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Meio-fio: Poemas de Passagem - Poesia visceral de Flavia Ferrari

06 jan 2022 às 09:03
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O livro de poemas "Meio-fio: Poemas de Passagem" da excelente poeta Flavia Ferrari, comoveu os leitores. Vejamos alguns dos comentários que a poeta recebeu e que fortalece sua posição de poeta iniciante, e, ao mesmo tempo, autora de uma obra poética profunda.

Leitor Cláudio Moreira: “O livro de Flavia Ferrari foi uma grata surpresa desse ano pela sua estreia em livro, pois me remeteu a vivenciar uma fruição poética que me deu sensação de viver uma emoção de tipo “oxymoro”. Seus poemas me perpassaram com a simplicidade de sua comunicação de vivências e a profundidade dos “labirintos da alma” em busca da plenitude de ser humano, demasiado humano. Nessa esquina imagética entre o sonho real e o desejo não realizado, a poetisa nos convida a trilhar “cápsulas de epifania” em variados tons que nos faz sentir que é válido  caminhar no meio-fio da existência daquilo que, quem sabe, pode vir a se tornar realidade. Mais existencialista, impossível”.

Leitor Heráclio Camargo: Disse-me muito o livro “Meio-fio, poemas de passagem”. Encantaram-me os temas escolhidos: a condição humana, a solidão, a nossa relação com a natureza, o amor, entre outros, abordados com profundidade e delicadeza incomuns. Assim, tive a sensação  de tornar-me íntimo da poesia de Flavia Ferrari. Poemas memoráveis, estrofes inspiradas e versos indeléveis, tais quais “Você que insiste em me dizer Sem precisar me conhecer”.  Enfim, uma experiência, uma alegria.

Leitora Silmara de Fátima Cardoso: “Meio-fio: Poemas de Passagem” é um belo e encantador livro da autora Flavia Ferrari. Com poemas maravilhosos expressando os sentimentos humanos como paixões, amores, saudades, tristezas, dores, sofrimentos, alegrias, arrependimentos, etc. e escritos de maneira tão profunda, que chega a confundir o que é real e o que é ficcional parecendo que a autora viveu todas aquelas experiências. Porém, devemos lembrar que um texto é um universo indefinidamente aberto, no qual o intérprete pode descobrir interligações infinitas. A linguagem é incapaz de apreender um sentido único e preexistente (ECO, 2005). Muitos escritores/as se valem da ficção, da criação para escrever seus textos. No entanto, é preciso lembrar que o fictício não é sinônimo de falso e o real passa pelo imaginário de um/a escritor/a. Todo texto é construção e, nesse sentido, os leitores estão livres para interpretá-los. Há possiblidades infinitas de interpretações nesses incríveis poemas escritos por Flavia Ferrari.

Leitora Daniele Fischer: A poesia de Flavia Ferrari nos coloca nus diante de nossa condição humana, demasiadamente humana. Ela é direta, sem subterfúgios. Nossos sentimentos, limites, defeitos, carências, são ali mostrados da forma mais realista possível. Nos vemos refletidos em suas palavras e esse reflexo é tão nítido que não é incomum mergulharmos em nossa alma. Submergimos através de suas palavras ao âmago de nossa dor. E isso é necessário. É um mergulho vital e não podemos abrir mão disso. Não podemos nos furtar o direito de entrar em contato com a nossa condição humana... demasiadamente humana.
E Flavia nos permite isso.

Leitor José Gomes da Silva. Ler  "Meio Fio - Poemas de Passagem", de Flavia Ferrari, foi um deguste, um deleite, com forte sabor, entre a vertigem do "Desejo" e as mortalhas caminhantes das "Mulheres de Cabul", sempre arrepiando nossa alma, doce ou fortemente. Muito bom.

Leitora Roberta Gonçalves: A Flavia Ferrari me deixou por dias pensando/sofrendo o seu "Mulheres de Cabul":
"Que homens são esses
que saíram dos úteros
E invadiram as casas
Querendo explodir o mundo"
A meu coração, "Meio Fio - Poemas de Passagem", falou com uma voz muito feminina: suave, porém incisiva; tão bonita quanto sábia; muito pronta para gritar por revolução.
Do cenário citadino com suas ruas e curvas e praças e casas e gentes, a Flávia, com essa voz, fez um livro lindo de poesias e reticências, daqueles que continuam falando/gritando/ecoando muito depois de terem terminado...

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Os poemas de Flavia Ferrari despertam emoções e comovem a alma, pois atingem o âmago do ser humano. Ela fala de paixões, de amores, de saudade, de carências, de dúvidas... e fala com autenticidade.

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O livro foi publicado pela editora Toma Aí Um Poema da excelente poeta Jéssica Iancoski.

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