custos de produção, que baixaram na última década, o número de novos rótulos que apareceram e, principalmente, o fato de o espumante não ser mais exclusivamente a bebida das comemorações. Hoje em dia, eles são consumidos como aperitivos, em coquetéis e durante algumas refeições mais leves.
Marina Beltrame, diretora da Escola Argentina de Sommeliers, afirma que em seu país, os espumantes - que tiveram crescimento de 20% no último ano - estão sendo muito requisitados na hora de harmonizar pratos como ceviche, sushi e até mesmo carnes vermelhas como o carpaccio. "O espumante também é a bebida escolhida pelos jovens que estão bebendo menos cerveja. É um vinho leve, que relaxa muito rápido e traz bem-estar", explicou.
Fonte: Revista Adega
Diego Juchnievski
14/05/2013 - 15:16
A oficialização da terceira Indicação de Procedência (IP) de vinhos brasileiros, a IP de Altos Montes, aconteceu no dia 18 de abril na Escola Internacional de Gastronomia (UCS/ICIF). Ela foi entregue pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e compreende a região produtora localizada entre as cidades de Flores da Cunha e Nova Pádua.
A Associação de Produtores dos Vinhos dos Altos Montes (Apromontes) pleiteava a distinção, que foi deferida em dezembro passado, desde 2005. "A Apromontes foi criada em 2002 e desde então ocorreu um grande processo de transformação nas vinícolas e produtos da região produtora. Foram realizados muitos investimentos em vinhedos, vinícolas e em enoturismo. Atualmente somos 11 vinícolas preparadas para receber bem e produzir ótimos vinhos. Esse será um marco em nossa história", destaca o presidente da associação, Deunir Argenta.
Para receber o selo da IP, os vinhos da região passarão por processos de seleção, que delimitam o local de cultivo das uvas, as variedades utilizadas na elaboração dos vinhos, critérios de produtividade e outros. Ao todo, 14 vinhos produzidos em 2012 já poderão ser lançados com selo.
Fonte: Revista Adega
Diego Juchnievski
10/05/2013 - 10:10
Além de delicioso e refrescante, o suco de uva feito sem adição de água ou açúcar é ótimo para a saúde. Seus nutrientes fazem com que tenha alto poder antioxidante, tornando-o uma bebida benéfica para pessoas de qualquer idade.
O que é ser antioxidante?
Atividade antioxidante significa a capacidade de prevenir os danos gerados pelos radicais livres, substâncias responsáveis por processos como o envelhecimento e doenças neurodegenerativas.
O suco de uva é antioxidante?
Sim, o suco de uva é considerado antioxidante por trazer uma grande quantidade de polifenóis. São nutrientes que contribuem para a coloração, a acidez e outras características que deixam a bebida mais saborosa. Porém, seu maior benefício é ajudar no funcionamento do nosso organismo. Eles possuem atividade antioxidante, antimutagênica, anticarcinogênica (proteção contra tumores, por exemplo) e antiaterogênica (prevenindo doenças do coração), entre outras.
Que tipo de polifenóis estão presentes no suco de uva?
A uva transfere aos seus derivados uma série de polifenóis, entre eles os flavonoides – como catequina, epicatequina, proantocinidinas e as antocianinas – e os não flavonóides, com destaque para o resveratrol.
Quer dizer que o suco de uva funciona como um remédio?
Não, o suco de uva pode ser um aliado na prevenção de doenças, mas não para sarar um dano já instalado. Assim, as crianças, que sofreram muito menos os efeitos dos radicais livres, com certeza são as mais beneficiadas com o consumo regular da bebida, pois estão "construindo" uma barreira contra a ação dessas substâncias ao longo da vida.
Quanto suco é preciso beber para prevenir doenças?
Existem muitos estudos apontando os benefícios que o suco de uva traz para a saúde. Um deles afirma que 500ml (em torno de dois copos) é capaz de suprir em 100% a necessidade diária de ferro, manganês, cobre e zinco. Esses minerais também ajudam na produção de células vermelhas, relacionadas diretamente com a prevenção da anemia. Para conhecer outras propriedades positivas do suco de uva, visite a seção Benefícios à Saúde
Dra. Caroline Dani – Doutora em Biomedicina e estudiosa do suco de uva Brasileiro.
Diego Juchnievski
08/05/2013 - 11:14
A partir de agora as borbulhas do Champagne estarão ainda mais saborosas. De acordo com um estudo realizado pelo departamento de Química, Alimentos e Farmácia da Universidade de Reading, no Reino Unido, os ácidos orgânicos encontrados no espumante francês podem aumentar a inteligência.
