11/12/17
30º/16ºLONDRINA
 -
 -
07/12/2017 - 14:56
Imprimir Comunicar erro mais opções
Se o ano termina para o Londrina com uma ótima performance em campo - título da Primeira Liga e quinto colocado na série B -, fora dele não há muito a se comemorar. Nunca a relação clube/torcida/cidade esteve tão fria e por isso o número de torcedores no estádio do Café foi tão baixo.

Levantamento das quatro divisões do Campeonato Brasileiro - séries A, B, C e D - mostra que o Londrina é apenas o 48º em média de público no futebol brasileiro. O Tubarão terminou a série B com uma média de 2.999 pagantes.

Em 2016, o LEC foi o 37º, com média de 4.927. Uma queda de 40%, justamente quando 2017 acabou sendo mais vitorioso que o ano passado. Intrigante realmente.

O número de 2017 em si já é muito ruim, mas alguns outros pontos chamam a atenção para a baixa presença da torcida do LEC no estádio do Café. Somente cinco clubes que jogaram a série B ficaram atrás do Londrina - Criciúma, Oeste, Náutico, Luverdense e Boa Esporte. Até o vice-lanterna ABC levou mais gente aos estádios: média de 3.126.

O ranking mostra que oito clubes que disputaram a série C e cinco que jogaram a série D tiveram médias melhores que o LEC. Inclusive, o Operário, campeão da série D. O time de Ponta Grossa aparece na 36ª posição, com média de 4.517 pagantes no Germano Krüger.

O Londrina conseguiu algumas proezas negativas como ter apenas 695 pagantes na vitória por 4 a 1 sobre o Brasil de Pelotas ou 787 pagantes no empate com o Oeste. Imaginar públicos como esses em uma série B realmente é decepcionante.

Se o planejamento dentro das quatro linhas e, consequentemente, os bons resultados precisam ser exaltados, algo que precisa ser modificado totalmente para o ano que vem é a relação que o Londrina tem com o seu torcedor/consumidor.
06/12/2017 - 18:42
Imprimir Comunicar erro mais opções
Ao deixar o Londrina, o técnico Claudio Tencati falou de duas propostas que tinha para trabalhar nos Emirados Árabes. Quem acompanhou o primeiro jogo do Mundial de Clubes da Fifa que começou nesta quarta-feira (6) nos Emirados Árabes se assustou ao olhar para o banco de reservas do time da casa.

O Al Jazira, que venceu por 1 a 0 o Auckland City, da Nova Zelândia, com gol do atacante Romarinho, é comandado pelo técnico Henk ten Cate. É isso mesmo. Não é muita coincidência? Pois é, mas ainda não é o Claudio Tencati que embarcou para o oriente, mas que parece ser um bom presságio, ah isso parece.

Al Jazira
Al Jazira


Henk ten Cate é holandês de Amsterdã e tem 62 anos. Ex-jogador de futebol profissional, trabalhou como auxiliar do Barcelona, com Frank Rijkaard, e no Chelsea. Trabalhou ainda como gerente do Ajax. Assumiu o Al Jazira em 2016.
05/12/2017 - 16:57
Imprimir Comunicar erro mais opções
A trajetória do técnico Claudio Tencati foi quase que impecável a frente do Londrina nos últimos sete anos. Por tudo que construiu, o treinador estará sempre no topo dos treinadores mais vitoriosos da história do alviceleste.

Com tantos números positivos, apenas uma situação rasura de leve o currículo do treinador alviceleste. Tencati sai do LEC sem jamais conseguir vencer um dos integrantes do trio de ferro em Curitiba. A última vitória alviceleste em Curitiba foi no Paranaense de 2009, quando ganhou do Paraná por 2 a 1, na Vila Capanema.

Desde que a SM Sports e Tencati assumiram o LEC em 2011, o Londrina jogou 15 vezes em Curitiba. Foram 11 derrotas e quatro empates. Um aproveitamento de 8,88 %. Nestes confrontos, foram quatro derrotas para o Coritiba e para o Atlético e três para o Paraná. Outros três empates com o rubro-negro e um com o Coxa.

Porém, o inverso também é quase proporcional. Diante dos três grandes rivais, o Londrina foi muito forte em casa. Nestes últimos sete anos, foram 21 duelos diante da torcida, com 11 vitórias do LEC, nove empates e apenas uma única derrota, com aproveitamento de 66%.

O único revez foi naquele inesquecível 4 de março de 2013, quando o Coxa venceu por 1 a 0, com a super ajuda do árbitro Felipe Gomes da Silva e mais de 30 mil pessoas no estádio.

Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube
Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube - Ricardinho terá a difícil missão de substituir Tencati no comando do Londrina
Ricardinho terá a difícil missão de substituir Tencati no comando do Londrina


No Café, o LEC venceu cinco vezes o Atlético, que não ganha em Londrina desde 2005, e três o Coritiba e o Paraná, que não sabe o que é vencer por aqui desde 2000. Foram ainda cinco empates com o tricolor, três com o rubro-negro e um com o Coxa.

