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Marcos Vinicius
Marcos Vinicius
23/07/2019 - 15:36
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Os fãs de "Once Upon a Time" já podem comemorar, Lana Parrilla está confirmada para a sexta edição da CCXP. A norte-americana interpretou a Rainha Má (prefeita Regina Mills), uma das personagens mais queridas pelo público e principal antagonista da série, que teve sua última temporada exibida no Brasil no ano passado. O maior festival de cultura pop do planeta acontece entre 5 e 8 de dezembro, no São Paulo Expo, e a atriz poderá ser vista na sexta-feira (6) e no sábado (7), em sessões de Fotos & Autógrafos e em outras atividades que serão anunciadas em breve.

A participação de Lana Parrilla na CCXP19 é muito aguardada por seus fãs, que chegaram a realizar um abaixo-assinado na internet pedindo sua vinda para o festival. Por seu papel em "Once Upon a Time", a atriz foi indicada a diversos prêmios e levou para casa, entre outros, o Teen Choice Awards de Melhor Atriz de Ficção Científica/Fantasia. Parrilla também esteve no elenco de séries como "Boomtown", "Spin City" e "Lost".

Quem ainda não garantiu a entrada da CCXP19 tem até o dia 31 de julho para comprar os ingressos com os preços do segundo lote. Já estão esgotadas as credenciais que dão direito aos quatro dias de festival, o pacote Full Experience e os ingressos avulsos para sábado. Ainda é possível adquirir o pacote Epic Experience – que oferece entrada 1h antes da abertura dos portões (sem preferência de entrada nos auditórios) todos os dias do festival, acesso a Spoiler Night, uma foto ou um autógrafo com um artista convidado da CCXP19, além de um kit com camiseta, pin e pôster e desconto de 10% nas lojas oficias da CCXP no evento. Também estão disponíveis para compra as credenciais avulsas para quinta-feira, sexta-feira e domingo. Os ingressos do Unlock CCXP – evento voltado para profissionais do mercado de entretenimento – também já estão à venda pelo site www.ccxp.com.br.
22/07/2019 - 11:23
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O escocês Iain Glen é um dos convidados da CCXP para a sexta edição do evento, que acontece entre 5 e 8 de dezembro, no São Paulo Expo. Famoso por interpretar personagens como Dr. Isaacs, nos filmes de "Resident Evil", e Sor Jorah Mormont, na série "Game of Thrones", Glen já tem um novo trabalho em vista: o ator foi escolhido para viver uma versão mais velha de Bruce Wayne em "Titãs", série da DC exibida pela Netflix. O astro estará no maior festival de cultura pop do planeta na quinta-feira (5/12) e na sexta-feira (6/12), em sessões de Fotos & Autógrafos e outras atividades a serem divulgadas em breve.

Para a alegria dos fãs, o anúncio de Iain Glen como Batman aconteceu durante a última temporada de "Game of Thrones", exibida no primeiro semestre deste ano. O artista já participou de diversas outras séries de TV, como "Doctor Who" e "Downton Abbey", pela qual foi premiado ao lado de todo o elenco em 2013. Sua filmografia também é vasta. São mais de 30 longas no currículo, incluindo "Uma Sombra no Escuro", que lhe rendeu o Urso de Prata de Melhor Ator, no Festival de Berlim. A agenda completa de Iain Glen no festival será divulgada em breve.

Quem ainda não garantiu a entrada da CCXP19 tem até o dia 31 de julho para comprar os ingressos com os preços do segundo lote. Já estão esgotadas as credenciais que dão direito aos quatro dias de festival, o pacote Full Experience e os ingressos avulsos para sábado. Ainda é possível adquirir o pacote Epic Experience – que oferece entrada no evento 1h antes da abertura dos portões (sem preferência de entrada nos auditórios), acesso a Spoiler Night, uma foto ou um autógrafo com um artista convidado da CCXP19, além de um kit com camiseta, pin e pôster e desconto de 10% nas lojas oficias da CCXP no evento. Também estão disponíveis para compra as credenciais avulsas para quinta-feira, sexta-feira e domingo. Os ingressos do Unlock CCXP – evento voltado para profissionais do mercado de entretenimento – também já estão à venda pelo site www.ccxp.com.br.
18/07/2019 - 15:22
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A grande verdade sobre o "live-action" de O Rei Leão (2019) é que o filme é uma exata releitura do clássico Disney de 1994. Sem dúvidas, de todos os remakes produzidos atualmente pela empresa, este é de longe o mais fiel à animação.

