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Erika Gonçalves
Erika Gonçalves
20/11/2018 - 13:38
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Quem possui animais de estimação em casa sabe que manter o ambiente limpo, organizado e cheiroso é um desafio. No entanto, não é preciso abrir mão de conviver com os pets para conseguir uma casa bem higienizada e segura para a saúde de todos, inclusive dos animais. Segundo o biomédico e microbiologista Roberto Figueiredo, o Dr. Bactéria - embaixador da EsfreBom, marca Bettanin - existe uma série de doenças que podem ser provocadas pela presença dos animais (como sinusite, rinite, asma, giardíase e toxoplasmose), mas garantir um ambiente limpo é relativamente fácil, especialmente se utilizar os produtos e utensílios corretos.

Atenção aos produtos utilizados!

"Antes de começar a limpar a casa, lembre-se que você tem um animal de estimação. Portanto, nunca use água sanitária e cloro nos locais onde o pet circula, pois esses produtos podem causar dermatite de contato na patinha e pele dele," explica. A sugestão do especialista é que os proprietários olhem sempre a composição dos produtos químicos na embalagem para se certificarem que não causará danos. "Produtos que levam amônia em sua composição também devem ser evitados, pois o cheiro estimula o cãozinho a urinar nos locais onde essa substância foi utilizada."

Adeus cheiro ruim

Mesmo com a higiene do pet em dia, o odor do animal costuma predominar na maioria das casas. Para eliminar o cheiro, o Dr. Bactéria recomenda uma solução prática e eficiente: "Em um balde, misture nessa sequência: 1 litro de água, ¼ copo de álcool, 1 colher de sopa de bicarbonato, ½ copo de vinagre branco e 1 colher de amaciante. Coloque em um borrifador e utilize nos locais onde o cheiro está mais forte." Depois disso, para manter o odor agradável dos ambientes, opte por aromatizantes de ar com fragrâncias suaves.

Limpando o xixi do lugar indevido

Mesmo os cães mais adestrados, vez ou outra, podem urinar no lugar errado. "Para limpar o xixi utilize um papel toalha ou pano para tirar o excesso do líquido. Depois, borrife a mistura caseira para higienizar e eliminar o cheiro forte."

Sem pelos pela casa

Pelos podem provocar ácaros que, somados à sujeira habitual da casa, aumentam a possibilidade de crises alérgicas - nos proprietários e nos pets, podendo também provocar doenças respiratórias e alérgicas. Gatos, especialmente os mais velhos, costumam soltar muitos pelos por toda a casa. Quanto aos cachorros, isso ocorre especialmente nas épocas de troca de pelagem. Para atenuar o problema, uma dica é manter sempre tosados e bem escovados.

"Quando os pelos estão por todo o chão da casa, para realmente eliminá-los, é importante evitar varrer o local, o que estimularia a suspensão dos mesmos pelo ar. No chão, utilize um bom mop e panos de microfibra nos móveis, pois ambos retém a sujeira, mesmo as micropartículas, e evitam que o pelo seja transferido de um local para outro. Aspiradores de pó também são boas opções, especialmente para quantidades maiores de pelos. Para finalizar, utilize os rolos adesivos para limpar o sofá, por exemplo, e outras superfícies."

Roupas de cama e utensílios

Para os donos que permitem que seus pets fiquem em camas é importante realizar a troca de fronhas, lençóis e cobertores duas vezes por semana. A caminha do pet também deve ser higienizada com a mesma frequência. Quanto aos utensílios utilizados por ele, como pratinhos e brinquedos, a limpeza deve ser diária.

E nunca é demais lembrar que os produtos de higiene devem ficar bem guardados, fora do alcance dos pets. Se o seu cão ou gato tiver algum problema de alergia, consulte o veterinário sobre quais produtos usar na limpeza.
13/11/2018 - 12:58
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O Papai Noel já tem data para chegar ao Shopping Catuaí Londrina.

A partir desta quarta-feira, 14, às 19 horas, o bom velhinho já estará a postos para receber cartinhas e os pedidos das crianças. E os pets também terão vez, com um trono especial para tirarem fotos com ele. Vale lembrar, porém, que só devem ser levados os animais que estejam acostumados a esse tipo de passeio, afinal, a brincadeira deve ser divertida para todos!!