No relatório, publicado na revista Antioxidants & Redox Signaling, os autores explicam que pesquisas relacionando componentes dos alimentos com a melhora na memória é grande, porém, não havia nenhuma mencionando os ácidos fenólicos. Por isso, a equipe incluiu Champagne (o equivalente a uma taça por dia) na dieta de ratos de laboratório por seis semanas e concluiu que os roedores mostraram uma melhora significativa na memória operacional graças à regulação do ciclo celular no córtex e no hipocampo, as partes do cérebro que controlam o aprendizado e a memória.
O líder do estudo, Dr. Giulia Corona, disse que os testes têm os mesmos resultados em humanos. "Uma taça diária de Champagne, por seis semanas, leva ao aumento da memória", afirmou Corona ao Wine Spectator. "Isso indica que os compostos fenólicos do Champagne podem interagir diretamente com as células nervosas, otimizando a comunicação entre as células e estimulando os nervos que conduzem os sinais elétricos no cérebro".
Fonte: Revista Adega
Diego Juchnievski
06/05/2013 - 08:34
Região da Uva e do Vinho na Serra, Campanha Gaúcha e Porto Alegre iniciam mobilização de olho em 2014
A comemoração é estadual, mas a mira está em Brasília. O Dia do Vinho 2013 comemorado no Rio Grande do Sul marcará o início de intensa mobilização de municípios e entidades de classe pela oficialização da data também em nível nacional, 10 anos depois da lei que a instituiu em solo gaúcho. O objetivo é ambicioso: celebrar o Dia Nacional do Vinho, em 2014, a uma semana do pontapé inicial da Copa do Mundo.
Neste ano, a programação do Dia do Vinho se estende de 24 de maio a 2 de junho, entre oito municípios da Região Uva e Vinho na Serra e cinco da Campanha Gaúcha. Enquanto Porto Alegre realiza mais uma edição da Feira do Vinho, de 29 de maio a 2 de junho, na Usina do Gasômetro.
O Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e o Sindicato dos Hotéis Restaurantes Bares e Similares Região Uva e Vinho (SHRBS) pretendem mobilizar pelo menos 200 empreendimentos com oferta de atividades. Esta participação é 20% maior em relação ao ano anterior.
Sob o mote "Viva o vinho! Brinde a vida", a região da Uva e do Vinho se integra ao Dia do Vinho 2013 com Antônio Prado, Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Monte Belo do Sul e, a novidade da temporada, o novo município de Pinto Bandeira. Pela Campanha Gaúcha os municípios representados são Alegrete, Bagé, Dom Pedrito, Rosário do Sul e Santana do Livramento.
A 4ª edição do Dia do Vinho também conta com o apoio das entidades Sindicato Estadual do Vinho (Sindivinho), Bento Convention Bureau, Caxias Convention & Visitors Bureau.
Descontos de até 30%
Durante o período estão previstos descontos na compra ou degustações nas vinícolas participantes, de 10% a até 30%, promoções em hotéis, cursos de degustação, gastronomia, além dos tradicionais Workshop de Mídias Sociais e o Brinde Coletivo. Um novo site, pelo endereço www.diadovinho.com.br, estará no ar a partir da segunda quinzena de abril.
Já na Capital, o sucesso da iniciativa em 2012 trará à Feira do Vinho, novamente, a encenação da chegada dos imigrantes italianos no Rio Grande do Sul. No ano passado, o evento reuniu 28 vinícolas e comercializou mais de 18 mil garrafas de derivados de uva
O foco desta 4ª edição do evento Dia do Vinho estará na marca dos 10 anos da promulgação da lei que instituiu o Dia do Vinho no Rio Grande do Sul, em 12 de dezembro de 2003. O projeto partiu do então deputado estadual Iradir Pietroski (PTB).
Fonte: Vinhos Brazucas
Diego Juchnievski
03/05/2013 - 08:10
O aquecimento global é um problema que tira o sono de muitos produtores de vinho. Muitos pesquisadores dizem que nos próximos 100 anos o mapa vinícola mundial pode estar totalmente diferente do que vemos hoje, que regiões tradicionais, como a França ou a Itália, podem deixar de produzir bons vinhos. Porém, de acordo com alguns novos estudos, o aumento da temperatura média pode, na realidade, trazer alguns benefícios, uma vez que regiões antes consideradas muito frias poderão estar aptas ao plantio de uvas viníferas.