A nostalgia reinou durante a sessão de pré-estreia, com as canções clássicas e momentos épicos do longa.

Coloco até que os pontos altos do filme, são principalmente, aqueles em que nós já sabíamos exatamente o que iria acontecer. Onde o filme não desapontou nesse aspecto, entregando uma experiência de rever algo de forma nova e mais real do que já conhecíamos. O que, na minha opinião, era o objetivo do filme.

As novidades foram algumas alterações que, de fato, não acrescentaram tanto ao filme.

A nova música, "Spirit", da cantora Beyoncé é introduzida em um momento oportuno, porém, não revela tanta emoção como parecia a proposta, quando foi divulgada. Além do mais, a atuação da cantora em dublar a leoa Nala, foi bem amena. Levando em consideração de que a cantora não é uma atriz, é compreensível, pois ouvir e reconhecer a voz dela no longa é muito legal.

A dupla Timão e Pumbaa rendeu boas risadas, ainda que, como todos os demais personagens, tiveram dificuldade em demonstrar expressões - qual é, são animais "de verdade" - conseguem trazer um alívio cômico de qualidade com a cantoria de Hakuna Matata e The Lion Sleeps Tonight, além de suas falas que são muito bem colocadas e adaptadas de certo modo.

Tratando-se de desapontamentos, é tudo uma questão de estado de espírito e expectativas. Se é feito um novo filme fugindo muito do original, há um risco, da mesma forma se produzido uma releitura muito fiel, existe ainda o risco da experiência pacata. No entanto O Rei Leão (2019) com toda sua excelente produção visual, com efeitos especiais de qualidade, - o filme todo é feito em computação gráfica. Sim, não tem nenhum animal real lá - encanta e prende nossa atenção nos detalhes minuciosos de cada personagem, cena e ambiente.

Senti uma pequena alterada em alguns personagens, no sentido de os deixarem mais sérios, como o sábio macaco Rafiki e também as Hienas, que têm uma imposição mais sombria durante o filme e se comparado à animação, falta um pouco daquele tom engraçado que carregavam no desenho.

Enfim, não estamos aqui para comparar o "live-action" com a animação. Em suma, podemos dizer que foi uma experiência razoável (para mim), porém recebemos bastante comentários de amigos que se emocionaram bastante com os momentos de tensão do filme.

Eu (Marcos) como grande fã de Star Wars, não posso deixar de comentar a magnífica atuação do grande James Earl Jones, dando voz ao Mufasa. Onde em todos os momentos de fala do personagem, era impossível não se lembrar do maior vilão dos cinemas de todos os tempos, Darth Vader.

Vale a pena assistir no cinema? Sem dúvidas! Não perca tempo e vá assim que puder.

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Muito obrigado por nos acompanhar e até a próxima crítica.
21/06/2019 - 09:47
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Quando Toy Story 3 (2010) foi lançado o público achou que a história dos brinquedos se encerraria ali, com Andy deixando seus brinquedos queridos para Bonnie, uma garotinha da vizinhança, e partindo para a faculdade. No entanto, ninguém estava preparado para Toy Story 4, uma nova história com Woody, Buzz e vários novos personagens.

Indo direto ao ponto, Toy Story 4 (2019), encerra de vez a franquia, segundo os produtores, e com certeza deixou o coração de muitos fãs apertados.

O filme traz diversas mensagens, sendo elas, apresentadas ao longo do desenvolvimento, apresentação e reapresentação de personagens.