Ricardinho
terá nas costas o peso de todo o legado vitorioso deixado por Tencati e também a árdua missão de acabar com a "síndrome do Barigui".
04/12/2017 - 14:59
Imprimir Comunicar erro mais opções
Assim como aconteceu em 2017, o Londrina vai disputar a Copa do Brasil do ano que vem pela sua classificação no ranking de clubes da CBF. Como não conseguiu a vaga pelo Paranaense, o Tubarão vai entrar graças novamente a sua boa participação na série B.

O novo ranking da CBF será atualizado nos próximos dias, mas a projeção do próprio LEC é que o clube estará posicionado entre o 40º e o 36º lugar, com 3.700 pontos, mais ou menos. O alviceleste é atualmente o 42º colocado, com 2.993 pontos. Com isso, o Londrina deve herdar a sétima vaga através do ranking, que garante a participação para dez equipes. Este ano, o LEC ficou com 10ª vaga do ranking.

O Londrina estará posicionado no pote três, que irá enfrentar os rivais do pote sete, piores colocados no ranking. O sorteio dos confrontos da primeira fase acontece no próximo dia 15, na sede da CBF. Com isso, o Tubarão estreará fora de casa e jogará por empate na partida única. Na segunda fase, também em jogo único, em caso de empate, a definição será nos pênaltis. O alviceleste foi surpreendentemente eliminado este ano na primeira fase pelo Gurupi (TO).

A Copa do Brasil 2018 terá uma premiação recorde que poderá chegar a R$ 68 milhões para o campeão. Outra novidade é que o gol fora de casa não será mais critério de desempate em nenhuma fase. A competição começa nos dia 31 de janeiro e as finais serão nos dias 10 e 17 de outubro.

Os representantes do Paraná na Copa do Brasil do ano que vem serão Coritiba, Atlético e Cianorte pelo Estadual, e Londrina e Paraná pelo ranking da CBF.

Atualizado às 17h57

A CBF atualizou oficialmente o ranking e o Londrina é 40º colocado, com 3.707 pontos. A Federação Paranaense de Futebol continua em sexto lugar entre as federações, atrás de SP, RJ, Minas, RS e SC.
01/12/2017 - 17:30
Imprimir Comunicar erro mais opções
O Brasil não tem do que reclamar do sorteio dos grupos para a Copa do Mundo. Os adversários do grupo E não assustam e a seleção brasileira é muito favorita para terminar em primeiro.

Claro que não é uma baba de grupo, mas também está muito longe de serem adversários perigosos. A Suíça, rival da estreia, joga sempre por um 0 a 0, já que do meio para frente é sofrível. Fez uma grande campanha nas eliminatórias, com nove vitórias e somente uma derrota para Portugal, mas estava em uma chave fraca - Hungria, Ilhas Faroe, Letônia e Andorra.

A Costa Rica também não tem nada de excepcional na parte técnica e é grande freguês brasileiro em Mundiais - duas derrotas e um 5 a 2 em 2002. Se destaca muito mais pela virilidade do time do que qualquer outra coisa. Conseguiu uma classificação dramática na penúltima rodada das eliminatórias. Tem tudo para ser a lanterna do grupo. A Sérvia talvez seja o melhor time entre os adversários, do ponto de vista técnico, mas nada que impressione também. Vai brigar diretamente com a Suíça pelo segundo lugar.

Miladen Antonov/AFP
Miladen Antonov/AFP


Talvez a maior dificuldade do Brasil na Rússia sejam as longas viagens. Como ficará concentrada em Sochi, a Seleção terá que fazer três deslocamentos nas primeira fase para atuar em Rostov, São Petersburgo e Moscou. Ida e volta serão mais de sete mil quilômetros. Avançando, a seleção brasileira jogará em pelo menos outras duas cidades diferentes.

Apesar das distâncias continentais, as viagens em uma Copa são amenizadas em razão dos voos fretados e dos batedores, que sempre garante trânsito e deslocamentos livres. Até o intervalo de cinco dias entre as partidas da primeira fase diminuem o desgaste.

Com o Brasil se classificando em primeiro da chave e dando a lógica nos outros grupos também, a Seleção tem tudo para ter um caminho bem tranquilo até a semifinal. Encararia um único campeão mundial - Uruguai ou França - apenas nesta fase, aumentando as chances de ir longe no Mundial.

O caminho inicial é bem suave para os brasileiros e a permanência na briga pelo hexa vai depender muito mais do que os comandados de Tite vão apresentar do que qualquer outra situação na Rússia.
Lucio Flávio
 
Formado em Comunicação Social/Jornalismo. Repórter da Rádio Paiquerê AM desde 1997 e da Folha de Londrina desde 2012. Participa de coberturas esportivas nacionais e internacionais



Sites Sugeridos
 
ARQUIVO
Mês
Ano
AVISO: Opiniões e informações contidas nos blogs hospedados nesta plataforma são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem os valores do Portal Bonde.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE