24/11/20
PUBLICIDADE
Lucio Flávio
Lucio Flávio
17/03/2020 - 16:00
Imprimir Comunicar erro mais opções
Em entrevista à Rádio Paiquerê 91,7 nesta terça-feira (17), o presidente da Federação Paranaense de Futebol, Hélio Cury, afirmou ser contrário a definição do Campeonato Paranaense sem respeitar os resultados de campo.

FPF
FPF


A entidade suspendeu, por prazo indefinido, a competição na última segunda-feira (16), em razão da pandemia do Coronavírus. Questionado se, em caso de ausência de datas, o campeonato poderia ser finalizado respeitando a classificação da primeira fase, o que daria o título ao Coritiba, o dirigente rechaçou esta possibilidade.

"Sou sempre favorável que o resultado respeite o que aconteça em campo. Esta possibilidade não é cogitada e vamos fazer de tudo para que os jogos restantes sejam realizados e o campeão seja conhecido em campo. Nem que tenhamos que fazer jogos a cada três dias", afirmou.

Cury revelou que não é possível neste momento afirmar quando a competição poderá ser retomada, mas acredita que será impossível voltar as atividades normais em um prazo inferior a 30 dias.

O presidente da FPF informou ainda que todas as outras competições da entidade também serão suspensas, como as das categorias de base e a Divisão de Acesso, que estava prevista para começar no dia 5 de abril.
16/03/2020 - 18:10
Imprimir Comunicar erro mais opções
Com a suspensão do Campeonato Paranaense, o Londrina definiu liberar o elenco já que não há nenhuma previsão de como ficará o restante do calendário 2020.

O LEC liberou os jogadores já nesta segunda-feira (16) e marcou a volta aos treinos no dia 1º de abril. A liberação vale também para os atletas da base. O clube suspendeu também as aulas das escolinhas, que funcionam no VGD, até o dia 31 de março.

Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube
Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube


O Londrina foi um dos clubes que apoio a decisão da Federação de suspender o Estadual, seguindo uma linha das maioria dos times do país. O Athletico também liberou todos os seus profissionais nesta segunda-feira e vai fechar o CT do Caju.
11/03/2020 - 15:49
Imprimir Comunicar erro mais opções
O Londrina ainda não sabe quem vai pagar a conta do futebol no Campeonato Brasileiro. E isso é terrível para o planejamento do clube. Quanto mais tempo passa sem uma definição, mais difícil será para ter um time competitivo a partir de maio.

Não há um prazo para a novela terminar. Nenhum novo encontro entre as partes foi agendado e isso comprova que um novo acordo entre os lados não será de fácil solução. A diferença dos pedidos é enorme. Como publicamos aqui, Malucelli quer R$ 350 mil/mensais de ajuda do clube. O LEC oferece R$ 140 mil. Se os parceiros não cederam, a parceria pode ficar ainda mais comprometida.

Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube
Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube


Não acredito que a parceria seja rompida antes do prazo final, em dezembro. Não é interessante para nenhuma das partes. Pelo lado comercial e econômico. A continuidade até o final do ano significa sobrevida para os dois lados, que continuam na busca de um novo investidor.

Se sair agora, o SM não tem o que fazer com o seu CT. Virará um elefante branco e não será vendido se não tiver o Londrina como contrapartida. Por outro lado, o LEC se consegue "vender" muito melhor se apresentar o CT como um ativo. Um depende do outro para encontrar interessados a partir de 2021.

Do ponto de vista econômico, ninguém consegue sobreviver sozinho até o final do ano. A SM não tem dinheiro para montar um time, minimamente capaz de evitar um novo rebaixamento, e o Londrina também não tem condições de tocar o futebol sozinho. Dinheiro o LEC até tem, mas falta gente interessada, disposta e capacitada para assumir a responsabilidade de comandar o futebol.

Então, meus amigos, se ficar o bicho pega e se correr o bicho come. A única alternativa para os dois é adequarem as suas pedidas, chegarem a um consenso e tocar o barco até o final do ano. Que a estrutura seja enxugada, que os valores sejam readequados e que o dinheiro seja investido totalmente no futebol e não em "acessórios". E que a meta esteja clara: evitar um novo rebaixamento.