Divulgação
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E para os pequenos humanos, o "O Show Da Luna!", animação de sucesso indicada ao Emmy Kids Awards com os personagens Luna, Júpiter e Claudio, já está pronto para as brincadeiras. Um grande espaço na praça de eventos do Shopping recebe diversas atividades infantis que serão realizadas em meio a um cenário de muita cor, brilho e toda magia do Natal. Entre festões, luzes, presentes e árvores de Natal, as crianças poderão curtir um playground com experimentos utilizando uma visão lúdica que faz referência a episódios do desenho animado "O Show da Luna!" e descobrir respostas para perguntas típicas do universo infantil.

Os pais poderão registrar seus filhos vivendo esses momentos de encantamento e aventura com suas próprias câmeras e telefones celulares. Entre as atividades está um foguete gigante com um piso interativo em tecnologia color pixel, para fazer a criançada dançar e acertar as cores. Para essa etapa da brincadeira, será cobrado um ingresso de R$ 15, para duração de 15 minutos, com acréscimo de R$ 1 por minuto adicional. Além disso, na parte paga da atração, há um circuito de obstáculos que termina em um escorregador em forma de tubo, Spin Bike Art e Stop Motion.

Serviço:

Natal Show da Luna!
Local: Praça de eventos
Gratuito
Horário de funcionamento das atividades: de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 11h às 20h.

Foguete Gigante da Luna
Preço: R$ 15, para duração de 15 minutos, com acréscimo de R$ 1 por minuto adicional.
07/11/2018 - 14:58
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Os Correios colocaram em circulação nessa terça-feira (6) a emissão especial "Série América: Animais Domésticos". A emissão é composta por 30 selos que apresentam as melhores fotos de animais de estimação de funcionários da empresa.

O tema Animais Domésticos foi definido para emissão de selo postal em 2018 pela União Postal das Américas, Espanha e Portugal (Upaep), da qual os Correios são membros. A empresa realizou um concurso interno com os empregados, que enviaram fotos de seus pets. O resultado foi a seleção dos 30 melhores registros fotográficos.

Divulgação
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A série, uma verdadeira amostra do amor que os donos têm por seus pets, é composta por 15 cães, dez gatos, um coelho, um peixe, uma galinha, um trio de periquitos australianos e uma calopsita. As técnicas utilizadas para a confecção das peças foram fotografia e computação gráfica.

A emissão tem tiragem de 600 mil selos, com valor facial de R$ 1,55 cada. As peças estão disponíveis nas agências do País e também na loja virtual.

Com assessoria de imprensa
30/10/2018 - 07:00
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A obesidade é uma doença causada pelo excesso de gordura corporal e representa um dos problemas de saúde que mais acometem os animais de estimação atualmente. Não existem dados estatísticos no Brasil, mas estudos recentes nos Estados Unidos e Europa mostram a prevalência de 24% a 44% de cães e gatos com sobrepeso ou obesos. Estima-se que no Brasil esse índice supere os 40%, uma prevalência muito alta.

Animais nessas situações precisam de tratamento orientado, inclusive porque o excesso de peso acarreta outros problemas ao longo do tempo, como doenças ortopédicas, cardiorrespiratórias, diabetes, problemas urinários, distúrbios reprodutivos, neoplasias, doenças dermatológicas e complicações anestésicas, afetando de forma determinante sua saúde e longevidade.

"Os cuidados com a escolha do alimento e o manejo alimentar são fundamentais para prevenir e combater o excesso de peso, por isso devem ser tratados como prioridade pelos donos de cães e gatos. Para um cuidado nutricional adequado, o primeiro passo é a consulta ao médico veterinário para a avaliação nutricional completa", afirma Keila Regina de Godoy, médica veterinária, gerente de capacitação técnica da PremieRpet®.

Estudos atuais determinaram que a avaliação nutricional deve estar na rotina dos atendimentos veterinários, pois é considerada o quinto sinal vital dos animais, ou seja, hoje se sabe que a avaliação nutricional é tão importante como parâmetro de saúde do animal quanto a temperatura, a frequência cardíaca, a frequência respiratória etc. "Somente a partir desta avaliação é que será possível indicar qual o alimento ideal de acordo com as condições clínicas do animal", explica Keila.

