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Erika Gonçalves
Erika Gonçalves
28/05/2019 - 10:07
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O inverno está chegando e é necessário que alguns cuidados sejam tomados com nossos queridos companheiros de quatro patas.

Filhotes e idosos devem ter uma atenção maior, porém, não quer dizer que os jovens também não sintam frio. Por isso, agasalhos são muito bem-vindos a todos, visando sempre o bem-estar dos peludos.

Tapetes de borracha e o E.V.A podem ser utilizados como isolante e não permitir que o frio do chão tenha contato com o animal. Use essas superfícies para brincar com eles dentro de casa, evitando sempre o contato com o piso frio.

Para os cães que dormem fora de casa é muito importante evitar que a casinha esteja posicionada em locais com forte corrente de ar, assim, os pets poderão ter uma noite tranquila de sono. Além disso, o uso de cobertores ou borrachas no interior da casinha pode ajudar a manter a temperatura do corpo do cãozinho.

Muitos cães adoram destruir cobertas e tapetes. Nesse caso, melhore o enriquecimento ambiental de seu amiguinho com ossos, brinquedos, caixas de papelão para que eles possam destruir (sempre observe se o cão não ingere o papelão), brincadeiras de buscar bolinhas e com atividades físicas. Tudo isso pode auxiliar a diminuir a vontade de estragar os objetos.

Outro cuidado que deve ser tomado no inverno é em relação à tosa dos pelos. Evite tosá-lo nesta época do ano, pois os pelos ajudam a manter a temperatura corporal dele. Para evitar os nós nos pelos, escove o seu pet todos os dias.

Apesar daquela vontade que temos de ficar todo preguiçoso dentro de casa, é muito importante manter a rotina de passeios dos cães e suas atividades físicas. Para a proteção deles, não esqueça nunca das vacinas, pois, principalmente no inverno, eles podem ficar mais vulneráveis a doenças.

Com todos esses cuidados, você e seu "aumiguinho" poderão ter um inverno agradável e quentinho, com muito amor e carinho.

Por Paula Miranda, adestradora e franqueada da Cão Cidadão.
18/04/2019 - 13:34
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Está aberta a temporada da comilança de chocolate. Seja na forma de barras, ovos ou bombons, a Páscoa geralmente vem acompanhada de cacau. E quem tem pets em casa, já sabe, eles vão fazer aquela cara de dó implorando por um pedacinho. Mas a menos quantidade de chocolate pode causar vários problemas bem sérios, inclusive a morte, por isso, nada de ceder à tentação. A teobromina, presente no chocolate, é a responsável pelos transtornos.

Pixabay
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Quando os bichinhos comem chocolate, eles podem ter vômitos, diarreia, aumento de contrações musculares, excitação nervosa, micção em excesso, elevação da temperatura corporal, respiração acelerada, taquicardia, arritmia, convulsões e podem até evoluir para o óbito.

"Uma dose tóxica para os pets é de 100 miligramas por quilo de peso corporal do animal, assim, se o pet pesa 2 kg, 13 gramas de chocolate já são capazes de causar uma grave intoxicação. Quanto mais escuro e amargo o chocolate, mais cacau presente e quanto mais cacau, mais teobromina" explica Larissa Seibt, médica do Centro Veterinário Seres do Grupo Petz.

E não pense em substituir o chocolate escuro pelo branco. Embora em menor escala, o chocolate branco também pode causar efeitos adversos aos pets.

Ovos para pets - Se quiser mesmo comemorar a Páscoa com eles, procure os ovos de páscoa produzidos especialmente para pets. São ovos de Páscoa com aroma de chocolate, mas sem o cacau, e feitos com farelos à base de soja benéficos à saúde animal. O tutor, entretanto, não deve exagerar. Embora indicado para todas as raças, a quantidade diária de consumo dos ovos especiais deve ser pequena.

"Como qualquer tipo de alimentação, a quantidade deve ser controlada. Embora seja saborosa e atrativa ao pet, o seu consumo deve seguir as recomendações dos fabricantes para evitar problemas digestórios e maiores intercorrências", diz Dra Larissa.

