22/11/17
30º/17ºLONDRINA
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03/08/2017 - 12:29
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Wasyl Stuparik, além de ator, produtor e diretor, trabalhou no rádio com o pseudônimo de BASÍLIO JUNIOR.
Foram várias áreas de atuação: Sonoplastia, iluminação, vídeos folclóricos, documentários institucionais e gravação de áudio. No momento ele tem seu próprio estúdio. Conheci esse estúdio de rádio quando fui convidada para fazer leitura de alguns de meus poemas. Outros trabalhos de minha autoria foram lidos pelo também radialista e contador de histórias Carlos Daitschmann. Foram também convidadas para interpretar os seus trabalhos minhas talentosas amigas poetisas: Adélia Maria Woellner, Arriete Rangel de Abreu e Isabel Sprenger Ribas.

Carlos Daitschmann gravou, entre outros, os poemas de minha autoria: A Noite de Pedro Páramo, Obscuro Retrato de Clarice, Vírgulas e 21 poemas de Isabel Furini.

Para escutar os poemas clicar neste link:
http://www.oradiodoparana.com.br/



WASYL SUPARYK TEM UMA LONGA TRAJETÓRIA PROFISSIONAL

Rádio Emissora Paranaense / Rádio Curitibana / Rádio Guairacá / Rádio Clube Paranaense (Rádio Teatro) – Rádio Tinguí / Rádio Independência / Rádio Cruzeiro do Sul / Rádio Difusora de Ponta Grossa – TV Paranaense Canal 12 / TV Tupi Canal 4 (SP) – TV Cultura Canal 2 (SP – Assistente de Direção de Darcy Ribeiro e Mário Fanuchi Diretor Artístico) / TV Paraná Canal 06 Curitiba – Fundação Teatro Guaira – Sonoplasta – Melhor Iluminador Nacional (Festival Nacional de Paschoal Carlos Magno – São Carlos (SP) – Produtor e Promotor do Corpo de Baile do Teatro Guaira / Criador de Músicas para Ballet de Yuri Czabelewski e Yara de Cunto (Vencedora do 1º Festival de Escolas de Dança de Curitiba / Diretor e Produtor de Espetáculos Teatrais / Promotor de Eventos Folclóricos de Curitiba ( Ucraniano Barvinok e Polonês)
Cinema – Gravação do som guia do filme GUERRA DOS PELADOS , Gravação do som guia do Filme ALELUIA GRETCHEN, ambos de Silvio Bach, JORNAIS DE CINEMA de Carlos Rochembach / Inúmero comerciais de TV e Cinema para diversas Agências de Publicidade – Estúdios de Som – Máster Estúdio de Som (1ª Gravadora Profissional em Curitiba – Montagem) / Supersom (SP) Representante Técnico para o sul em afinação de cabeças de corte de acetatos para estúdios profissionais / Audisom (Curitiba) / Primus Produções e Promoções (Curitiba) / RGE (SP) Mixador Orquestral e Canto./ Cinegrafista TV Educativa – CNT (Curitiba), Produtor Autônomo;
02/08/2017 - 12:24
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Primeiramente não posso deixar de citar aqui a atenção e a amabilidade de Joana R.L. Rolim em presentear-me com suas duas últimas obras. Um livro de belas poesias; e seu romance, O Sorriso do Gato Sedutor. (Sedução na Internet).

Tenho lido muito nos últimos dois anos. Mas confesso novamente que o seduzido aqui fui eu. Da primeira a última página desse romance, espargiu-se ao longo dele, pura originalidade na condução do enredo. Diálogos na internet entre dois (à princípio) desconhecidos explodindo em proporções abissais.
Não, não vou me prender ao enredo. Mas às qualidades inerentes a essa extraordinária condução da escrita de Joana Rolim, professora de Português e de Literatura brasileira; além de ser dramaturga, atriz e diretora de teatro.

Como é visível a estonteante sensibilidade de quem está do outro lado da tela em situação completamente escura, mesmo sob toda a luminosidade dos neons do PC. Joana Rolim se mostra imensa no íntimo - e ainda - extraordinária ao detalhar, no plano da ficção-real, a angústia, muitas vezes, de ver florescer uma paixão iminentemente plausível, mas de uma corrosiva decepção, ao final.
Um dos capítulos, o de número II, 'Outono Sensual' é uma entrega. Um 'abrir de cortinas' para a grande apresentação dançante de uma espécie de Margarita Zelle, ou Mata Hari, com as mesmas luzes de neon da telinha do computador, misturando-se aos gorjeios milimétricos dos e-mails ansiosamente abertos, cheios de poemas puros e impuros, ou, simplesmente, pedaços de paixão entranhados entre as teclas, cada uma, apertada vagarosamente, na dança das digitais sem rumo, sentindo enrijecer do espetáculo: "... Ainda sob efeito de seu poema...', confessa Dakini, personagem duo, dessa epopéia digital, na apoteose do gozo único e inesquecível.

