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Lenise Queiroz
Lenise Queiroz
31/12/2017 - 19:10
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Ufa! Lá se vai mais um ano.
E que ano, né?

Geralmente, nos últimos dias do ano, encontro um colega ou amigo e logo vou desejando feliz Ano Novo. Tipo, já deu meu querido ano. Podemos começar de novo? 😂

E um desses encontros me chamou atenção. Quando desejei feliz 2018, minha colega olhou bem pra mim e perguntou: desde quando tem Ano Novo pra mãe?

Não tive reação. Fiquei ali parada e não disse uma palavra! (Assustei mesmo! Kkkk)

E logo continuou...
Entra ano, sai ano... e lá está a mãe, com as mesmas obrigações, preocupações, rotina, alegrias, desafios, conquistas e cansaço!

É isso mesmo!
É o tal do furacão chamado maternidade.
Assumimos vários papéis e tudo ao mesmo tempo! Ponto pra nós. 😄

Fiquei pensando...

O quê muda para uma mãe de um ano pra outro?

Da lista que minha colega falou, nada!

Mas me deu uma alegria em pensar que terei mais um ano para errar e acertar, educar, acompanhar o crescimento e as novas fases de minha filha, para assumir novos papéis, estreitar os laços, aparar as arestas, surtar ( faz bem de vez em quando 😬), perder a paciência, estressar, entre tantas outras oportunidades!

Ah, chorar no chuveiro também continua na lista. 😩

Quer coisa melhor????

Tá. Mas a preocupação, o cansaço, as alegrias... tudo continua igual?
Sim. Alguém falou que ser mãe seria fácil?

E ainda assim fico alegre?
Não. Agora sinto alegria e gratidão!

Que venham novas oportunidades, novos cansaços, alegrias e tudo que tenho direito para viver o melhor papel que a vida me deu: o de ser Mãe!

Feliz novas oportunidades, feliz 2018!

Beijos

[email protected]
24/12/2017 - 18:41
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É Natal!

Tempo de reunir a família, trocar presentes, ajudar os filhos escreverem cartas com desejos pra lá de especiais (haja dinheiro kkkk), enfrentar filas homéricas para tirar foto com Papai Noel e chegar na hora, a criança atarracar no seu pescoço chorando e você, com cara de paisagem, tirar foto junto e feliz!

Passei por isso também.
Pra mim nunca foi problema. Amo Papai Noel!
Aliás, tiro foto até hoje (mesmo depois dos 40), pego balinha e converso. Só não peço presente 😢

E na noite de Natal, esquecemos as desavenças, os problemas familiares ( família margarina, só nas redes sociais), acompanhamos a alegria dos filhos ao abrir os presentes e ganhamos os nossos, às vezes não tão alegres como as crianças 😂.

Ceiamos, desejamos Feliz Natal e pronto.

Pronto?

Pode parecer "careta", mas nossos filhos sabem significado do Natal?

Ah, sabem!
Procuram no smartphone de última geração enquanto umas ninam suas bonecas como futuras mães, outros apostam corridas com carrinhos velozes e potentes e algumas passam batom para noite especial.

Tá bom gente. Podem virar os olhos! Eu também amo ganhar presente!
Só acho importante mostrar o verdadeiro sentido do Natal.

Que nossos corações se encham de amor e esperança para celebrarmos o nascimento de Cristo!

Desejo que tenham um Feliz e abençoado Natal!

Bjs

[email protected]
19/12/2017 - 20:04
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Não basta acabar de ter um filho, tentar voltar ao peso anterior para vestir aquela calça jeans justa que a gente ama (sem precisar abrir o botão 😩) e usar blusas soltas para disfarçar as temidas dobras da barriga, que lá vem a pergunta: preparada para outro?

Quantas vezes eu ouvi a pergunta!!!! Ou ainda, vai ficar só nela? Escutei muito que quem tem um, não tem nenhum. Nem preciso dizer que virava os olhos, né?

No início, tentando ser educada rsrs, respondia que estava pensando ou não sei.

Depois, abandonei de vez a "fina" e logo respondia: não! Dava um alívio!!

Olhava para as pessoas e via a cara de espanto (não sei se era pela sinceridade ou pelo fato de não ter outro filho).

Ouvia uma chuva de ihhhhh.
Ihhhhh, vai ficar mimada. Ihhhhh, vai ser egoísta. Ihhhhh vai crescer sozinha...

E a cada ihhhhh que ouvia,
formava praticamente um questionário na minha cabeça, mas apesar da sinceridade, fazia cara de paisagem (além de virar os olhos gosto muito dessa tática) e continuava como se não fosse comigo.

Ter um filho é bom demais da conta. Mas cada família tem seu ritmo, seu planejamento.

Confesso que já pensei como será o futuro. E de tanto pensar, educo para ser independente. Dei e dou autonomia, tem responsabilidades, ensino se virar sozinha e resolver os problemas, ensino que pode errar desde que assuma os erros, passo valores e princípios, temos horas de conversas sérias (inclusive sobre ser filha única) e muito, muito divertidas. Amo!
Dá trabalho? Muito. Dá certo? Não sei. Só o tempo dirá. E além disso tudo, mimo mesmooooooo! É minha e ponto final 😂

Vejo famílias com filhos que são cheios de ihhhhhs. Mimados, egoístas, birrentos... não é um "privilégio" só de filho único.