Forky, ou Garfinho, em português, entra em cena, com o papel de ser um brinquedo que traz conforto à sua criança (Bonnie), em um momento de extrema dificuldade para ela, sua adaptação no jardim-de-infância. E Woody, sempre confiante a respeito de seu lugar no mundo, e de sua prioridade, que é tomar conta de suas crianças, entende que a presença de Garfinho na vida da Bonnie a partir dali, torna-se fundamental, pois sabe que era assim, no seu relacionamento com o Andy e por isso tenta mostrar essa importância do Garfinho aos demais brinquedos.

Estabelecido o valor do novo personagem (Garfinho), parte daí a aventura do filme, onde diante de uma viagem em família, Bonnie leva seus brinquedos junto de si e durante o trajeto, Garfinho, em sua relutância e dúvida existencial, por ter sido criado a partir do lixo, se atira pela janela do carro em movimento, tentando fugir da Bonnie, Woody e demais brinquedos. Woody por se sentir responsável pela integridade do brinquedo novo da Bonnie, ou ainda, pelo apego que ele sabia que a menina havia criado pelo seu novo brinquedo, não pensa duas vezes em pular atrás do Garfinho e se desprender dos outros brinquedos (Buzz, Jessie, Rex, etc.) a fim de resgatar Garfinho.

Após isso, Woody, sempre super-protetor e apegado ao passado, cria várias situações nem tão necessárias, colocando seus amigos em perigo e, como sempre, garante várias sequências divertidas, que vão desde bonecos assustadores, novos vilões, até reencontro com antigos personagens, que é caso de Betty, a pastora que estava "perdida" por 9 longos anos, tem seu fim explicado no início do filme por um flashback, e que se mostra uma nova Betty, onde nem tudo parece ser como é, e que existem outras formas de viver nesse mundo, levantando várias questões válidas, que podemos aplicar facilmente na vida real.

Toy Story 4 (2019) sem dúvidas é um ponto fora da curva, se comparado aos outros filmes da franquia. Tem, sim, seus aspectos que se repetem, que carregam a nostalgia dos primeiros, pois é um clássico e todos gostamos de ver isso nos cinemas, porém este, um pouco menos criativo, foca em trazer lições contemporâneas, que se não atento, pode passar desapercebido por entre os expectadores.

O ponto onde quero chegar, é que esse filme, obviamente, é sobre o Woody, única e exclusivamente. Por mais que a aventura envolva o novo brinquedo e os velhos amigos, a moral torneia o sentimento do caubói. Woody precisa se reinventar, encontrar um novo propósito enquanto brinquedo vivo. E na busca de ressignificar sua jornada, acabou tendo que abrir mão do seu passado, o qual como foi dito, ele era demasiadamente apegado.

E isso é o que torna o filme mais triste, talvez a animação mais triste da Pixar (conforme afirmado em entrevistas).

ATENÇÃO - A PARTIR DAQUI O TEXTO PODE CONTER SPOILERS SOBRE O FILME

No reencontro com Betty, que se apresenta de maneira totalmente renovada, como uma guerreira destemida, vivendo de forma livre no mundo - o que é estranho, pois estamos falando de brinquedos, porém como mencionado anteriormente, o filme levanta questões válidas, que podemos aplicar facilmente na vida real. - Woody entende que seu ciclo como líder chega ao fim e se junta à ela para viver de forma livre, ajudando outros brinquedos à encontrar uma criança, logo um lar.

E essa é uma sub-trama que surge no desenvolvimento do filme, com a aparição da antagonista Gabby Gabby, uma boneca que vive num antiquário, pois nunca teve uma criança, por conta de um defeito em sua caixa de voz. Sua motivação é nobre, talvez mais compreensível do que a dos "vilões" anteriores (Lotso, Pete Fedido e Sid), onde a boneca só queria ser amada, mas na condição em que se encontrava, era facilmente trocada por brinquedos novos, portanto se via na necessidade de se consertar para que assim, alguma criança pudesse escolhê-la. E na busca de se consertar, era capaz de qualquer coisa, mesmo que ferisse a integridade de outros, que foi o caso, quando encontrou Woody e viu que sua caixa de voz estava intacta.