Tudo nesse livro tem começo, meio e fim. Tem enredo multicolorido, através de confissões multicores, multiideias. Um texto arrasador, desfigurado de mesmices implosivas e de roteiros iguais aos romances comprados nas padarias das esquinas.

Uma linguagem indiscutivelmente elétrica. Sim. Quando a gente liga o computador de casa, imediatamente recebe uma carga energética vinda de muito longe, até atingir o medidor de alimentação. Assim é a harmonia simétrica - enfileirada - de cada parágrafo deste valioso 'O Sorriso do Gato Sedutor', de Joana Rolim.

O livro mostra a beleza e a qualidade elencada nas músicas envolvidas nas conversas com Dakini. Luciano Bruno, musicalidade perfeita. De 'Quizás' ao 'Tema de Lara', passando por 'Moonligth Serenade'. Um enredo com fundo musical gracioso, romântico, sensual, entrecortado por leituras ofegantes de poemas raros, feitos - uns - para o outro.

Ainda menções honrosas de autores: Sartre, Rousseau e Stierg Larsson - ah! fantástica trilogia - onde a personagem Lisbeth Salander foi deveras maior que o próprio criador. Lisbeth, a heroína do século 21, sem ter nascido neste século, teve como ancoradouro a menina Pippi Langstrump, a personagem principal de três livros infanto-juvenis da autora sueca Astrid Lindgren, editados em 1945-1948. É uma menina invulgar, "a mais forte do mundo", com sardas na cara, e tranças vermelhas. Aí, Larsson criou uma Pipi adulta, segundo li em suas 'relembranças'. (Permita-me, Sr. Larsson, comparar a sua Pipi-mulher, com a nossa menina-Joana Rolim).

Como se vê, Joana Rolim navega num mar de conhecimento gnóstico, pois a essência da imortalidade de uma paixão digital, acabou transcendendo à própria autora e seu personagem 'Dark', num emaranhado de situações cósmicas, envolvendo comportamento, reações bioquímicas, neurofisiológicas, hormonais e psíquicas.

A beleza de tudo é Joana Rolim ter colocado isso no papel de forma inteligível, submergindo o leitor nos cabos coxiais, nas fibras óticas, ou par traçado, misturando esses feixes de luz ao sangue de quem a lê.
Os sabres de laser, mostrados em 'Guerra nas Estrelas', ao contrário, no livro de Joana Rolim - feixes óticos cibernéticos - guerreiam, como luzes via internet e e-mails, traduzindo passagens incríveis, podendo variar entre 'você é menina-pecado', ou, simplesmente, 'uma orquídea amarela para você'.
Tanto que desse enredo, acredito eu, deve ter saido o outro livro - poesias - da autora - "O sensual, de uma forma só nossa". Ou vice-versa!

E para alguém, como Joana, nascida na beira de um rio (São Mateus do Sul), sua veia literária deve permanecer ativa, além de sua mortalidade corporal. Seu romance me fez ver além dos montes. Fez-me pensar 'mais alto do que, apenas, palavras'.

Esse ímpeto corajoso de Joana Rolim e sua forma de encarar a realidade, me lembrou, igualmente, a letra de 'Louder Than Words', do último CD do Pink Floyd, chamado de 'Rio sem Fim'. Diz: "(...) É mais alto que palavras/ Essa coisa que fazemos/ Mais alto que palavras/ A maneira que isso se desenrola/ É mais alto que palavras/ A soma de nossas partes/ A batida de nossos corações/ É mais alto que palavras/ Mais alto que palavras."

Mhario Lincoln é Presidente da Academia Poética Brasileira

31/07/2017 - 19:56
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A edição de agosto do projeto Um Escritor na Biblioteca tem como convidado o romancista José Luiz Passos. O encontro acontece nesta terça-feira (1º), às 19h30, no auditório da Biblioteca Pública do Paraná. O jornalista e cronista Luís Henrique Pellanda faz a mediação do bate-papo, em que o convidado fala sobre suas obras e experiência de leitura. A entrada é gratuita.

