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Victor Lopes
Victor Lopes
03/10/2019 - 11:47
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Os fãs brasileiros da Fórmula 1 viveram um relacionamento de altos e baixos com o esporte após a morte de Ayrton Senna, que completou 25 anos em 2019. Nos videogames, essa relação é parecida, afinal, a cada temporada existe uma expectativa que o jogo tenha uma pegada mais imersiva e assim traga novos jogadores para acelerar nas pistas virtuais pelo mundo.

F1 2019 - game desenvolvido pela inglesa Codemasters - parece ter acertado a mão nesta temporada. Lançado há alguns meses, o jogo acerta ao criar um modo carreira envolvente, apesar de alguns tropeços. Mais do que isso, traz uma DLC em que é possível jogar com Senna no seu 1990 McLaren MP4/5B e Alain Prost no Ferrari F1-90, mostrando um pouco dessa rivalidade histórica entre os pilotos.



A reportagem da FOLHA recebeu uma cópia do game e, junto ao engenheiro mecânico e apaixonado por carros (e por Senna), Felipe Rocha dos Reis, resolveu testar o novo jogo da Codesmaster. Felipe ainda é blogueiro de audiência no Portal Bonde, Oficina Londrina, que traz novidades sobre o mundo do automobilismo e lançamentos do setor. Confira alguns pontos que ele destacou após se dedicar intensamente no jogo.

Beleza gráfica e jogabilidade

Felipe destaca que o game é bem intuitivo e fácil de se envolver. Ele cita por exemplo a beleza dos gráficos nas pistas noturnas de Bahrein e Singapura, que trazem uma imersão incrível. O mesmo acontece nas situações de chuva. "Joguei na visão acima do halo, no ponto mais alto do carro. Durante a chuva, vem o spray do carro da frente o que gera uma sensação de desespero.”

Em relação a jogabilidade, Rocha falou que agrada "gregos e troianos”, sendo possível configurações bem específicas. "Quem curte um modo mais arcade, ainda pode jogar de forma competitiva, deixando os assistentes de controle acionados mas ainda com a Inteligência Artificial dos adversários alta.”



Realismo nas colisões

Outro ponto citado pelo engenheiro é o realismo nas colisões, também configuráveis. No modo mais realista, ele cita que qualquer contado já gera uma falta de estabilidade do carro. "Se você passa reto numa chicane ou em tartarugas o carro já fica danificado. Se a equipe também manda trocar os pneus e você não faz ele vão perdendo pressão e fica bem difícil de pilotar o carro.”

Modo Carreira

Como tem acontecido nos games de futebol, o F1 2019 também quer trazer o emocional para o modo carreira. A ideia é que a cada fala do piloto – com pode de opção do jogador – isso influencie no comportamento com a equipe, ganhando e perdendo pontos que são importantes para ajuste do carro. "O que não gostei nesse modo é que as entrevistas algumas vezes não tem muito a ver com o que aconteceu a corrida. O game te obriga a dar algumas respostas que não estão no contexto. Por exemplo, te colocam numa saia justa com a equipe dizendo que você acabou tocando no muro, mesmo que durante a corrida isso não tenha acontecido. Querem deixar meio 'novelinha', mas em algumas situações não deu muito certo.”

DLC com "barulhos nostálgicos”

O ponto alto do game sem dúvida é pilotar carros que fizeram história na F1, afinal, muitos jogadores sentem mais empatia com o passado do esporte. A DLC coloca Senna e Prost frente a frente novamente com suas icônicas McLaren e Ferrari. Neste caso, não são corridas completas, mas pequenos desafios, como ultrapassar o adversário num determinado número de voltas, ou estar em último e chegar em primeiro. "O que me chamou muito a atenção foi o realismo do barulho do motor dos carros da época. O som da Ferrari do Prost é lindo e num home theater ficaria incrível. O ponto baixo é que a DLC não tem um efeito replay, ou seja, após completar o desafio não se cria novas alternativas para jogar novamente.”