Fernando Zamora, enólogo, pesquisador e professor da Universidade Rovira i Virgili, na Espanha, diz que prefere ser otimista quando trata do assunto. "Eu não tenho dúvidas de que nós ainda teremos vinhedos em regiões tradicionais. E tenho certeza de que novas regiões irão emergir", comenta, adicionando que, na Alemanha já estão sendo produzidos vinhos tintos muito bons em lugares onde o plantio era bem difícil. "Agora a Dinamarca também está começando a produzir vinhos".
Climatologistas que trabalham para a indústria do vinho calculam que até 2050 as temperaturas deverão subir de um a dois graus e que serão acompanhados de eventos climáticos extremos, seja para o frio ou para o calor.
"É bem improvável que as regiões continuem plantando as mesmas variedades e produzindo exatamente o mesmo estilo de vinho, porém, a mudança maior acontecerá nas regiões que têm problemas com a maturação das frutas, pois deixarão de tê-los", opina Gregory Jones, enólogo da Universidade Southern Oregon. "Se as pessoas aceitarem as mudanças de aroma, açúcar e acidez que vão acontecer nas regiões mais tradicionais, elas não terão problema algum", atesta Jean-Marc Touzard, coordenador da ACCAF, comitê internacional que trata de assuntos ligados ao aquecimento global.
De acordo com Jones, Tasmânia, partes da Nova Zelândia e do Canadá, o sul do Chile, Ontário e Inglaterra serão as maiores beneficiadas pelo aumento das temperaturas. "Qualquer lugar do mundo que já foi muito frio há 50 anos, hoje tem temperaturas mais amenas, que propiciam o cultivo da fruta, coisa que não acontecia antes, pois a uva não conseguia amadurecer", completa Jones.
Na contramão do temor, produtores de Beaujolais estão tirando proveito das temperaturas mais altas, que melhoraram a qualidade das uvas, que algumas vezes precisavam passar por processos de adição de açúcar para terem níveis de álcool aceitáveis. "A tendência é que, nos próximos dez anos, as uvas fiquem melhores. Depois disso os produtores podem ter problemas".
Fonte: Revista Adega
Diego Juchnievski
30/04/2013 - 11:00
Essa foi uma das conclusões apresentadas no Seminário Tributação e Competitividade do Setor Vitivinícola apresentado nesta quinta no Sebrae em Brasília
O robusto estudo apresentado no Seminário Tributação e Competitividade do Setor Vitivinícola, nesta quinta-feira, 21, no auditório do Sebrae, em Brasília/DF, mostrou que, além da alta carga de impostos, a sustentabilidade comercial da cadeia produtiva da uva e do vinho é bastante prejudicada pelas diferentes legislações e políticas tributárias aplicadas por cada um dos estados brasileiros.
Os impostos que incidem sobre o vinho – que no Brasil é considerado bebida alcoólica – podem chegar a 67%. No Uruguai os encargos que acabam sendo pagos pelo consumidor ficam entre 22% e 23%, e na Argentina giram entre 30% e 35%, conforme exposição feita durante o evento por representantes da Corporación Vitivinicola Argentina (Coviar) e do Instituto Nacional de Vitivinicultura do Uruguay (Inavi).
O estudo, encomendado pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), e que será encaminhado ao Ministério da Fazenda – que estava com representação no evento –, traz dados alarmantes e mostram os prejuízos que a guerra fiscal entre os estados traz para toda a cadeia produtiva nacional.
"Nosso estudo, além de fazer um raio-x dos graves danos causados pela tributação aplicada ao setor, traz importantes considerações e sugestões. Dentre as alternativas apresentadas constam alterações na legislação nacional, denúncias formais ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas dos Estados pelo não cumprimento da legislação, e fortes medidas judiciais", destacou o advogado Rômulo de Jesus Dieguez de Freitas, da Maja Consultoria, autor da pesquisa.
Reforçando a apresentação, a assessora jurídica do Instituto Brasileiro do Vinho, Kelly Lissandra Bruch, apresentou um estudo complementar defendendo o enquadramento das vinícolas no Simples Nacional. Hoje, como o vinho está enquadrado como bebida alcoólica, não há essa possibilidade. Segundo Kelly, 90% da produção de vinho gaúcho são comercializados por 15% das empresas, sendo que os 10% restantes são vendidos pelas empresas que compõem os outros 85%. "Esse é um forte indicativo de que a grande maioria das empresas é de pequeno porte e se enquadraria no Simples Nacional, o que faria com que a informalidade e a sonegação reduzissem drasticamente."