Nesta época do ano é preciso redobrar o cuidado com os doces e guardá-los em lugares seguros das patas curiosas! O aroma adocicado também atrai gatos sujeitos aos mesmos efeitos colaterais.

O açúcar e gordura presentes no chocolate e outros doces além do risco de intoxicação, aumentam a probabilidade do animal desenvolver diabetes, obesidade, ter aumento de tártaro, cáries e perda de dentes.

"Doces como chocolate, balas, biscoitos, além da substância já mencionada, contêm xilitol, que também é prejudicial para o fígado do pet. Podem ser dadas aos animais algumas frutas, como a melancia sem sementes, por exemplo, mas em pequena quantidade também. Recomendamos aos tutores antes de introduzir qualquer nova alimentação na dieta do pet, procurar um médico veterinário", orienta a Dra Larissa.
29/03/2019 - 10:20
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Atualmente, uma nova linha de pensamento tem surgido em relação aos alimentos do pet. Muitos acreditam que a ração não é o suficiente ou não é adequado para proporcionar mais qualidade de vida ao animalzinho.

Dessa forma, tutores tem recorrido cada vez mais a alimentação natural. Mesmo porque hoje existem empresas especializadas em marmitas próprias para cães, porém, não devemos esquecer de que antes de introduzir qualquer tipo de alimentação é preciso procurar um nutricionista especializado em pets, pois é ele quem avaliará o animal e confeccionará um cardápio específico.

Contudo, não podemos deixar de falar em alimentos que são proibidos para os cães, porque ainda existem muitos tutores que não resistem àquela carinha fofa que eles fazem na hora da nossa refeição e acabam oferecendo um pedaço daquilo que estão
comendo.

Veja algumas dicas de alimentos que NÃO devem ser oferecidos aos animais.

Chocolate – é altamente tóxico para o cachorro e para o gato, devido à presença de uma toxina chamada teobromina. O organismo deles não consegue metabolizar essa substância, que pode até levar o animal a óbito.

Abacate e folhas de abacate – possui uma toxina chamada persina, que pode provocar diarreia e desidratação no animal.

Uva (inclusive as passas) - nenhum tipo de uva deve ser dado aos cães, pois elas podem trazer um grande risco à saúde dos pets e podem acarretar, inclusive, em um quadro agudo de insuficiência renal.

Alho e cebola – estes dois alimentos podem causar lesões no sistema gastrointestinal dos animais, pois contêm uma substância chamada dissulfeto de n-propril, que altera a hemoglobina - pode provocar a destruição dos glóbulos vermelhos e causar anemia. Inclusive, eles também podem levar o animai a óbito.

Massas fermentadas – Massas que contenham leveduras, como a da pizza, podem expandir dentro do estomago e intestino e produzir grandes quantidades de gazes, resultando em vômitos e fortes dores abdominais.

Macadâmia - a ingestão dela pode causar vômito, tremores, dores abdominais, confusão mental e problema nas juntas.

Leite e derivados – os mais comuns aqui são os sorvetes e queijos. Eles podem fazer muito mal para o cachorro, provocando vômitos, diarreia e alergias de pele. Em alguns casos, o açúcar no sorvete ou no iogurte podem contribuir para a obesidade dos cães. Algumas pessoas dão iogurte natural sem açúcar, porém, antes disso, o mais indicado é conversar com o veterinário antes.

Sal (sódio) – comidas com excesso de sal são comprovadamente perigosas para a saúde humana. Para animais, o risco é ainda maior, podendo ocasionar vômitos, diarreia, depressão, tremores e até febre. Esses são alguns alimentos que podem prejudicar severamente a saúde de seu amigo. Como dito no início, o ideal é procurar um veterinário especializado em nutrição para que seja feita uma avaliação do pet em relação à alergia e intolerâncias, para poder oferecer alimentos corretos e ricos em nutrientes, com tudo o que nossos animais precisam consumir para que tenham uma vida longa e saudável ao nosso lado.