30/09/2019 - 07:40
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Se no futebol real não está fácil torcer para o Londrina Esporte Clube este ano, nos campos virtuais o clube tem batido um bolão e atraído diversos fãs para arriscar jogadas e marcar gols no novo PES 2020. O game de futebol da Konami lançado recentemente – que tem a tarefa árdua de concorrer anualmente com o FIFA, da EA – este ano atraiu demais o mercado brasileiro por ter apostado no licenciamento dos clubes da Série B do Campeonato Brasileiro. Com isso, a empresa japonesa que já tem força por aqui devido ao capricho com os times da Série A, regionaliza ainda mais sua atuação, focando em times de menor expressividade. Nem só de Barcelona, Real Madrid e Juventus sobrevive o futebol dos videogames.

Com essa aposta, um frisson se apossou dos torcedores do Tubarão. Mais do que isso: gamers que no passado tinham migrado do PES para o FIFA começaram a fazer o caminho inverso para jogar com o Alviceleste. Além disso, impulsionou as vendas do game na cidade desde o lançamento. "Esse ano o game vendeu melhor e os clubes da série B influenciaram bastante nisso. Muitos compraram com esse argumento de jogar com o Londrina. A Konami partiu para esse enfoque na América Latina, fortalecendo o campeonato brasileiro. O torcedor quer ver o time dele no jogo, nem se for pra jogar só uma vez e desencanar”, salienta o proprietário da Koopa Troopa Games, Gabriel Modenuti.

O professor do curso direito da UEL (Universidade Estadual de Londrina), Miguel Belinati Piccirillo, é torcedor do Londrina. De vez em quando, leva o filho Bento, de dois anos, ao estádio para ver o Tuba. Neste ano, não pensou duas vezes em optar pelo PES 2020. "Tenho jogado com o Londrina no game e a emoção foi muito grande. Me lembrei do Playstation 2, quando havia versões piratas para jogar com o Londrina. Agora, com a possibilidade de ver isso (de forma oficial) com os jogadores atualizados é uma experiência muito bacana. O Bento já reconhece o time no game”, ressalta.

Miguel Belinati Piccirillo e o filho Bento: torcedores do Londrina e optaram pelo PES ao invés do FIFA
Miguel Belinati Piccirillo e o filho Bento: torcedores do Londrina e optaram pelo PES ao invés do FIFA


Apesar do time só ter uma estrela e meia no game – bem abaixo das grandes potências do mundo do futebol – Piccirillo relata que a experiência de gameplay é ótima, mesmo com toda a dificuldade de controlar os jogadores, que são tecnicamente mais fracos. Neste caso, o game imita bem o que acontece no campo atualmente. "É difícil jogar, (porque os jogadores) erram passe, erram chute, tem que ficar mais atento do que quando está se jogando com o Barça ou alguma seleção. Mas é uma experiência bem interessante. Jogar com a camisa do Londrina e boa parte dos jogadores me emocionou mesmo, foi bem bacana.”

Já o jornalista Neto Almeida é mais radical em dizer porque escolheu PES 2020: além da imersão positiva gerada pelos times das Séries A e B do Brasileirão, ele também critica o FIFA, game que jogava até o ano passado até fazer a transição para o atual game da Konami. "O FIFA virou um game "pay to win”: você paga, coloca FIFA points e consegue um bom time. No PES, com uma semana e meia jogando já tenho Cavani, Suarez entre outros jogadores no meu time sem colocar um real, o que no FIFA demoraria demais pra conseguir. O PES te recompensa pelo tempo que você se dedica ao game.”



Em relação ao Tuba, Almeida comenta o prazer de jogar com o time na Master Liga, modo de jogo que te permite gerenciar o clube e galgar voos mais altos, como disputar o mundial e até fazer contratações impossíveis na vida real. Neste modo, é possível por exemplo colocar o Romário ou Maradona para treinar o LEC. "Ver o Ronaldinho jogando com camisa do Londrina é algo surreal. O PES hoje é muito mais simulador do que um arcade, o que o FIFA acabou se tornando. O PES é mais construção de jogadas, se aproxima da realidade do futebol e tem menos bugs. Está mais difícil de jogar que o concorrente, o que torna o momento do gol muito mais gratificante.”

