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Adriano Alves Fiore
Adriano Alves Fiore
11/10/2008 - 17:09
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Tanto se fala em evolução. Tanto se fala em desenvolvimento. Em progresso. Em crescimento. Em conscientização... DE QUÊ?! O senso comum reina absoluto, incontestável, como sempre, em toda a inhaca - desditosa e inglória – que é a história da humanidade.


O que se vê através de todas as vias de comunicação (e por nós mesmos) é que o ser humano está destruindo a flora, a fauna, o clima, enfim, acabando com o planeta do qual ele depende para continuar a existir. Concomitantemente há uma inundação de mensagens e recadinhos baratos afirmando que o quadrúpede do homo sapiens sapiens encontra-se em vertiginoso engrandecimento disso e daquilo. Que a "qualidade de vida" melhora a olhos vistos (Essa, realmente, é de lascar!). Que daqui a pouco todo o mundo vai viver até os duzentos anos, qual alguma espécie de tartaruga, e, blábláblá.

Cada um de nós, diariamente, sofre com violências de toda a forma, cor, origem e natureza: visual, auditiva, olfativa, tátil e saboreável. "Pessoas de altíssima relevância" (gente que você nem sequer conhece) viram-lhe o rosto nas ruas e/ou calçadas. Zurros de escapamentos ou de alarmes de veículos ou do tremendo mau gosto de usuários de celular açoitam-nos constantemente assim como enervantes sirenes de escolas, fábricas, etc. Fedentinas aparecem de esgotos, de lixos indevidamente cobertos e, até, de "arzinhos" (resquícios de flatulência) deixados, acintosamente, em lugares fechados por indivíduos egoístas. Sofremos trombadas de todos os tipos: abalroamentos (de carros, de bicicletas, de motos) ou simples encontrões entre humanos (que se poderiam facilmente evitar). Sentimos ainda gostos, muito, amargos contra a nossa vontade.

Somos assaltados por variedades inesgotáveis de informações tão fúteis quanto desnecessárias que só servem para constatar a incapacidade humana de encarar a realidade, de lidar com a morte, de tratar doenças e questões, realmente, importantes. DEUS DO CÉU, que utilidade poderia ter para um mero ser humano (imaginando que ele, ou ela, tivesse um mínimo de capacidade de raciocinar) uma notícia sobre as transas de Ciclano ou Beltrana?! CRUZ-CREDO, AVE-MARIA SOCORRO, que graça há nisso?!?!?!... E que entretenimento?!?!?! "Maravilhas" desse naipe são esparramadas profusamente em cima de nós vinte e quatro horas por dia. Pasmem, "dá ibope"! A culpa é de quem cria esses prodígios noticiosos? Claro que não. Tudo chega por via de merecimento.

Aproveito o propício momento de baixeza intelectual do artigo para tecer comentário a respeito de uma lenda ainda "saída do forno", fresquinha.

Era uma vez, um pobrezinho Cinderelo adolescente que do dia para a noite transformou-se em grande roteirista da Sétima Arte (Cinema). Ora, aconteceu que o "super-gênio" mirim, quando participava de um grupo visitante a um importante estúdio de televisão (e cinema) foi "descoberto" por alguém (Que devia ser outra sumidade do intelecto!!!) que o ouviu sugerir mudanças sobre uma cena que se passava. O quadro mostrava três jovens num sofá a assistir televisão até o instante em que o namorado da garota dirigiu-se até a cozinha para preparar um "lanchinho", deixando-a juntamente com o seu irmão na sala. A fantástica idéia do "mente brilhante"- Hoje, disputado aos tapas por empresas cinematográficas! – incitava o irmão a avançar sexualmente contra a cunhadinha durante o descuido do corninho, mas tudo de maneira "legal", isto é, contando com a total cooperação da "vítima". Que talento!(?) Que revelador toque de gênio!(?)