Nascido em Catende, Pernambuco, em 1971, José Luiz Passos é crítico, tradutor e romancista. Há mais de duas décadas vive nos Estados Unidos e atua como professor titular de literatura brasileira e portuguesa na Universidade da Califórnia (UCLA). Formado em sociologia, é autor dos livros de ensaios Ruínas de linhas puras (1998) — sobre as viagens de Macunaíma, o célebre personagem de Mário de Andrade — e Machado de Assis, o romance com pessoas (2007), em que interpreta a influência do autor de Dom casmurro na imaginação moral do realismo brasileiro.

Passos fez a sua estreia na ficção com o romance Nosso grão mais fino (2009). Com O sonâmbulo amador (2012), foi vencedor do Prêmio Portugal Telecom de 2013 (atual Prêmio Oceanos). O seu mais recente livro, lançado em 2016, é O marechal de costas — romance histórico baseado na trajetória de Floriano Peixoto.

Elogiado pela construção de seus personagens, José Luiz Passos tem sido apontado como um dos mais destacados autores da literatura brasileira contemporânea. "O sonâmbulo amador é um dos romances mais bem urdidos dos últimos anos", apontou o crítico Alfredo Monte, em resenha na Folha de S.Paulo.

O projeto
Um Escritor na Biblioteca é um projeto realizado pela Biblioteca Pública do Paraná na década de 1980 e retomado em 2011, com a participação de autores brasileiros de variadas gerações, entre os quais Affonso Romano de Sant'Anna, Elvira Vigna, Marçal Aquino, Luci Collin, Marcelino Freire e Ana Miranda. Os depoimentos são gravados e, posteriormente, publicados no jornal Cândido e editados em formato de livro pelo Núcleo de Edições da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná.

Serviço
"Um Escritor na Biblioteca", com José Luiz Passos
Dia 1º de agosto (terça-feira), às 19h30, no auditório da Biblioteca Pública do Paraná (R. Cândido Lopes, 133 — Curitiba/PR)
Entrada franca
Mais informações: (41) 3221-4974

Fonte: BPP

29/07/2017 - 01:31
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Neste Sábado, (29/07/2017) Osmarosman Aedo participará da tarde de Declamações Poéticas, no Café do Paço, Praça Generoso Marques 189, Centro, Curitiba das 14h30 às 15h30. A entrada é franca.



OSMAROSMAN AEDO – (Entre os portais da arte – Texto de Silvana Mello e Omarosman Aedo)

Com cinco décadas dedicadas integralmente à arte, Osmarosman Aedo tem uma trajetória artística de muito brilho, muitas realizações e alguns percalços como em qualquer trajetória de vida e profissional.

Sem ter que se especializar em somente um segmento artístico, dentro de seu amadorismo profissional (se vê assim), desenvolveu conhecimento nas áreas da literatura, dramaturgia, dança moderna, manequim (moda), música, regência prática, arranjo, composição e canto, se deixando envolver com outros profissionais de onde tirou toda experiência que carrega até hoje.

Já teve canções gravadas por artistas famosos como Xuxa, Leci Brandão, Abel Duerê, Banda Laranja Mecânica e outros. Tem livros publicados no Brasil e várias antologias internacionais, com prêmios e seleção acadêmica e Academias de Letra, sendo reconhecido em toda cidade por onde passa ou mora.

Hoje residindo em Curitiba vem deixando marcas de aprendizado e realizações, das quais, em forma de reconhecimento, vem acontecendo.
27/07/2017 - 14:24
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Será lançado em 27 de julho, 19h30m, no Clube Curitibano, em Curitiba, o livro "A Guerra dos Fanáticos, o Contestado". de João Luiz Fiani. O livro foi publicado pelas Produções Editoriais Catalina, de Curitiba/PR.
Fiani, atual Secretário da Secretaria do Estado da Cultura do Paraná, além de ator e diretor é autor de quase 100 peças para teatro.

Isabel Furini
 
Isabel Furini, escritora e educadora. Recebeu prêmios em concursos de poesia e de contos. Publicou 15 livros, entre eles: Mensagens das Flores e Ele e outros contos. Também escreve para o público infanto-juvenil. É autora da coleção "Corujinha e os Filósofos" da Editora Bolsa Nacional do Livro de Curitiba.



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