Cada família tem sua escolha, tem sua forma de educar. Não julgo. Mas "boto um reparo" nos ihhhhhhs!!!! 😬

Eu fiz minha escolha ou melhor, fui escolhida para ser mãe de uma só: de minha Manuela! Que mal tem nisso?

Especialmente para uma leitora que pediu para contar minha experiência.
Desejo que seja feliz por escolher ou ser escolhida, assim como eu.

Quer dividir sua experiência?

[email protected]

Bjs
12/12/2017 - 13:28
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E agora? Minha filha não veio com manual de instrução.

Depois do nascimento, o mundo vira de cabeça pra baixo. Mudamos a rotina para cuidar única e exclusivamente do bebê. Quer coisa melhor? Conhecer cada pedacinho daquele corpinho (no meu caso, tentando achar alguma coisa que se parecesse comigo, porque carreguei nove meses e nasceu a cara do pai! ), observamos as caretas e o discreto sorriso, meio de lado, que faz o coração derreter de amor. Sim. Aquele espasmo era um sorriso pra mim. Kkkk.
Interpretar os sinais de um bebê não é uma tarefa tão fácil. Muitas mulheres leem alguns livros durante a gravidez. Também li alguns, mas devo ter utilizado a técnica da leitura dinâmica e perdi alguns trechos, só pode! No primeiro choro, veio aquele momento super mãe, ativar! Me achei. Tipo, agora é comigo! Será que só eu me achei?
Mas logo descobri que não era assim... ativar o quê? Nem sabia se era choro de fome, cólica, sono ou dor?!? E aí começa a incessante tentativa de desvendar os sinais e de como agir. Amamentei, coloquei de bruço, cobri, troquei a fralda, aqueci a barriguinha, amamentei de novo e tudo de novo e ao mesmo tempo. Afff! E continuei, errando e acertando. Diziam que era assim mesmo. Que tudo é adaptação. Aliás, quando falavam isso pra mim, virava os olhos 🙄 ( uso muito esta técnica, kkkk) . Até que finalmente, depois de alguns dias e das extenuantes tentativas, começamos a nos entender. E cada vez mais. Os momentos tornaram-se deliciosos e cheios de amor. E o cansaço? Como um passe de mágica, a gente esquece, vira rotina. Aliás, poderiam arrumar uma mágica pra gente ficar bonitinha nessa fase né? E o tal manual de instrução? Ah! Esse não vem pronto meeeeeeesmo! Cada mãe escreve o seu. E sinto em informar, sai fase, entra fase... estamos sempre tentando desvendar os sinais, como agir e escrever nas folhas em branco de um manual que não vem pronto.
07/12/2017 - 20:03
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Quando nasce um filho(a), nasce uma mãe.

Mulher vive aquela constante pressão. Por exemplo, é só namorar " firme" como diz minha mãe, casar, que lá vem a tal pergunta: quando vem o bebê? Não sei se foi assim com vocês, mas comigo...
A gravidez, para mulheres que querem ter filhos, é sempre aguardada. Momento único.
Me lembro que no primeiro sinal ou sintoma, corria pra fazer o teste, às vezes era alarme falso até que finalmente a palavra POSITIVO apareceu. GRÁVIDA!!!!!!
Daí vem aquela emoção. Sentimento de alegria e gratidão! No mesmo dia, soltei a barriga, relaxei! Veio aquela sensação maravilhosa de poder ser barriguda sem que ninguém comentasse nada. Que alívio!!! O corpo vai mudando devagar. As calças não fecham mais. Ninguém sabia se estava grávida ou gorda. Aff! Mas ainda assim, me sentia plena. Fui adaptando roupas, comprando novas e justas. Gostava mesmo era de mostrar aquela barriga. Colocava saltos altos (amo) e desfilava por aí. A fome parece nunca terminar. Comia compulsivamente, comia tudo que a dieta não permitia, aproveitando do tal momento barriguda, né? E na hora que senti aquele bebezinho mexendo na barriga???? É bom demais!!!! E quando soube que teria uma menina???? Morri! Na realidade, sempre soube que seria menina. Alguém aí já acertou também?
Vai passando o tempo e o espaço fica pequeno até que só podia dormir em uma posição. Sem contar o xixi. Haja xixi. Nunca imaginei ter tanto líquido dentro de mim.
E os meses passam, o corpo vai se preparando para o nascimento e junto com a alegria, vem a ansiedade. Que medo! Será que vou conseguir cuidar de um bebê? Tão frágil!
E então, chegou o dia. Tive contração durante a noite e na manhã seguinte, logo cedo, fui ao hospital para exames. Pronto. Estava na hora. Mesmo com contração, fui passear no shopping. Adoro shopping! Ouvi dizer que se subisse escadas, acelerava as contrações. Só pensava em escada. Não achei. Resolvi entrar no salão e fazer escova, mão... passar o tempo. E as contrações aumentavam. Saí, andei mais um pouco, e esperei. Até que no final da tarde, fiz o último exame e de lá, direto para hospital. Estava calma. Não consegui parto normal. Durante a cesariana, falava sem parar, que não é nenhuma novidade. Até que um choro forte me deixou muda. Nasceu! Linda! (cara de joelho tem o filho dos outros, kkkk) e quando trocamos o primeiro olhar, o choro cessou. O medo deu lugar ao amor mais puro e verdadeiro que existe. Assim, nasceu uma mãe!
Lenise Queiroz
 
Apresentadora. Assessora de Marketing. Esposa e mãe que luta diariamente para conciliar tudo isso com o furacão chamado maternidade.



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