Ao mesmo tempo, que as partes continuem trabalhando para encontrarem novos parceiros para 2021, porque a parceria SM/Londrina não tem mais condições de continuar a partir do próximo ano. Só que todas estas definições necessitam de urgência, sob o risco do Londrina chegar no fim do ano no mesmo patamar de 2014.
05/03/2020 - 18:47
Imprimir Comunicar erro mais opções
O Conselho de Representantes do Londrina se reúne na noite desta sexta-feira (6) para analisar a proposta feita pelo gestor Sérgio Malucelli para continuar a frente do futebol do clube até o final do ano.

Na reunião de quarta-feira no CT, o empresário alegou novamente dificuldades financeiras para tocar sozinho a estrutura do LEC no Campeonato Brasileiro e pediu um aporte do LEC de R$ 350 mil mensais. Este repasse seria usado para pagar a folha salarial do elenco profissional. A SM Sports ficaria responsável por subsidiar as outras despesas do departamento de futebol.

Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube
Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube


Apesar dos representantes do LEC que estiveram na reunião sinalizarem positivo com uma possível ajuda do clube ao parceiro, é unanimidade entre todos do clube que o Londrina não tem condições financeiras de aportar este valor pedido mensalmente.

Por isso, o clube fará uma contraproposta. Na reunião desta sexta, os conselheiros terão em mãos um balanço do quadro financeiro atual do clube. Quanto o LEC tem em caixa, quais os compromissos já assumidos pelo clube, quanto o clube gasta de forma fixa por mês com a manutenção do VGD e pagamento de funcionários e quanto o clube poderá oferecer a SM Sports por mês.

A opinião da maioria dos conselheiros é que, em caso de aporte financeiro do clube na parceira, o LEC possa recuperar este investimento no futuro. A proposta vai girar em torno que o Londrina fique com os direitos econômicos de jogadores da base ao final do atual contrato de parceria.
02/03/2020 - 16:52
Imprimir Comunicar erro mais opções
A maioria dos clubes - 14 a 6 - aprovou a mudança no regulamento da série C do Brasileiro de 2020. O pensamento geral é tornar a competição mais justa e diminuir a força do acaso. O Londrina votou a favor das modificações.

A nova fórmula de disputa foi encabeçada por Paysandu, Remo e Santa Cruz, clubes que já sofreram na pele os efeitos do mata-mata, que deixa a disputa mais emocionante, mas nem sempre premia a melhor equipe e a mais regular. Outro que sofreu muito com o antigo formato foi o Fortaleza, que por três anos seguidos foi o melhor time da competição na primeira e depois caiu no mata-mata, frustrando momentaneamente o sonho do acesso.

A decisão dos clubes foi por mudar a segunda fase e trocar o mata-mata por dois quadrangulares. A primeira fase continua igual. Dois grupos de dez equipes - chaves regionalizadas - com os quatro melhores avançando.

Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube
Gustavo Oliveira/Londrina Esporte Clube


Os quadrangulares terão equipes misturadas - dois times vindos do grupo A e dois do grupo B - e serão disputados em turno e returno. Ou seja, os clubes vão decidir uma vaga na série B em seis jogos e não mais em apenas dois. Aumentam as chances do clubes mais organizados e estruturados. Quem se preparar melhor certamente chegará ao objetivo.

Os dois melhores de cada quadrangular sobem para a série B e os primeiros colocados decidem o título. O novo formato vai aumentar o número de datas da competição - o que também é mais atrativo para os clubes em termos de calendário. Os finalistas disputarão 26 partidas.

Para o torcedor alviceleste ir se acostumando o Londrina estará no grupo B na primeira fase, com clubes de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O Tubarão terá pela frente Ituano, São Bento, Volta Redonda, Boa, Tombense, Brusque, Criciúma, São José e Ypiranga.

A estreia será no dia 2 ou 3 de maio no estádio do Café diante do Criciúma. Adversários tradicionais na série B por anos, os clubes tentam iniciar uma nova etapa agora na modificada série C.
Lucio Flávio
 
Formado em Comunicação Social/Jornalismo. Repórter da Rádio Paiquerê AM desde 1997 e da Folha de Londrina desde 2012. Participa de coberturas esportivas nacionais e internacionais



Sites Sugeridos
 
ARQUIVO
Mês
Ano
AVISO: Opiniões e informações contidas nos blogs hospedados nesta plataforma são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem os valores do Portal Bonde.
PUBLICIDADE
 
JORNAIS
Folha de Londrina
TELEVISÃO
MultiTV Cidades
OUTRAS EMPRESAS
Grafipress
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Bonde - Todos os direitos reservados