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Isabel Furini
Isabel Furini
10/06/2019 - 19:57
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Luciano Dídimo convida os poetas para participar dessa Antologia de Sonetos:


EDITAL

O Instituto Horácio Dídimo de Arte, Cultura e Espiritualidade está selecionando sonetos para compor a Coletânea "100 Poetas e 100 Sonetos".
Os sonetos são de tema livre e devem ser metrificados em qualquer tamanho ou estilo, rimados ou não.
Cada poeta poderá enviar até 02 sonetos, porém será selecionado apenas 01 soneto de cada participante.
Não haverá taxa de inscrição e nem obrigatoriedade de aquisição do livro pelos participantes, que em contrapartida cedem seus direitos autorais.
A data e local do lançamento da coletânea serão definidos posteriormente.
Para participar, envie o seu soneto para [email protected] até 10/07/2019, com uma breve biografia.
03/06/2019 - 08:00
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UM LAR PARA OS FINADOS

É noite na alma
e Sarah navega sobre o mar profundo
de dúvidas e culpas

sua alma volta os olhos para o próprio rosto
ela pensa que a morte é um exílio involuntário
no qual as almas refletem as armas Winchester
Sarah ouve os gritos dos finados e feridos
e um médium sustenta que o único auxílio
está estruturado na esfera do bem realizado

para esses espíritos sem luz, derrotados
Sarah oferece uma casa: a mansão Winchester.

Isabel Furini - Presidente da AVIPAF

Este poema foi inspirado na vida de Sarah Winchester.

Fotografia e Arte de Isabel Furini
Fotografia e Arte de Isabel Furini
22/05/2019 - 09:52
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Em 26 de maio (domingo), a partir das 11 horas, na Feira do Poeta de Curitiba (Largo da Ordem), acontecerá a manhã de autógrafos da poetisa e romancista Helena Douthe e do escritor Franccis Yoshe Kawa. Helena estará autografando o romance "Os Velhacos", e também livros de poemas.

No evento terá declamação de poemas de autoria de Helena Douthe. Também será inaugurada da exposição "Olhares", com poemas de Daniel Mauricio (poeta de Curitiba), e José Feldman (poeta de Maringá), e Arte digital de Carlos Zemek.
Entrada franca



Helena Douthe é brasileira, natural de Curitibanos, Santa Catarina. Graduada em Administração pela PUC-PR. Sempre teve inclinação para a literatura e a música. É compositora, escritora de poesias e romancista. É acadêmica da AVIPAF, Cadeira 39, Patrono Guimarães Rosa. É coautora do livro "Ajoelhar jamais", lançado em 2017 pela editora Appris. Helena escreve seus livros em pareceria com Franccis Yoshi Kawa. Eles publicara a quatro mãos o segundo romance "Os Velhacos".
Helena também escreve poesias.
18/05/2019 - 16:03
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O romance de Helena Douthe e Franccis Yoshi Kawa "Os Velhacos" da editora Insight é, sem dúvida, um retrato de nossa época e embora não se possa descartar um quê de Romeu e Julieta, a trama nos conduz pelos caminhos turbulentos do mau-caratismo ora vigente.

Desde o início relata-se a falta de vergonha e má índole dos personagens, que a história oficial cobriu com um manto de idoneidade, mas que vai se diluindo a medida que a trama avança.

Falcatruas sem conta, bandidagem pura que culmina em denuncismo, improbidade e todo tipo de malefício, sendo o pior deles o desmonte da cidade "Araújo Marques", assolada pela peste, tão nossa conhecida, corrupção. E também pela decepção de Juliana Araújo, que seria paladina da justiça e lealdade, não fossem os fatos tão corrompedores que só poderiam ser demolidos a dinamite.

O livro está a venda nas Livrarias Curitiba.

Manhã de autógrafos: Helena Douthe e Franccis Yoshe Kawa estarão em 26 de maio (domingo), a partir das 11 horas, na Feira do Poeta de Curitiba.
Sonia Cardoso - romancista
Acadêmica da AVIPAF

Foto de Franccis Yoshe Kawa
Foto de Franccis Yoshe Kawa - Franccis Yoshe Kawa, Sonia Cardoso e Helena Douthe.
Franccis Yoshe Kawa, Sonia Cardoso e Helena Douthe.
18/05/2019 - 15:45
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Luciano Dídimo Camurça Vieira nasceu em Fortaleza, no Ceará, em 22 de fevereiro de 1971. É  poeta e escritor. Filho de Horácio Dídimo Pereira Barbosa Vieira e Maria Evendina Camurça Vieira. É casado com Ruth Leite Vieira desde 03 de julho de 1993, com quem tem cinco filhos. Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Estadual do Ceará. Graduado em Direito pela UNIFOR - Universidade de Fortaleza. Pós-graduado em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho pela UNIDERP. Servidor Público Federal no cargo de Analista Judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região. Diretor de Secretaria da 7ª Vara do Trabalho de Fortaleza. Membro da Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares. Membro da Academia Brasileira de Hagiologia (ABRHAGI) e da Academia Virtual Internacional de Poesia, Arte e Filosofia (AVIPAF).