Justamente a escolha do alimento correto é uma das principais dúvidas de quem tem um pet que já está acima do peso. Afinal, qual a diferença entre o alimento light e o alimento para obesidade? Muitas pessoas ainda acreditam que se trata apenas de uma nomenclatura do mercado. Porém, é importante que se saiba: esses alimentos têm composições e indicações diferentes, que devem ser respeitadas para o sucesso do tratamento.

Light X Obesidade

Enquanto o alimento para obesidade é indicado como coadjuvante no tratamento clínico da doença obesidade, o alimento light é recomendado para animais com sobrepeso ou em fase de manutenção do peso. "Os dois alimentos são cientificamente balanceados e possuem diferentes níveis de energia, gorduras, proteínas e carboidratos. Diferem também entre si quanto à presença de ingredientes especiais para suporte à saúde articular, saciedade, auxílio na queima de gordura etc. Outra diferença importante: o alimento Light pode ser usado por toda a vida, já o Obesidade é recomendado apenas até atingir o peso ideal", esclarece Keila.

Um ponto em comum, segundo ela, é que ambos são formulados para proporcionar perda de peso saudável, ou seja, possuem calorias reduzidas, porém mantendo níveis ótimos de vitaminas, minerais e proteínas, garantindo assim que o animal não tenha nenhuma carência nutricional e que não perca massa magra.

A tabela abaixo mostra qual o produto ideal para cada grau de excesso de peso:

CONDIÇÃO CLÍNICA DESCRIÇÃO ALIMENTO INDICADO

Sobrepeso Animal com peso até 15% acima do ideal Light

Obesidade Animal com peso entre 15% e 30% acima do ideal Coadjuvante ao tratamento da Obesidade

*a indicação do alimento deve considerar a avaliação clínica e nutricional do animal e ser feita por um médico veterinário.


Importante: nos casos de animais obesos, para evitar que o animal volte a engordar, é recomendável que, após chegar no peso ideal, o cão ou gato passe a receber um alimento Light pelo mesmo tempo que usou o Obesidade. Ou seja, se para chegar no peso ideal adotou o alimento obesidade por 6 meses, deve adotar por no mínimo mais 6 meses um alimento Light. Segundo Keila, em alguns casos esse período pode ser estendido até para toda a vida do pet, conforme critério do veterinário e com base na avaliação nutricional e nível de atividade física.

Ela destaca ainda que não é recomendável fazer o tratamento por conta própria e sem supervisão especializada. "A orientação do veterinário é muito importante não só para o diagnóstico e indicação do alimento correto para cada animal, mas também para o acompanhamento e controle de perda de peso, garantindo que o emagrecimento realmente aconteça de forma saudável e seja feita a manutenção depois, evitando o efeito sanfona", afirma. Além disso, é importante verificar se o animal não possui outros problemas de saúde correlacionados à obesidade.

Principais causas da obesidade e como prevenir

Para prevenir o desenvolvimento da obesidade é importante estar alerta às principais causas que levam ao acúmulo de gordura corporal e desenvolvimento da doença. A alimentação inadequada é a principal delas, mas existem também outras menos conhecidas.

Confira abaixo as principais:

* Transferência de hábitos - Pessoas com hábitos alimentares inadequados tendem a transferir isso ao pet.

* Excesso de petiscos - Os "extras" não devem superar 10% da quantidade calórica diária.

* Comida caseira - Não oferecer comida caseira sem orientação especializada e nunca oferecer restos de comida.

* Ração em quantidade exagerada - Importante seguir a recomendação de consumo diário indicada na embalagem do alimento.

* Humanização - Animais e humanos têm necessidades alimentares diferentes e isso deve ser respeitado.

* Sedentarismo - Promover pelo menos 30 minutos de atividade física diária com passeios ou brincadeiras.

* Idade - Cães com idade mais avançada e gatos adultos jovens são mais suscetíveis.

* Sexo - Estudos apontam que as fêmeas têm mais predisposição ao ganho de peso. Redobre a atenção.