Digo a vocês com absoluta certeza... Não faz muito tempo, o mundo produzia poucos cérebros privilegiados – não tantos como agora, qual se apregoa por aí -, ao menos... Aqueles eram gênios de verdade.
05/09/2008 - 15:32
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Só pra variar, Pitágoras - um ser humano deveras incomum por sua descomunal e destacada inteligência - viria a colecionar mais um desterro em seu currículo pois inventa de fundar uma espécie de escola, confraria, ou ainda, um centro cultural, onde as mulheres podiam exercer funções em pé de igualdade com os homens e seus internos (como franciscanos capuchinhos mais fervorosos) devem possuir um amor universalista

A "Escolinha do Professor Pitágoras" sediada em Crotona (Itália, na antiga Magna Grécia), por muitos pesquisadores, é considerada a primeira faculdade do Mundo. Abriga e atrai a "nata" dos filhos das "melhores" famílias da região. Nela se instaura uma rigorosa autodisciplina que podia castigar com a morte qualquer um que revelasse ensinamentos proibidos à coletividade (o chamado voto de silêncio).

De certa maneira, Pitágoras tenciona uma reforma moral, conquanto não se interfira na estrutura econômica e social vigente; ele é favorável ao modelo oligárquico de política, ponto este que diverge da conhecida "Sociedade Alternativa" de Raul Seixas, defensora da total liberdade de expressão.

Os pupilos passam a residir nas dependências da escola, logo, denominando-se pitagóricos. Devido a isso, talvez, tenha-se aí mais uma criação do genial Pitágoras: o primeiro exemplo de "monastério" do Mundo. Ensina-se: Aritmética, Geometria, Música, Astronomia, Religião, Moral, Filosofia e, há a inclusão de um regime alimentar vegetariano, proibindo a ingestão da carne de animais que não servissem de oferenda aos Deuses (nesse outro quesito, pode antagonizar-se, novamente, com Raul Seixas e seu modelo de conduta coletiva, que permite o consumo de parte mole e comestível de qualquer animal). Todos os residentes pitagóricos são despojados de seus bens pessoais e têm as refeições compartilhadas no mesmo horário e local.

O mestre Pitágoras confere à Música especial atenção, associando-a aos números e à Mística (estudo das coisas divinas e do espírito); a progressão harmônica utilizada no ensino de teoria até nos dias atuais, encontra nessa união a sua origem. Reforçando o dito no primeiro capítulo: costuma-se atribuir ao supergênio a descoberta da base da Acústica e das proporções numéricas que sustentam a Escala da Primeira Arte (Música). Os cânticos dirigidos aos Deuses com o emprego da lira servem para curar os males do corpo e da alma. Assim como, a recitação de poemas e/ou versos incumbe-se de forçar a memória dos aprendizes.

Aproveito o parágrafo para dispor a opinião de outro supercérebro universal acerca da Música. Deixo a palavra – ou melhor, a idéia - com o filósofo alemão (prussiano) Arthur Schopenhauer (1788-1860). Para "Shop", ela é a mais importante das Artes porque exprime a vontade humana em toda a sua extensão e força. Serve como um poderoso meio de libertação. Fantástico esse raciocínio!!! Apenas tenho lá minhas dúvidas em relação ao grau de importância em face das demais Artes (Dança, Pintura, Escultura, Teatro e Literatura; o Cinema ainda não havia nascido).

Como não poderia deixar de ser, a "Sociedade Alternativa de Pitágoras" vem a incomodar muita gente. A galera dos setores menos favorecidos da população, que não se conforma com o "empino de nariz" dos pitagóricos (cônscios de sua superioridade intelectual), resolve botar para quebrar. Fecha-se o tempo, finalmente, a patuléia desvairada promove o desterro (de Crotona) de um dos homens mais sapientes de toda a maculada e sem-vergonha História da Humanidade. De um homem que quando enviado até Mileto ou Miletus (cidade grega encravada na costa ocidental da Turquia, próxima da Ilha de Samos) para aprender com Tales (um dos "Sete Sábios da Grécia Antiga") acaba ensinando o ilustre lente. De um homem que, simplesmente, exerceria profunda influência sobre: Platão, Parmênides, Euclides, Johannes Kepler, Isaac Newton... Tá bom, ou faz-se mister citar mais algum "nomezinho"?!?!?!

