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O novo prefeito

31 dez 1969 às 21:33
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Londrina, finalmente, tem seu novo prefeito. Barbosa Neto derrotou Hauly nas urnas e vai assumir o comando de uma cidade que precisa melhorar seu astral, reencontrar sua auto-estima e voltar a ser uma das mais dinâmicas deste país. Político novo, inteligente, de comunicação fácil, Barbosa Neto entra na prefeitura esbanjando juventude e disposição. O londrinense espera muito de sua gestão. Se quiser (e se libertar dos acordos pré-estabelecidos nas campanhas), poderá ser outra grande revelação da política paranaense, como Beto Richa, prefeito de Curitiba.

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O esporte de Londrina espera muito do jovem e novo prefeito. O Londrina Esporte Clube também. Sabemos que a cidade tem muitos problemas urgentes para serem resolvidos (no lado social), mas entendemos que ele poderá ajudar o meio esportivo, logo de cara. Ele poderá incentivar empresas a participarem da vida do Tubarão, como outros prefeitos já fizeram. Com sua força de prefeito, ele será importante na reaproximação do clube com o comércio e a indústria da cidade. Mas uma coisa é certa: terá que existir reciprocidade por parte do LEC em organização, seriedade e transparência. O Londrina terá que mudar. Terá que deixar de "levar as coisas emboladas", como leva.

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O justiceiro
Os mais velhos se lembram da novela (do rádio e da televisão) "Jerônimo, o herói do sertão", personagem que, como o nome já diz, marcou por fazer justiça, combater a imoralidade. Pois é, na primeira rodada da nova fase do Campeonato Paranaense surgiu um justiceiro do mesmo calibre: "J. Malucelli, o herói do Paranaensão". Ao ganhar do Atlético dentro da Arena, o Jotinha (como é carinhosamente chamado) evitou disparates de pontuação na largada e equilibrou o campeonato. O Atlético, que já entrou com dois pontos de bonificação largou em quinto lugar e mostrou que o super mando pode não fazê-lo campeão.


O Coritiba, que no ano passado foi campeão dentro da Baixada, começou como líder ao somar os três pontos que ganhou do Paranavaí ao ponto de bonificação pelo segundo lugar no turno classificatório. E quem continua embalado é o nosso visinho Nacional. Ao contrário do Atlético ele fez prevalecer o mando, fez 3 x 1 no Irati e vai à luta pensando alto cada vez mais. E pela bela campanha, tem direito a ambiciosos sonhos, sim.


Não foi a altitude

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A Seleção Brasileira teve mais sorte do que juízo no Equador. O gol de Júlio Batista caiu da altitude e a torcida brasileira deve agradecer o outro Júlio, o César, pela magnífica atuação. O Brasil empatou um jogo em que o resultado normal seria uma derrota. Desta vez o problema não foi o ar rarefeito, a altitude. Foi a "baixitude" do nosso futebol, simbolizada por Ronaldinho Gaúcho, o pior em campo. Enquanto Júlio César salvava o time, Ronaldinho andava em campo. E ele teve outros coadjuvantes que quase alcançaram a mediocridade da sua atuação.

A nossa Seleção caiu para o quarto lugar na classificação. Fica atrás do Paraguai, Argentina e Chile. Como terá o Peru (que está mais para galinha morta) pela frente na quarta-feira os danos não serão tão grandes no momento. O problema será nas rodadas futuras, pois o nosso time terá que jogar fora de casa com Uruguai e Argentina.


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