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15/11/2017 - 21:13
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Todos os dias vemos inúmeros anúncios nas redes sociais de animais perdidos e encontrados. Muitos usam coleira, mas sem nenhuma identificação, fica mais difícil conseguir unir pets e tutores. E fazer isso não é difícil, basta usar as plaquinhas de identificação. Há inúmeros modelos, dos mais variados preços. E sempre tem pet shop que faz promoção, vendendo o conjunto de coleira e placa, já gravada, por valores bem em conta.

Para quem tem um cão destruidor de plaquinhas como o meu, existem coleiras onde o nome do pet já vem gravado. Comprei pela internet, porque infelizmente não encontrei aqui em Londrina. O preço fica um pouco mais caro, até por conta do frete, mas valeu a pena, porque ele vivia arrancando as plaquinhas e eu morria de medo dele fugir e ficar perdido.

E para quem tem muitos pets e não tem como comprar as plaquinhas, há muitas maneiras de improvisar uma, basta dar uma olhada rápida na internet. Já vi gente usando aquelas canetas de tinta permanente e escrevendo na própria coleira o telefone do tutor. Sempre há uma maneira, o importante é identificar o animal, para que caso haja algum imprevisto, ele possa ser levado de volta para casa.
09/11/2017 - 08:26
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Fim do ano está chegando e muitos já estão programando suas viagens, porém, em alguns casos, não podemos levar nossos amiguinhos, os pets. E é nessa hora que surge a grande dúvida: o que fazer com nossos companheiros de quatro patas?

Uma das opções existentes é deixá-los em um hotel para cães. E, apesar do aperto no peito, a escolha poderá proporcionar uma experiência incrível para o animal, pois lá ele terá contato com outros amiguinhos peludos e desfrutará de atividades que farão com que sua estadia seja divertida e dinâmica, amenizando assim a falta de seu tutor.

Feita a escolha do hotel, é necessário que o tutor tome alguns cuidados, como optar por um serviço de referência, ou seja, algo que seja indicado por pessoas confiáveis e que você conheça.

O próximo passo é fazer uma visita ao local e, nesta visita, se atentar para o atendimento e acolhimento de seu pet pelos funcionários. Verifique também a segurança do hotel, o espaço onde seu animal será acomodado e se ficará solto ou preso.

Outro cuidado é informar-se sobre a rotina do hotel: quais atividades serão oferecidas e a disponibilidade de um veterinário no local, além de averiguar qual o tipo de ração eles trabalham (e se não for a mesma que seu pet está habituado, disponibilize a própria ração dele aos funcionários, pois desta forma evita-se uma provável dor de barriga e outros desconfortos).
Tomada as devidas precauções, vem o mais importante: adaptar o animal ao novo local e à nova realidade, amenizando ao máximo o estresse dele ou algum tipo de trauma. O indicado é levar seu pet dias antes, deixá-lo por períodos curtos no local e ir aumentando gradativamente o tempo de permanência dele lá.

Forneça ao local um pano com o seu cheiro e os brinquedos preferidos do amigo, assim, ele se familiarizará melhor e se sentirá mais seguro e confortável.

Por fim, atualize todas as vacinas e vermífugo! Além de ser uma das exigências dos hotéis que fornecem este tipo de serviço, o cuidado mantém a imunidade do animal boa, pois o estresse também pode provocar situações que mexam com a saúde dele.

Com estes cuidados os tutores poderão viajar com a consciência tranquila e sabendo que o amigo está se divertindo.

Boa viagem!

Por Paula Miranda, adestradora e franqueada da Cão Cidadão
30/10/2017 - 07:00
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Apesar das noites mais frias, os dias têm sido de calor intenso. Se nós humanos sofremos com isso, esse calorão todo pode ser bem perigoso para os animais. O uso de roupas em cães e o horário de passeio deve ser observado, para evitar queimaduras nas patas. Mas os gatos também podem ter problemas, sofrendo até hipertermia, que é a elevação da temperatura corporal.

"O corpo do gato não tem a mesma capacidade que o nosso de liberar calor, então, aquece-se rapidamente. A hipertemia é um problema muito grave e que poder levar o felino até a óbito ", explica a médica veterinária da Equilíbrio e Coordenadora da Comunicação Científica, Bárbara Benitez.


Como evitar a hipertermia:

•"Nunca deixe seu gato em lugares fechados ou abafados por muito tempo. Se você mora em um apartamento, instale redes de proteção para poder manter sacadas ou janelas abertas durante sua ausência";

•"Certifique-se de que seu animal tem um lugar escondido do sol para se abrigar. A temperatura ideal do corpo de um felino está entre 37,5°C e 39,5°C, mas pode variar de acordo com o ambiente."

•Hidratação é essencial. "Sempre deixe vasilhas de água fresca em casa e mantenha seu felino interessado em consumi-la: vale colocar pedras de gelo ou até instalar bebedouros fontes, pois gatos adoram água corrente".


Sintomas:

"Os sintomas mais comuns de hipertemia são vômitos, desorientação, cansaço, respiração intensa e aumento da frequência cardíaca. Se em um dia de calor o tutor perceber esses sinais, deve levar o animal para um lugar ventilado, oferecer um pouco de água e refrescá-lo com uma toalha molhada. Depois, leve-o imediatamente para o veterinário", finaliza a veterinária.
26/10/2017 - 07:00
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Você já ouviu falar em enriquecimento ambiental e como ele pode não só melhorar a qualidade de vida do seu pet, mas também ajudar a resolver alguns problemas como destruição de objetos ou ansiedade de separação?

