23/02/20
32º/19ºLONDRINA
Lucio Flávio
Lucio Flávio
01/11/2019 - 14:48
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Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube
Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube


Com um dos piores aproveitamentos no segundo turno, Londrina terá que melhorar muito o seu desempenho para fugir da zona do rebaixamento. Veja os caminhos do Tubarão na reta final da série B para evitar uma queda para a série C do Brasileiro.

30/10/2019 - 15:51
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O número mágico para fugir do rebaixamento na série B é 45 pontos. Porém, o equilíbrio, por baixo, diga-se de passagem, vai permitir que com uma pontuação menor se escape da queda este ano.

Os sites de estatísticas apontam que com 44 a chance de cair é praticamente nula. Acredito que com 43 já não cai. Até com 42 pode escapar. São nesses números que se apegam o Londrina para continuar na segunda divisão.

A grande vantagem do LEC sobre os atuais quatro últimos é o número de vitórias, primeiro critério de desempate. O Alviceleste soma dez vitórias contra seis do Figueirense, Vila Nova e Criciúma. O lanterna São Bento tem sete triunfos.

Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube
Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube


Com seis jogos pela frente - América, Botafogo e Guarani no Café e Atlético, Criciúma e São Bento fora -, o Londrina teria que somar nove pontos para não correr riscos. No entanto, pelo desenrolar da competição, se ganhar mais sete pontos - duas vitórias e um empate - a chance de escapar é grande. Terminaria com 42 pontos e 12 vitórias.

O principal concorrente do Tubarão é o Figueirense, que tem 32 pontos e mais sete partidas a disputar. Para chegar a 43 pontos e ficar a frente do LEC no panorama acima, ele teria que ganhar 52% dos pontos até o final. Algo bem difícil para um time que tem 34% de aproveitamento na competição.

Vale ressaltar que o time catarinense melhorou bastante nas últimas rodadas - duas vitórias e três empates nos últimos cinco jogos e 60% de aproveitamento -, mas mesmo assim é improvável que a equipe mantenha este ritmo até o final.

O aproveitamento geral do Londrina é de 36% e, por isso, também é improvável que o time conquiste 50% dos pontos nas seis rodadas finais. Porém, sete ou 38% dos pontos é mais palpável. E aí vale rezar e torcer contra os rivais também.

O Figueirense terá pela frente até o final o Vila Nova, o Coritiba, o Cuiabá e o Operário em Florianópolis, enquanto joga fora diante do Vitória, Ponte Preta e CRB.

Os jogos que vão decidir o futuro do Londrina na temporada são contra Criciúma, São Bento e Guarani, até porque são concorrentes diretos e limitados tecnicamente como o Tubarão. Resta saber se o time terá força técnica, tática e mental para superar os rivais.
29/10/2019 - 00:20
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Quem conhece um pouco da história do futebol de Londrina certamente já ouviu falar da expressão: o popular 1 a 0. A frase sempre era usada quando o Londrina jogava em Curitiba nos anos de 1970 e 1980. O time se defendia, se defendia e acabava tomando um gol e perdia o jogo pelo placar mínimo.

A história não pode ser esquecida e ela, de uma forma ou de outra, sempre ressurge. E a vitória do Paraná Clube por 1 a 0, na Vila Capanema, se encaixa perfeitamente no popular 1 a 0.

O Londrina, assim como tantas vezes na capital, foi para se defender e não perder. Até que conseguiu com algum êxito até os 36 minutos do segundo tempo, quando o Tricolor aproveitou os inúmeros cruzamentos na área para marcar o gol da vitória com o zagueiro Rodolfo.

Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube
Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube


Diga-se de passagem, que o Paraná insistiu muito na bola aérea e ganhou quase todas da defesa alviceleste. O gol só não saiu antes porque o Londrina teve sorte e contou com a imprecisão dos atacantes paranistas.

Até que o LEC não fez um dos seus piores jogos. Com Mazola Júnior, foi a partida que mais criou oportunidades. Foram quatro chances claras, mas aí faltou precisão, tranquilidade e qualidade para marcar como em tantas vezes ao longo desta série B.