* Castração - A obesidade é duas vezes mais frequente em animais castrados.

* Predisposição genética - Há raças mais suscetíveis, como labrador, Beagle, Basset hound, Dachshund, Cocker etc.

* Distúrbios de comportamento - Ansiedade por causas diversas (como solidão) pode causar um apetite voraz. Os animais precisam de atividade para manter sua saúde física e mental.

* Doenças hormonais - Hipotireoidismo e hiperadrenocorticismo podem levar entre outros problemas à obesidade, e uma vez diagnosticados devem ser tratados.

Quando se trata de excesso de peso, Keila alerta que vale ouro aquela velha regra que já conhecemos: é sempre muito mais fácil prevenir do que remediar. "Quem tem um pet deve estar consciente da responsabilidade sobre a saúde de seu animal. Cães e gatos não abrem a geladeira, não podem escolher o que comer ou quantas vezes, portanto, cabe ao proprietário protegê-lo do excesso de peso. E caso o sobrepeso se instale, ele deve ser rapidamente combatido para que não evolua para um quadro de obesidade", finaliza.
26/10/2018 - 17:21
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É interessante saber que o xixi, além de ser a forma que o animal tem para eliminar resíduos de seu corpo, pode ter algumas outras funções, como ser um canal para se comunicar, passar informação a outros cães - como quando se leva para casa um novo animalzinho e o mais antigo passa a demarcar o território para se sentir mais confiante, ou como uma resposta de submissão, medo, ansiedade ou excitação.

Levando em consideração estes fatores, devemos nos atentar aos detalhes para identificar a causa e não correr o risco de reforçar uma atitude errada do cão, como as necessidades no local errado, um dos grandes problemas enfrentados pelos tutores. Com paciência e dedicação essa situação pode ser resolvida.

O mais importante para corrigir ou prevenir este tipo de erro é nunca dar bronca em seu cão. Apesar da dificuldade, o erro deve ser absolutamente ignorado, pois caso seja dada uma bronca no momento em que ele fez o xixi, a ação poderá ser interpretada de forma equivocada, fazendo com o que o animal pense que levou bronca simplesmente por se aliviar, e não por fazer isso no local indesejado. Em alguns casos, o animal pode até esquecer que fez algo errado, caso a bronca seja dada muito tempo depois do xixi, pois ele não saberá ao certo o que fez.

Nas duas situações acima, o cãozinho poderá sentir medo de fazer as necessidades em local visível e procurar fazer longe do tutor.

É fundamental ajudá-lo a acertar. A cada acerto, recompense-o. Quando se toma ciência do motivo que o leva a fazer o xixi no local errado é hora de pôr em prática os treinos e ensinar o local correto.

Passo a passo

Defina o local que será utilizado o banheiro do cão. Este espaço precisa ter um tamanho razoável para que o pet possa se movimentar caso queira dar umas voltinhas ao redor dele antes de fazer o xixi, como fazem na grama.

Além disso, o ambiente deve ser afastado do lugar onde ele come, dorme ou brinca (prefira um lugar calmo e seguro, pois imagine como seria ruim para o animal se aliviar bem quando a máquina de lavar roupas começa a fazer barulho - isso poderá ser um obstáculo).

Deixe sempre o banheirinho limpo, pois alguns animais não fazem suas necessidades caso esteja sujo e acabam procurando outro local.

Para incentivar o acerto podemos inicialmente espalhar vários tapetes higiênicos pela casa. Também podemos limitar o espaço para que ele saiba que naquele local é onde deve fazer suas necessidades (nesta hora, o reforço positivo fará toda a diferença). O reforço poderá ser realizado de várias formas, como com petiscos, carinho e muita festa para comemorar o acerto.

Com paciência e determinação os pets podem compreender de uma forma saudável que fazer as suas necessidades no local correto é bom e pode trazer muitos benefícios.

Por Paula Miranda, adestradora e franqueada da Cão Cidadão
Erika Gonçalves
 
Formada em Jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina em 1997. Apaixonada por bichos desde sempre, mas sem vocação para ser médica veterinária. Já teve um "zoológico" em casa quando criança. Está sempre buscando novidades sobre o comportamento animal. É repórter da Folha de Londrina.



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