Pitágoras, desenganado com os homens e já na vetustez, teria deixado o Mundo dos Vivos mais ou menos no ano 497 a.C. em Metaponto (no sul da Itália e na Magna Grécia, de novo)... Onde consegue exílio e paz... Bem distante do nefasto convívio humanal.
23/08/2008 - 14:10
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Diariamente somos assaltados por todo o tipo de esquisitices, invencionices, fantastiquices e fatos inimagináveis, ou ficamos sabendo de acontecimentos dignos de nossa controversa – e questionável – existência mundana. Desde a era do Egito Antigo e das andanças do povo de Josué que se fala de um fenômeno meteorológico (excessivamente comum até os dias de hoje): a chuva. Em inúmeros relatos, todavia, tem-se a substituição das nossas familiares gotinhas de água condensadas por: pedras, sapos, rãs, nacos de carne humana (a gosto: com ou sem sangue), gatos, cachorros, paus, salmões, pescadas, peixes-gato, serpentes, codornas, ratos, arenques, morcegos...

Existem tantas notícias dessa, no mínimo, interessante (e inusual) chuva que muitos estudiosos sérios e homens de saber procuram explicações científicas para tornar o fenômeno tão viável quanto crível. Aqueles não-religiosos atestam que tornados e trombas marinhas (ou trombas d’água, espécie de tornado que atinge lagos e mares com uma potência incrível, elevando às nuvens uma coluna de jatos de água seguida de ventos fortíssimos) poderiam sugar peixes, aves e bichos de toda espécie que cruzassem o seu caminho e os arrastar por distâncias consideráveis. Aqueles mais afeitos aos ditames celestiais atribuem as Chuvas de Animais a castigos (e/ou avisos) aos desastrados seres humanos, daqui, de baixo.

Incontáveis ditados e expressões populares (em diversas línguas) empregam o termo da precipitação atmosférica formada de gotas de água e seus estranhos objetos acompanhadores. São, extremamente, utilizadas algumas frases, como: "(...) Nem que chova canivetes!"; "(...) Debaixo de uma chuva de paus e de porradas!"; "Recebido por uma chuva de balas!"; e por aí vai.

Em 2003 é lançado um filme de longa-metragem (um desenho, uma animação) intitulado: As Bicicletas de Belleville. Nele, em determinado episódio, uma senhora sai para a rua para "fazer compras", com o intuito de trazer comida para a casa que compartilha com duas outras estrambóticas figuras, as suas irmãs. Ela não carrega dinheiro, apenas uma sombrinha e uma pequena rede de pesca. Encaminha-se até um brejo, na vizinhança do seu sobrado, e lança à água uma antiga granada de mão. A explosão provoca uma enorme chuva de rãs "detonadas", e prontas para se transferirem para a panela.

Há, ainda, indícios de chuvas de gentes; das mais variadas categorias e idades.

Gostaria de deixar bem claro que não tenho absolutamente nada contra os bichinhos da espécie equus asinus: asnos, burros, jumentos ou jegues (estes últimos, habitantes do Nordeste Brasileiro). Aliás, é uma imperdoável injustiça considerar o termo jumento como símbolo da estupidez humana. O bichinho, assim é tratado, porque há muito e muito tempo vem auxiliando (e prestando serviços de carga) para outra besta com muita serenidade e paciência, recebendo como paga (e reconhecimento) tão-somente insultos e chibatadas. Monteiro Lobato, na fábula O Velho, O Menino e A Mulinha, põe os três protagonistas em disputa pela condição de cavalgante ou cavalgadura. Dá empate técnico. Por fim, a trempe é classificada como de três burros: dois de dois pés e um de quatro. Jesus Cristo é conduzido até a cidade de Jerusalém no lombo de um simpático "burrinho"; uma das personagens de Literatura mais conhecidas (o pesadíssimo Sancho Pança, confidente de Dom Quixote de La Mancha) é suportado heroicamente nas costas de um "jumentinho". Na próxima vez que vocês – atentos (as) leitores (as) – estiverem dispostos a lançar contumélias contra desafetos, poupem as "mamães" e os nossos aliados (e educados) burricos, não os utilizem como estro!