Por Paula Miranda, franqueada e adestradora da Cão Cidadão.
08/02/2019 - 10:12
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* SOS Vida Animal
Sábado, 9 de fevereiro, no Mercadão da Prochet (Avenida Harry Prochet, 305), das 10h às 16h.

* Associação Amigo Bicho
Sábado, 9 de fevereiro, na Cobasi (Avenida Madre Leônia Milito, 2121), das 10h às 17h.

* Projeto Sete Vidas
Domingo, 10 de fevereiro, no Shopping Boulevard, das 11h às 20h.

Para adotar é preciso ser maior de 18 anos, apresentar documentos pessoais e comprovante de residência, passar por entrevista e assinar termo de adoção.
23/01/2019 - 12:17
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É instinto dos cães viver em grupo, e estar sempre perto é uma forma de eles garantirem que está tudo bem e que estão seguros ao nosso lado. A convivência com os cães pode gerar apego, o que não é necessariamente ruim, mas o problema pode aparecer quando o nosso amiguinho passa a não conseguir mais lidar com momentos em que precise ficar sozinho em casa.

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Hoje é comum que os pets tenham acesso à casa, ao sofá e até mesmo à cama dos tutores, e, com isso, o cãozinho passa a querer sempre ficar perto dos humanos (e, claro, nós normalmente amamos), o que pode ser o início de um problema chamado ansiedade de separação.

Por que isso ocorre?

Nós sabemos que os cães são extremamente sociáveis, além de serem mestres em dar e receber carinho, mas o que nos esquecemos é que os cães necessitam de algumas atividades básicas para que os seus instintos sejam supridos.

Ao longo dos anos, deixamos a vida dos nossos pets mais simples e com o máximo conforto possível, no entanto, muitas vezes esquecemos de seus instintos, o que pode levar o amigo de quatro patas ao tédio quando estão sozinhos. O problema começa quando o animal só tem atividades quando os seus tutores estão em casa e, nos momentos em que precisa, acaba apenas sofrendo pela ausência de seu tutor.

O que fazer?

O ideal para ter um cão sem ansiedade de separação é que ele aprenda a ficar só. Para isso, contamos hoje com a ajuda de muitos brinquedos interativos e recheáveis, além de treinos, o que diminuem gradativamente o estresse do peludo quando fica sozinho.

Sintomas


Os cães com ansiedade de separação podem babar em excesso, raspar a porta com as patas e, nesses casos, podem até machucar as unhas por conta das arranhaduras intensas no momento de desespero. Além disso, fazer as necessidades nos locais inadequados também é um exemplo de que o pet pode estar incomodado sem a sua presença.

Outros, entram em estado de apatia a ponto de não ter apetite ou sentir vontade de beber água. Alguns latem de maneira excessiva, uivam e andam de um lado para o outro, fora a automutilação, que é comum nesses casos, como lambeduras em excesso, correr atrás do próprio rabo e se machucar.

Treinamento

Os treinos devem acontecer de forma gradativa, pois busca-se compreender o momento exato em que o cão começa a sofrer.

Um exemplo é quando o cão observa o seu tutor trocar de roupa pela manhã, pegar a sua bolsa e as chaves e, mesmo antes da partida, já começa a latir ou tremer. Alguns se mordem, em casos mais graves, somente por observar esse momento.

É a partir desse ponto que o treino deve ser iniciado, sempre com associações positivas nos momentos de se trocar, por exemplo. Para aguçar a vontade e o entusiasmo do pet, use petiscos, brinquedos e ossinhos simultaneamente a essas tarefas diárias.

Se você já tentou usar esse tipo de treino e não deu certo, chame um profissional para te auxiliar da melhor forma.

* Por Paula Miranda, franqueada e adestradora da Cão Cidadão
Erika Gonçalves
 
Formada em Jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina em 1997. Apaixonada por bichos desde sempre, mas sem vocação para ser médica veterinária. Já teve um "zoológico" em casa quando criança. Está sempre buscando novidades sobre o comportamento animal. É repórter da Folha de Londrina.



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