Rodrigo Marcondes Pereira, que também trabalha com a venda de games e curte um futebol virtual, também elogiou o game da Konami. "To bem viciado, jogando direto. A jogabilidade está bem divertida e gostei do sistema para adquirir jogadores. Entre meus clientes, muitos que compravam o FIFA ficaram curioso pelo PES.”
27/09/2019 - 11:08
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Em certas ocasiões, os videogames deixam de lado os temas fantasiosos e criam roteiros delicados, atuais, e que nos trazem certas inquietações. Quando o assunto é religião, então, geralmente está ligado ao fanatismo e extremismo, como aconteceu por exemplo em Far Cry 5, lançado no ano passado, em que os jogadores são levados ao condado de Hope County para uma seita armamentista bizarra.

Mais uma vez, o tema volta à tona, agora com o título de uma produtora menor, a Paranoid Productions, com o game The Church In The Darkness, ou no bom português, "A Igreja na Escuridão”, um jogo que chama a atenção porque é ambientado nas florestas da América do Sul, bem provavelmente no Brasil.

A temática é bem direta e explicada no início do game: no final dos anos 1970, o casal Isaac e Rebecca Walker criam a Missão de Justiça Coletiva nos EUA, uma espécie de igreja que cultua o socialismo, com suas regras e organizações internas. O governo dos EUA começa a desconfiar dos planos dessa seita e persegui-los em solo americano. Eles então partem para a América do Sul e criam Freedom Town, uma cidade fechada para "os adoradores” desse casal. O jogador no papel de Vic, uma ex-oficial, então parte para essa selva em busca de notícias do seu sobrinho, Alex, que ingressou na "igreja”, e que parou de dar notícias a família.



Sem dúvida, o ponto alto do game é essa ambientação sobre o extremismo religioso. Na jogabilidade, entretanto, The Church In The Darkness tem altos e baixos. Um ponto positivo, sem dúvida, é a câmera elevada, em que é possível ver todo o ambiente, andar pelas árvores, se infiltrar em instalações em criar estratégias contra os inimigos, por stealth ou chegar atirando sem dó mesmo.

Uma pena que a mecânica não seja um dos pontos altos. O controle da personagem tem certos defeitos (no meu caso, joguei com joystick de PS4), o que deixa o "walkthrough” um pouco sem ritmo e gera certa irritação. Isso faz com que algumas vezes você pense em executar algo e não consiga e acabe preso pelos fanáticos.



Outro ponto que poderia ser melhor trabalhado é a imersão. Afinal, com uma temática tão boa, faltou gerar mais tensão nos diálogos (que são feitos de forma estática), além de um clima de mais tensão com a trilha sonora, quase inexistente.

Na Steam, o game está sendo vendido a pouco mais de R$ 30, enquanto na PSN, passa dos R$ 60. Acredito que com uma boa promoção, a valores mais baixos, aí sim vale a compra e encarar os perigos de Freedom Town
26/09/2019 - 11:36
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O lançamento oficial do FIFA 20 acontece amanhã pelo mundo e já tem jogadores com a expectativa de colocar as mãos no game versão mídia física. Na parceria entre a Koopa Troopa Games e o blog Jogando com Vitão, é possível adquirir o jogo pela pré-venda e ainda parcelar no cartão de crédito em quatro vezes sem juros. As unidades são limitadas neste lançamento!

Fale que você viu no blog Jogando com Vitão para negociar!

Para quem tiver interesse no game, basta falar com Gabriel Modenuti na Koopa do shopping Aurora ou com Marcelo na loja do centro, rua Santos 414. O telefone da loja do Aurora é 3026-7919.

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Amanhã tem FIFA 2020, galera!

Uma publicação compartilhada por Koopa Troopa Games (@koopatroopagames) em

24/09/2019 - 07:44
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Fãs da Nintendo: o novo Switch Lite já está entre nós. O console portátil da empresa japonesa - que chega para substituir o 3DS - já está sendo comercializado em algumas lojas de Londrina. O blog Jogando com Vitão foi até a Koopa Troopa Games e apresenta o videogame, mostra as vantagens e desvantagens comparado ao modelo anterior e também o preço da novidade.

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Victor Lopes
 
Olá pessoal, meu nome é Victor Lopes e neste espaço vamos tratar sobre todas as novidades do mundo dos videogames, uma paixão que me acompanha desde os tempos de infância. Não importa o console ou game, vamos elogiar e criticar sem papas na língua! Bora jogar? Me acompanhe no canal youtube.com/lopesvitao



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