Neste quadro, surpreende ainda mais o fato de Léo Passos, o melhor atacante do time, ter sido escalado para correr o tempo todo atrás do lateral Guilherme Santos. Um time que já não sabe fazer gols e deixa o seu principal atacante longe da área realmente fica difícil vencer.

Apesar de se segurar até o fim e deixar a esperança no torcedor de sair com pelo menos um ponto da Vila Capanema, ponto que seria decisivo na luta contra a ZR, o Londrina foi o time que menos mereceu não perder.

O Paraná terminou o jogo com 70% de posse de bola, finalizou 22 vezes contra 12 do LEC e trocou 516 passes contra 217 do Tubarão. Tá muito claro que a vitória foi justa.

Cada vez mais o nó do rebaixamento aperta no pescoço do LEC, que ainda não entrará na ZR nesta rodada mesmo que os adversários diretos vençam. Mas agora só faltam seis jogos para o time conquistar sete ou oito pontos para se livrar. Condições ainda existem só não sei como o time vai conseguir estes pontos.

25/10/2019 - 22:35
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A derrota para o Oeste por 2 a 0 foi a sétima do Londrina dentro do estádio do Café nesta série B. O time mais perdeu que ganhou em casa - seis vitórias e três empates. Jogar diante da torcida é um fardo muito pesado que esta equipe na suporta.

Não tenho nenhuma dúvida que pela deficiência técnica, pela fragilidade ofensiva e pela pressão psicológica é muito melhor jogar fora de casa do que no estádio do Café. Nos últimos cinco jogos em casa, são quatro derrotas e um empate.

Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube
Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube


E isso não tem nada a ver com o estádio, não tem nenhum sapo enterrado no Café ou falta de apoio das arquibancadas. Não é nada disso. O time não vence em casa porque falta capacidade para propor o jogo e pressionar o adversário.

Em 97 minutos de futebol, o LEC só finalizou duas vezes contra o gol do time paulista. A primeira, um chute de Léo Passos, aos 25 minutos do segundo tempo. O time teve nove escanteios e seis faltas laterais e em nenhuma chance levou perigo ao gol adversário.



O Oeste trocou mais passes que o Londrina, controlou o jogo e não fez muito esforço para vencer. Quando decidiu acelerar um pouco a partida no segundo tempo, chegou aos dois gols através do centroavante Fabio. Foi mais um atacante que fez fama em cima do Tubarão nesta série B, assim como Hernane Brocador, Roger, Zé Roberto...

Nem os oito mil torcedores que foram ao Café conseguiram entusiasmar o time. Além de tecnicamente não apresentar nada, faltou vibração, vontade e uma postura de quem precisava vencer a partida.

"Pelas nossas limitações técnicas e fragilidade ofensiva, talvez seja mais interessante neste momento jogarmos fora de casa", afirmou o técnico Mazola Júnior ao final do jogo.

O treinador definiu este confronto direto como o jogo "D" nesta reta final e o Londrina perdeu a batalha. Resta saber se o time terá forças para ganhar a guerra nas próximas sete batalhas que terá pela frente.

25/10/2019 - 14:26
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Estreou nesta sexta-feira (25) o novo podcast da Folha de Londrina. O Bola pro Mato vai trazer informações, opiniões e entrevistados para falar sobre o esporte e o futebol de Londrina, do Paraná, do Brasil e do mundo.



Estou neste novo projeto ao lado dos jornalistas Thiago Mossini - editor de esportes da Folha - e Victor Lopes. Os programas podem ser ouvidos na site da Folha, Spotify, SoundCloud, Apple Podcast, Google Podcast ou no link: abre.ai/bolapromato1




No primeiro programa a entrevista foi com o futuro presidente do Londrina, Felipe Prochet. O dirigente falou sobre o processo de renovação de contrato com a SM Sports
, os projetos para o triênio 2020/2022 e a possibilidade de ter investimento estrangeiro no clube nos próximos ano.

Lucio Flávio
 
Formado em Comunicação Social/Jornalismo. Repórter da Rádio Paiquerê AM desde 1997 e da Folha de Londrina desde 2012. Participa de coberturas esportivas nacionais e internacionais



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