Luciano Dídimo

1. Quando começou a escrever?

Meu contato com a literatura já se deu desde a minha infância. Sendo filho do professor, escritor e poeta Horácio Dídimo, falecido em 02/09/2018, nasci em meio aos livros de literatura e de espiritualidade. Ele foi o criador da disciplina de literatura infantil na UFC e portando comprava muitos livros infantis e revistas em quadrinhos para estudar os personagens. Eu criança, me aproveitava e lia tudo também. No Colégio Cearense, aos 10 anos de idade participei da coletânea dos Poetas Maristas. Aos 12 anos ganhei um concurso de contos promovido pelo Diário do Nordeste, e meu conto saiu na capa do suplemento infantil do jornal. Na adolescência e na juventude me afastei um pouco da literatura, só vindo a retornar depois de casado, quando retornei à prática da religião católica. Por isso as minhas poesias tem muito conteúdo de espiritualidade, especialmente ligadas ao Carmelo.
2. Quais autores influenciaram seu estilo literário?

Sem dúvida alguma a grande influência foi do meu pai, o poeta, professor e escritor Horácio Dídimo, membro da Academia Cearense de Letras. Ele sim é o verdadeiro poeta, com doutorado em Literatura. Eu apenas "arranho" alguns versos, mas sem dúvida, inspirada em sua poesia sintética. Dizem que a poesia está no sangue!

3. Qual é o seu ritmo de trabalho? Você escreve um pouco todos os dias?

A poesia não tem ritmo, ela surge naturalmente, pode ser em qualquer hora ou local. Ela vem e eu escrevo onde eu estiver, geralmente no celular ou no computador, pela facilidade.

4. Qual é o seu livro de cabeceira?

Não tenho livro de cabeceira, tenho a literatura de cabeceira. Ela está sempre ao meu lado, junto com a espiritualidade.

Literatura sentada
Na cabeceira da mesa
Tem o seu lugar de honra
De destaque e gentileza

Literatura ao lado
Na mesa de cabeceira
Está sempre com a gente
É leitura companheira

Literatura que jorra
Na cabeceira do rio
É nascente de cultura
Que enaltece nosso brio

Literatura que sonha
Ignorância descama
Nossa cabeça na fronha
Na cabeceira da cama

(Trecho do poema "Literatura na Cabeceira", de Luciano Dídimo)

5. Tem alguma técnica para construir os poemas? Inicia com uma ideia, com uma palavra, com uma imagem, etc?

Não tenho uma técnica propriamente dita. Às vezes vem a ideia de algum poema, e vou anotando os versos que me vem à cabeça. Depois, vou organizando. Alguns ficam prontos logo, outros vão sendo ajustados durante um longo período. E assim tenho muitos poemas ainda construção.




6. Na sua avaliação, quais são os pontos fortes de seus textos?

Tudo o que escrevo tento passar uma mensagem positiva de ânimo, de força e de fé!

7. Quais assuntos gosta de poetizar?

Gosto de escrever poesias de amor à minha esposa Ruth, advogada e professora universitária com quem sou casado há 25 anos e com quem tenho cinco filhos maravilhosos. Assim, também tenho várias poesias com temática familiar, mas também muitas com temática religiosa, em virtude de nossa fé católica, vivenciada na espiritualidade do Carmelo.

8. Já recebeu e-mail de seus leitores?

Nos tempos atuais, a interação com os leitores se dá mais através de postagens e comentários nas redes sociais.

9. Fale um pouco de sua trajetória literária.

Escrevia na infância, mas na adolescência e na juventude me afastei um pouco da literatura, só vindo a retornar depois de casado, quando retornei à prática da religião católica. A partir daí tive uma publicação em 2011 (O Meu Carmelo é Marrom). Ingressei na Academia Brasileira de Hagiologia em 2012 e em 2016 lancei o livro "A Rosa da Certeza". Eu escrevia, mas não me considerava poeta, nem tinha prentensão de sê-lo. Com o falecimento de meu pai em setembro de 2018, eu "saí do armário" e me assumi verdadeiramente como escritor e poeta, passando a frequentar e atuar no meio literário. Neste ano, recebi a Comenda "Amigo da Poesia" pelo Grupo Chocacho, ingressei na Academia Virtual Internacional de Poesia, Arte e Filosofia (AVIPAF), ocupando a cadeira nº 31, cujo patrono é Horácio Dídimo. Também em 2019 organizei o livro "O Sol do Amor – Exercícios de Admiração para Horácio Didimo", lançado em março.

Assumindo a presidência do Instituto Horácio Dídimo de Arte, Cultura e Espiritualidade, fundado por nossa família, me deparei diante de um novo desafio no sentido de propagar a espiritualidade através da literatura a partir da vida e da obra deixada por Horácio Dídimo. Nesse sentido, foi organizada por mim uma coletânea de 100 poemas em homenagem a Nossa Senhora, intitulada "Maria, Mãe da Poesia", que será lançada em sarau no dia 25 de maio de 2019.

A MISSÃO LITERÁRIA

Escrever é a missão
De todo escritor
Retirar do coração
Seu amor ou desamor

Escrever é a missão
De todo poeta
Na sua inspiração
Ser um pouco profeta

Escrever como missão
É vestir o seu texto
De beleza e emoção

Espalhar sua visão
Através da criação
Pela comunicação

Luciano Dídimo


10. Têm projetos literários para o segundo semestre de 2019?

Para o segundo semestre deve vir uma nova publicação do Instituto Horácio Dídimo voltada para as crianças, no mês de outubro. Além disso estou finalizando dois livros de poemas "A Rosa Azul", voltado para o público adolescente, e "A Rosa Marrom", com poemas relacionados à espiritualidade carmelitana.
Isabel Furini
 
Isabel Furini, escritora e educadora. Recebeu prêmios em concursos de poesia e de contos. Publicou 15 livros, entre eles: Mensagens das Flores e Ele e outros contos. Também escreve para o público infanto-juvenil. É autora da coleção "Corujinha e os Filósofos" da Editora Bolsa Nacional do Livro de Curitiba.



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