Reforço a minha indignação, afirmando: o animalzinho não tem culpa alguma se o homem é imbecil até o absurdo!

Sinceramente, espero que essa onda não se estenda e não se aprimore. Já pensou se, de súbito, os inexoráveis: Bóreas, Euro, Austro e Zéfiro (os ventos da Mitologia Greco-Romana) resolvem jogar sobre nós – tão sofridos mortais - chuvas de: sogras, cunhados, tias, primos, cachorros de vizinhos, vizinhos cachorros, conhecidos (as) "gentes-finas" etc?!... Chuva de Asnos?!... Até vá lá!... Desde que descarreguem unicamente os autênticos, os legítimos asininos.
23/07/2008 - 12:27
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Atribuem a Pitágoras a criação do termo Filosofia e, com certeza, foi (é) um dos homens que maior influxo exerceram na História do Pensamento Universal

Todo o mundo deve ter estranhado a mudança de nome das Faculdades Metropolitana para Pitágoras. Bom, pelo menos, o primeiro soava melhor aos nossos sensíveis (e discriminadores) "ouvidinhos", mas, o segundo... É muito, muito, muito mais significativo.

Nosso herói nasceu na Ilha de Samos (pertencente à Grécia, grudada na costa turca) por volta de 580 antes de Jesus Cristo.

Segundo consta, o seu nome teria sido haurido no mundialmente famoso Oráculo de Delfos (localidade originariamente conhecida como Pitó, do grego: pýthon ou serpente), lar das pítias ou pitonisas (sacerdotisas do Deus Apolo). Estas criaturas, também chamadas de sibilas, eram aquelas jovens mulheres que possuíam poderes proféticos. Em verdade, tinham um tremendo "empregão", postavam-se sobre uma trípode (assento com três pés), sorviam os gases de fontes naturais – habitantes internos do Templo -, e, "doidonas", proferiam os vaticínios; posterior e "devidamente", decifrados por sacerdotes. Uma dessas pitonisas teria previsto o nascimento de um homem chamado Pitágoras, e seu nome haveria de repercutir por todos os séculos vindouros como alguém de extraordinária sabedoria e benevolência.

Visitou diversos países do Mundo Antigo: Babilônia (no hodierno Iraque), Egito, Fenícia (atual Líbano), Índia e Pérsia (o Irã de hoje).

A cerca do ano 531, Samos - sob a tirania de Polícrates - forçou Pitágoras a emigrar para a Magna Grécia. Nosso herói encantou-se com o meio da bela sola da "Bota Italiana", estabelecendo-se em Crotona.

Muitos estudiosos conferem-lhe a paternidade do vocábulo Filosofia. Bom, ao menos, ele se denominava um filósofo, ou seja, "alguém que é amigo e/ou amante da sabença e/ou de conhecimentos".

A Matemática encontrou nele um colendo propagador, dos mais ilustres. Pitágoras afirmava que todas as coisas do Universo têm valores numéricos, são constituídas de números. Realmente, intrigante! A Matemática – como a Filosofia – busca sempre descobrir a verdade. O Teorema que recebe a sua assinatura (pertinente ao triângulo retângulo, provando que "a soma do quadrado dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa") foi resultado de um aprimoramento em cima de saberes adquiridos durante as perambulações; os babilônios e egípcios já desenvolviam pesquisas matemáticas sobre o polígono de três lados.

