26/01/20
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Isabel Furini
Isabel Furini
18/01/2020 - 22:43
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Em 29 de janeiro, a partir das 18horas, no Desafinado Café, rua Martín Afonso, 857, bairro Mercês, Curitiba, a escritora Celina Bezerra estará autografando os livros infanto-juvenis " Sabrina, a menina albina", e "Bruna".

"Sabrinha, a menina albina", é uma obra sensível dedicado às pessoas com albinismo. É um livro de inclusão e respeito à diversidade.
Nesta oportunidade, o bate papo com a autora permitirá que os leitores recebam mais informações sobre a construção desse livro e os objetivos.

15/01/2020 - 07:15
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À tardinha de um dia muito quente, estavam sentados sob uma frondosa árvore duas crianças judias, que ouviam atentamente o que sua avó lhes contava.

Judite e Tobias, ela com sete anos e ele com cinco, ficavam horas junto a avó, a qual perdera seu marido, e passou a morar com o filho, a nora e os netos. Os pais seguiam a religião do Judaísmo, a qual era imposta também aos filhos, mas a avó professava o cristianismo e, portanto, seguia os ensinamentos de Jesus.

Assim, sempre que podia, evangelizava os netos por meio de lindas histórias de amor, de caridade e perdão.

Os pais desconfiavam de que ela estava incutindo ideias sobre Jesus, aos pequenos, mas nunca puderam confirmar, pois as crianças quando questionadas, lhes respondiam que a avó apenas lhes contava muitas histórias lindas. E assim, seguiam-se os dias.

Certa vez, a história contada pela avó foi sobre o anjo guardião, ou ainda aquele que fora nomeado por Deus para nos proteger. Na verdade, há muitas denominações para ele: espírito de luz, ou ainda, amigo espiritual. Entretanto, sendo este ou aquele nome, ele é o nosso anjo da guarda.

Assim, por meio de belas histórias, foi passado às crianças a existência de um ser que cuida de cada um de nós.

Com o tempo, o hábito de agradecer ao anjo tornou-se uma atitude linda entre os dois pequenos, aprenderam que a gratidão e o perdão eram armas poderosas, e desta forma, foram crescendo e conhecendo o Mestre Jesus.

Em certa ocasião, o menino Tobias precisou submeter-se a uma pequena cirurgia, ele não estava com medo, mas mesmo assim, pediu ao anjo da guarda que o protegesse. Pediu a Jesus que guiasse as mãos dos médicos, para que tudo saísse bem.

Os pais, mesmo sabendo que o risco era pequeno, não arredaram pé do lado do filho. Os dias de internação pós cirurgia correram bem e, aos poucos, o menino ficava melhor. A avó o visitava sempre e, certo dia, ao ficar sozinha com o neto, aproveitou para saber se ele não havia esquecido os ensinamentos, que ela lhe havia passado. Ele mais que depressa contou à avó que pedira a Jesus para que o abençoasse. Ao ouvir as palavras do neto, ela deu um largo sorriso e continuaram falando sobre a doutrina do Mestre.

De repente, os pais entraram e da antessala conseguiram ouvir a palavra Jesus. Eles, muito curiosos e apreensivos, indagaram a avó sobre o assunto. Não houve jeito de esconder do que se tratava a conversa, e por este motivo ela ficou proibida de falar com os netos. Aquela era sem dúvida, uma situação triste para todos. Porém aquela proibição veio tarde, pois mesmo sem uma religião definida, os dois pequenos já possuíam uma religiosidade avançadíssima, e nada mais podia abalar a sua fé.

Aquela situação seguiu daquela forma por muito tempo, as crianças iam à sinagoga com os pais, mas à noite se reuniam no quarto da avó para novas lições sobre Jesus Cristo.

Os anos passaram rápidos e logo Judite e Tobias se tornaram adolescentes. Naquela época já sabiam qual religião seguir, pois já se sentiam cristãos. A partir de então, os pais vivenciaram muitas surpresas com seus filhos, que deixaram de ser crianças, mas não deixaram de ser cristãos.

Eles perceberam por meio dos filhos que a religião que cada um professa deve ser de sua livre escolha, e que seus filhos estavam no caminho do bem. Por esta razão, permitiram que seguissem os ensinamentos de Jesus, porém mantinham-se afastados.

Certo dia, ao se encontrarem, após o culto de cada um, o pai rendeu-se e falou:

- Filhos, vamos para casa fazer juntos a ceia de Natal, que a avó de vocês preparou para festejarmos o nascimento do Menino Jesus.

Judite e Tobias perceberam a mudança de seus pais e sorriram.

Marli Terezinha Boldori
13/01/2020 - 07:47
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Observamos que muitos poetas, quando apresentam o currículo, escrevem "compositor”.
Mas se alguém perguntar:
- Você compõe música?
Eles respondem:
-Não, eu escrevo as letras.

É preciso discernir os dois conceitos. Compositor é só quem escreve música. Alguns compoem música instrumental, ou seja, música para instrumentos musicais, sem letras.

Letrista, como está definido no site Wikipédia: "Letrista, na música, é um escritor responsável pela criação da letra de uma canção”.

O compositor e o letrista trabalham em conjunto. Um criando a música, o outro criando a letra.

Então se você é poeta e faz letras para músicas, você não é compositor, você é letrista.

Ambos, o compositor e o letrista, são artistas. Ambos podem encantar o público com suas criações.
07/01/2020 - 16:32
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Hoje, 07 de janeiro, é o Dia do Leitor.

Nosso agradecimento a todos os leitores - eles nos incentivam e dão força e sentido a nossa tarefa.

Obrigada.

Isabel Furini







Poema de Amaury Nogueira

No oceano do ser
o poeta descreve
as ondas
as tempestades
como também o navegar
em águas calmas
nas tormentas
das madrugadas
mergulha nas profundezas
de palavras perplexas...
alçando do peito
o puro amor...

Amaury Nogueira
Poeta Paranaense
03/01/2020 - 10:23
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É no mínimo interessante a reação de muitas pessoas diante de um fato muito humano.. uma mulher puxou o braço do Papa Francisco e ele deu um tapa na mão. Vamos esclarecer: o tapa no foi no rosto, e não machucou essa mulher.

As críticas foram ferozes. Interessante que o povo exige perfeição no comportamento do Papa, que é um ser humano de 83 anos, mas não pensa que deve estar cansado, sofrendo o desgaste de ter que suportar a pressão de falar e interagir publicamente com pessoas diferentes. Ou seja, o povo cristão não perdoa o Papa, a pesar do Papa já ter pedido perdão pela sua atitude.

Muitas pessoas batem nos filhos, muitos homens dão tapas na esposa, muitos desejam bater no mendigo, no vizinho, ou no colega de trabalho, mas parecem horrorizados porque o Papa perdeu o controle.

Como sempre, é fácil exigir que os outros sejam perfeitos... o difĩcil, é olhar-se no espelho e exigir perfeição.

Isabel Furini
Isabel Furini
 
Isabel Furini, escritora e educadora. Recebeu prêmios em concursos de poesia e de contos. Publicou 15 livros, entre eles: Mensagens das Flores e Ele e outros contos. Também escreve para o público infanto-juvenil. É autora da coleção "Corujinha e os Filósofos" da Editora Bolsa Nacional do Livro de Curitiba.



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