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Um caso de sucesso em meio ao caos

31 dez 1969 às 21:33
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Enquanto muitas empresas cortam custos e vagas, a agência de propaganda Heads, daqui de Curitiba, cresce sem parar. Acaba de conquistar a conta do Shopping Rio Sul, no Rio de Janeiro. Venceu concorrência com outras agências cariocas. A Heads tem escritório no Rio, para atender Petrobras e jornal Lance, então está estruturada para esse movimento.

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Um belo desafio, aliás, pois o Rio Sul é o mais antigo shopping da cidade - foi inaugurado em 1980. Eu, quando morei no Rio, achava o Rio Sul feio, esquisito, antiquado, sufocante e mal localizado. Não sei como é hoje pois nunca mais fui nesse shopping.

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Coincidência ou não, o empresário paranaense Salomão Soifer é acionista do Rio Sul e também do Mueller, shopping que a Heads atende há anos - e um bom case de sucesso, por sinal. A parceria Heads-Mueller revela uma boa sintonia entre cliente e agência. E o Mueller, embora seja antigo também, não perde o bonde da modernidade. Vive se reinventando, reformando, antenado com os novos tempos e o consumidor.


A Heads também tem em carteira o Shopping São José, inaugurado recentemente em São José dos Pinhais - que também pertence a Soifer. Porém, corre nos bastidores a versão de que a Heads não mais atenderá o São José. Motivo: o empreendimento configura-se como conta pequena para a agência, que hoje é a maior do Paraná. Ela está focada em grandes clientes.


No final do ano passado, enquanto todo mundo se descabelava tentando entender o tamanho da crise, cortando custos e botando o pé no freio, a Heads contratou. A agência ganhou, em 2008, a conta da Petrobras e do Grupo Positivo, o que justifica o movimento.

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No começo deste ano, em movimento contrário, outra grande agência do mercado, a JWT, demitiu um monte de gente. Aqui em Curitiba e em São Paulo também. Motivo, claro, a crise. E olha que a JWT tem a conta do HSBC, entre outros big clientes.


Consta que o mercado não está mesmo cor-de-rosa. Agências e fornecedores andam sofrendo na mão dos clientes que, de acordo com um profissional tarimbado do setor, andam "querendo o máximo pelo mínimo". Ou seja: querem pagar pouco e espremer ao máximo.

UPDATE - acaba de chegar, via Meio&Mensagem, a notícia de que a Heads venceu outras quatro agências e ganhou a conta da Racco, fabricante de cosméticos.


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