Todos sabem o quanto é saudável levar seu animal para passeios regulares, brincar com bolinhas, entre outras atividades, porém, o que poucos sabem é que, quando você está ausente, trabalhando, estudando, assistindo televisão ou recebendo uma visita e seu pet fica sozinho em casa ou sem sua atenção, ele também precisa de entretenimento não só físico, mas mental, e isso nada mais é do que enriquecer o ambiente, pois, desta forma, ele não se sentirá atraído a morder móveis, sapatos ou chorar sentindo sua falta. A atitude pode até mesmo evitar o desenvolvimento da compulsão (lamber as patas até feri-las).

Gatos e cães gastam 80% do seu tempo, quando não estão dormindo, caçando ou fazendo varreduras à procura de alimento, sendo assim, os pets podem ficar entediados ou frustrados quando não são estimulados. O enriquecimento ambiental fornecerá novas experiências e aumentará as opções de escolha, bem como ampliará o bem-estar do animal.

Como enriquecer o ambiente?

A resposta é simples e você não precisará de muito: estimule o animal a procurar seu alimento escondendo petiscos ou ração para ele buscar. Você pode escondê-los também em uma garrafa pet vazia com alguns furos na lateral, pois conforme o animal for brincando o alimento vai caindo, instigando assim seu instinto de caça e proporcionando a ele horas de entretenimento.

Outra opção deliciosa e divertida é o sorvete. Pegue a ração ou o petisco, misture com água, coloque em um pote e congele em uma forminha. Depois, dê ao pet e ele ficará horas lambendo e mordendo o gelo.

Brinquedos também são ótimas opções, principalmente os mastigáveis, pois os animais gostam do desafio de destruir coisas.

O coco verde é um brinquedo delicioso e barato, eles podem passar horas desfiando suas fibras e caso engulam alguns pedacinhos não fará mal.

Existem brinquedos que são ótimos para esconder petiscos, porém, é importante, na hora de adquirir estes brinquedos, levar em consideração a idade do animalzinho, seu estágio de desenvolvimento e, é claro, o gosto de cada pet.

Seguindo estas dicas você poderá deixar o ambiente do seu amigo mais interessante e divertido, evitar alguns problemas sem deixar de estimular seus instintos e ainda fazer com que ele seja um pet saudável não só fisicamente, mas também mentalmente.

Por Paula Miranda, adestradora e franqueada da Cão Cidadão
19/10/2017 - 07:00
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A hora da refeição nem sempre é o momento mais agradável na vida de um gato. Às vezes, eles têm o hábito de comer a ração que está no meio da tigela e deixar a borda cheia de grãos e, ainda assim, reclamam que estão sem comida.

Outra situação é quando eles começam a comer e param, voltam a comer e param novamente, levando vários minutos para se alimentar de uma porção pequena. Tem ainda alguns felinos que puxam a comida para fora do prato, fazendo sujeira por toda a volta. Há, também, aqueles que são mais obedientes, mas quando estão em frente ao prato de comida se tornam mau humorados e bravos, especialmente com outros gatos da casa.

Para o médico veterinário da Max Cat e Gerente Técnico Nacional, Marcello Machado, tudo isso ocorre devido ao excesso de sensibilidade nos bigodes, os felinos se irritam quando estes encostam na borda de pratos e potes de ração. "Os bigodes dos gatos, também chamados de vibrissias, são órgãos sensoriais, receptores táteis, que são conectados aos músculos da face e ao sistema nervoso que enviam para o cérebro diversos sinais para ajudar o felino a entender o ambiente", explica.

Não importa a quantidade de ração que você coloca no pote, o gato sempre come o meio e deixa o restante nas beiradas. E depois fica miando para repor a ração, como se o prato estivesse vazio. Também pode acontecer do gato jogar a ração para fora do prato antes de comer. "Pode parecer frescura ou que está sem fome, mas o motivo é a ‘Fadiga dos Bigodes’ que confunde as informações que enviam ao cérebro sobre o ambiente em que se encontram", declara Machado.

Outro motivo pelos quais os gatos não comem a ração na beirada do prato é basicamente uma questão de geometria: gatos têm focinhos que dificultam que eles alcancem a beirada do comedouro tradicional. Quando tentam pegar a ração dos cantos, eles batem o focinho sensível na borda e precisam girar a cabeça e puxar os grãos com a língua.

Marcello explica que os bigodes também são capazes de detectar a menor mudança de direção do vento, ou ondas de som e vibrações. "Por isso, é importante encontrar uma melhor forma de alimentá-lo, um pote adequado e não o estressar. Caso ainda persista a dificuldade da alimentação, é importante procurar um veterinário", finaliza.
Erika Gonçalves
 
Formada em Jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina em 1997. Apaixonada por bichos desde sempre, mas sem vocação para ser médica veterinária. Já teve um "zoológico" em casa quando criança. Está sempre buscando novidades sobre o comportamento animal. É repórter da Folha de Londrina.



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