Julio Gilberto Fante, coordenador do grupo de planejamento tributário do Ibravin, foi categórico ao afirmar que o estudo demonstra a total irresponsabilidade tributária do país e a falta de monitoramento do cumprimento das leis. Ele destacou a carga tributária aceitável no Uruguai e na Argentina, que é simplificada e sem escalas, demonstrando o respeito e a importância que o setor vitivinícola recebe naqueles dois países. "Aqui, o vinho chega a ser onerado em 250% até chegar ao consumidor."
Um exemplo da diferenciação de tratamento recebido pelo setor na Argentina foi apresentado pelo contador e executivo da Câmara de Exportadores de Mosto da Coviar, Sergio Colombo. Ele informou que o Governo do país editou uma medida que possibilita que as empresas reinvistam até 14% dos impostos devidos para modernização tecnológica nos vinhedos, na aquisição de maquinário e na qualificação da mão de obra para a elaboração de espumantes. Como o resultado se mostrou extremante positivo para o setor, este benefício tributário foi reeditado no ano passado no país vizinho. Este tipo de tratamento, segundo Fante, se configura em um bom exemplo de incentivo que poderia ser replicado no Brasil para auxiliar a competitividade da cadeia produtiva.
O evento foi realizado pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e apoio do Fundo de Desenvolvimento da Vitiviniculura (Fundovitis), da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul (Seapa/RS).
Na oportunidade também foram lançadas as cartilhas Legislação Vitivinícola e Como formalizar uma vinícola, de autoria da advogada, editadas pelo Ibravin e Sebrae Nacional.
Fonte: Ibravin
Diego Juchnievski
26/04/2013 - 09:59
Segue em alta no Brasil o número de mulheres em busca de conhecimentos sobre vinhos
As confrarias femininas vêm ganhando cada vez mais destaque no Brasil, prova disso é o crescimento do número de adeptas que segue em grande proporção. Eu conversei recentemente com a Maria Lúcia Rodrigues, presidente nacional da "Amigas do Vinho" maior confraria feminina do Brasil. Maria Lúcia começou a confraria por acaso em 2003 reunindo um grupo de amigas no Rio de Janeiro , e o grupo ganhou tanta dimensão que hoje conta com cerca de 8 mil mulheres espalhadas em todo o país. Cada estado possui sua presidente e faz independentemente sua reunião periódica, e quando é possível, é claro, os estados de reúnem. De acordo com Débora Takushi, presidente da Confraria Feminina em São Paulo, o próximo encontro nacional deverá acontecer em breve na Expovinis, na capital paulistana, no próximo dia 24 de abril. "O intuito é ganhar ainda mais força. "revela Débora.
Para Maria Lúcia a criação das confrarias femininas no Brasil, tem sido de grande utilidade e fortalecimento da cultura do vinho em nossas terras. "A confraria possibilitou a mulher a entrada no cenário do vinho, com isso a adesão aos cursos vem crescendo cada vez mais, ofertando as mulheres conhecimento geográfico, história e cultura", destaca Maria Lúcia.
Atualmente, a confraria feminina esta presente em 08 estados brasileiros. Para quem quiser mais informações de como participar, basta acessar o site:http://www.amigasdovinho.com.br/
Fonte: vinplaisir
Diego Juchnievski
22/04/2013 - 08:56
As vendas portuguesas de Vinho do Porto para o Brasil estão em alta, com os melhores números desde 2005, segundo dados do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP). Nos primeiros dez meses do ano foram 4,47 milhões de euros negociados, valor que colocou o mercado brasileiro no "Top 10″ de consumidores de vinho do Porto, cujas vendas totalizam 279,8 milhões de euros de janeiro a outubro. As importações do tradicional vinho cresceram 43% em relação a 2009. Atualmente, os dez principais consumidores de vinho do Porto são França (24,4% do valor total), Portugal (13,3%), Holanda e Bélgica (10,9% cada), Reino Unido (10,6%), Estados Unidos (7,2%), Canadá (4,9%), Alemanha (3,7%), Dinamarca (3,2%) e Brasil (1,6%).
Fonte: Tribuna do Norte
Diego Juchnievski
16/04/2013 - 15:50
O Observatório Vitivinícola Argentino divulgou, recentemente, um informativo analisando a evolução do comércio de vinhos pela Internet. Segundo as estatísticas, a participação das vendas de vinho pela Internet cresce ano a ano e isto fica evidenciado no comportamento de mercados como Inglaterra (5,45 % do toal de venda de vinhos) e Estados Unidos (4,7% do total de vinhos vendidos).
No Brasil, o comércio de vendas de vinhos pela Internet ainda é muito pequeno como mostra o quadro abaixo:
Números expressos em milhões de litros:
Fonte: Area del Vino
Diego Juchnievski