Nosso incansável herói-pensador era mesmo fogo na roupa! Ligou os números à Música, descobrindo a relação existente entre o comprimento (e largura) das cordas de um instrumento e a altura dos sons (das notas). Seu nome ainda está relacionado à Acústica e às proporções numéricas que fundamentam a Escala Musical.

Precedeu a Allan Kardec. Influenciado pelo Orfismo (culto místico grego associado ao legendário poeta Orfeu), cria na transmigração de almas. Ensinou a doutrina da Metempsicose (ou do ciclo da reencarnação), processo pelo qual o espírito pode ocupar um novo corpo de homem, animal e planta qualquer após a morte. Desse modo, supunha-se que conseguiria recordar existências passadas.

Imbuído de tantas idéias "revolucionárias" ("subversivas"), decidiu fundar em Crotona uma comunidade diferente que, obviamente, produziu grande confusão, e, que, também, será assunto no eletrizante capítulo porvindouro.
07/07/2008 - 10:52
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Antístenes e Diógenes deixam um extraordinário legado para o Mundo: Crátes de Tebas (365-285 a.C.). Diógenes segue rigorosamente o instinto natural dos bichos e dos homens: "Bateu levou". Crátes torna-se amigo do inaudito filósofo-mendigo em Atenas e fervoroso entusiasta dos seus ensinamentos.

De fato, desenvolve um Cinismo mais brando, humanitarista. Sai por aí a ajudar e a confortar as pessoas, sempre, bem-humorado e carregado de modos gentis. Coxo e corcunda faz-se um convidado em qualquer lugar que lhe dê na veneta, reconciliando os membros de famílias desarmônicas. Deixam-lhe mensagens de boas-vindas nas casas. Sua fama de "bom samaritano" espalha-se rapidamente. Presta bons conselhos a todos que precisam. Recebe a alcunha carinhosa de "Abridor de Portas".

Como Diógenes, considera-se um "cidadão do Mundo": "A minha pátria não tem sequer uma torre nem um único teto; mas onde é possível viver bem, em qualquer ponto do Universo, ali está minha cidade, ali está minha casa". Em sua campanha de conquista da Grécia e de suas cidades-estado, Alexandre Magno reduz Tebas a cinzas. Topa com Crátes e lhe pergunta se deseja que a sua querida cidade natal seja reconstruída, responde o cínico: "E para quê? Talvez para outro Alexandre venha a destruí-la".

Uma versão histórica diz que Crátes, pertencente a uma distinta cepa, vende todo o seu patrimônio e distribui a soma de dinheiro entre os seus concidadãos.

Outra prístina interpretação menciona a confiança de seus bens na mão de um banqueiro. Crátes teria dado ordem expressa de transmissão de seus bens aos seus filhos, caso estes virassem órfãos incultos; porém, se os mesmos se tornassem seres humanos dotados de inteligência superior não ficariam com a herança. Afinal de contas filósofos não devem ter necessidade de nada, vivendo sem preocupação e com o estritamente indispensável.

Encontra uma doida, de nome Hipárquia, que resolve juntar-se a ele. Ela abandona o conforto de sua abastada família, ignora o apelo de inúmeros (e entusiásticos) pretendentes ricos. Os dois passam a compartilhar um autêntico "matrimônio cínico".

De certa forma, Crátes pode ser considerado o "Pai do Estoicismo" (Filosofia Lógica, Física e Moral), ou o "Avô", haja vista a sua influência sobre o primeiro filósofo estóico que se tem notícia: Zenão de Cício (334-262 a.C.).
Adriano Alves Fiore
 
Possui graduação em Direito pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e em Comunicação Social e Jornalismo pela Faculdade Pitágoras, Campus Metropolitana de Londrina. Como aluno especial na UEL, tem participado dos cursos de: Estudos da Linguagem (2004 e 2006), Ciências Sociais (2006) e História Social (2010). É mestre em Comunicação Visual pela UEL (2011) e doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2015).



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