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148 por 25

31 dez 1969 às 21:33
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Se no Campeonato Paranaense a briga pelo título, matematicamente possível para seis equipes, é realisticamente limitada a três clubes, ao redor do país outros 25 estaduais têm 148 hipotéticos candidatos, uns com mais, outros com menos chances. Números que não incluem o Amapá, que só deve realizar seu estadual no 2º semestre.

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Três deles têm somente dois clubes ainda na briga, com situações bem parecidas. No Rio de Janeiro, o Botafogo decide o 2º turno com o Flamengo. Como já ganhou o 1ª turno, pode ser campeão sem a necessidade de fazer a grande final. Mas caso o Mengo ganhe o returno, os dois voltam a se enfrentar, em duas partidas para decidir o título.

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A favor do Fla pesa a escrita de que, das seis vezes em que o clube foi bi, em quatro delas emendou com o tricampeonato (algo que só não aconteceu nas duas primeiras oportunidades, em 1914-15 e 1920-21).


No Gauchão, a situação é a mesma, trocando-se o Botafogo pelo Inter e o Flamengo pelo Caxias. E em Pernambuco, o Sport, campeão do turno, só precisa de um empate com o Náutico, na última rodada do returno para ficar com a taça. Se o Timbu vencer, os dois fazem a decisão em duas partidas.


Outros quatro estaduais têm três times na briga. O Paraense, com Remo e São Raimundo disputando vaga na final contra o Paysandu; o Catarinense, em que Joinville e Chapecoense decidem quem encara o Avaí; o Cearense, com o Ceará esperando o adversário que sai do duelo entre Guarany e Fortaleza; e o Potiguar, em que o Assu está na final, que será contra ABC ou Potyguar de Currais Novos.

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Com quatro candidatos à conquista são sete estaduais. Quatro deles com semifinais tradicionais. Na Bahia, com confrontos entre Atlético Alagoinhas e Vitória e Bahia e Fluminense de Feira de Santana; em São Paulo, com os quatro grandes; em Minas com Atlético x Rio Branco e Cruzeiro x Ituiutaba, com clara vantagem dos clubes de BH que venceram as primeiras partidas; e em Goiás com Goiás e Atlético que já praticamente eliminaram, nos jogos de ida, os rivais Itumbiara e CRAC, respectivamente.


No Distrito Federal, Gama, Brasília e Dom Pedro II lutam na última rodada do quadrangular peo direito de fazer a final com o Brasiliense, provável campeão. Na Paraíba, Treze, Campinense e Queimadense disputam o título do 2º turno com o Sousa, que já venceu o 1º. Situação idêntica ao Sergipano, com Sete de Junho, Itabaiana e Sergipe desafiando o Confiança.


Em Roraima, são apenas cinco os participantes, todos ainda com chances, apesar do Roraima ter vencido o 1º turno.


No Espírito Santo, apenas o lanterna Rio Bananal está fora da disputa, que conta com outros nove candidatos. No interminável Sul Mato-Grossense (que já teve 128 jogos e 399 gols), dez clubes já garantiram por antecipação a vaga na segunda fase e outros oito já estão eliminados. Algo parecido com o Mato-Grossense, agora com metade dos 16 clubes que iniciaram a disputa.


Dos sete estaduais restantes, o Amazonense, o Tocantinense e o Maranhense estão longe da decisão, cada um deles com dez participantes. O Rondoniense, que chegou a metade da primeira fase, com oito equipes na disputa, tem como destaque o pior time da temporada no país: o Pimentense, que perdeu as sete partidas que disputou, marcando apenas três gols e sofrendo 43 (as piores derrotas foram para o Vilhena, por 13 a 0, e para o Shallon, por 10 a 0).

Em Alagoas e no Acre, todos os dez participantes brigam pelo título do 2º turno, incluindo os campeões do 1º: ASA e Juventus, respectivamente. E no Piauí, o 1º turno será decidido por Flamengo e 4 de Julho, que no 2º turno reencontram-se com outros dez adversários.


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