Por fim, depois de uma sequência divertida e envolvente, com situações de risco e aventuras envolvendo Woody, Betty e novos brinquedos, Woody cede de bom grado sua caixa de voz à boneca Gabby Gabby e com a ajuda dos seus amigos, conseguem fazer com que ela encontre uma criança e seja amada.

Parece meio repetitivo não? Contudo tudo isso se fez necessário para construir a motivação de Woody no final do filme.
Abandonar os amigos, que viveram todo esse tempo juntos, pode parecer estranho, ruim e até mesmo rude da parte do caubói. E isso pode até desagradar um pouco alguns fãs, se olhado por este angulo. Porém, "parte da jornada é o fim", como diria nosso grande herói Homem-de-ferro em Vingadores: Ultimato (2019), e Woody, nitidamente, pensa assim, quando decide ficar com a Betty à deriva do mundo, ajudando novos brinquedos, ainda mais quando Buzz olha pra ele e diz: "Ela vai ficar bem", referindo-se à Bonnie, e o caubói se sente seguro em deixar seus amigos e fechar este ciclo.

A minha opinião é de que essa foi uma forma de encerrar de vez a franquia. Um pouco ousada? Sim! Os produtores afirmaram que esse seria, de fato, o fim, por isso precisavam desse teor de rompimento, pois ao meu ver, se o filme acabasse de uma maneira simples, seria muito mais fácil acreditar num retorno, uma possível sequência.

É um fim irreversível? Não. Consigo enxergar várias maneiras de trazer os brinquedos de volta. Talvez, seguir a tendência dos spin-offs, o que já até aconteceu na franquia Toy Story, porém por ora é mais fácil encarar como um fim, e contemplar a beleza desse filme, que não peca em nenhum momento, em termos da qualidade da produção, roteiro e trilha sonora (nostálgica).

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14/06/2019 - 10:36
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Primeira mulher a desenhar duas edições inteiras seguidas de Batman, a norte-americana faz parte das comemorações pelos 80 anos do personagem e estará todos os dias no festival.

A CCXP acaba de confirmar mais um nome de peso para o Artists’ Alley. Pela primeira vez no Brasil, a norte-americana Joëlle Jones estará no festival para as celebrações dos 80 anos do Batman. A artista foi a primeira mulher a desenhar capas e páginas internas de duas edições consecutivas de revistas do herói, desde sua primeira aparição em 1939. A atual escritora da revista Mulher-Gato estará em todos os dias da CCXP para vender seus trabalhos, autografar, conversar com o público e participar de painéis. A 6ª edição do maior festival de cultura pop do planeta acontece entre 5 e 8 de dezembro, no São Paulo Expo. 

O respeitado portfólio da quadrinista inclui capas e artes internas para muitas revistas da Marvel, roteiro e arte para "Lady Killer", publicado pela Dark Horse Comics, além de projetos em editoras como BOOM!, Vertigo, Oni Press e New York Times. Seu trabalho também conquistou a atenção da grife de luxo Prada, que a contratou para fazer artes exclusivas da marca. Recentemente, criou o design do vestido de casamento da Mulher-Gato, história que saiu pela Panini no Brasil em maio.


Além de Joëlle Jones, a CCXP já anunciou grandes nomes para o Artists’ Alley. Entre os artistas já confirmados estão os internacionais John Romita Jr., Frank Quitely, Eduardo Risso, Lee Bermejo, Alex Maleev, Keith Giffen e Charlie Adlard. Brasileiros como Germana Viana, Rebeca Prado, Ju Loyola, André Dahmer, Robson Rocha, Jun Sugiyama e Alexandre Carvalho também estarão presentes.

Saiba mais em: ccxp.com.br
Marcos Vinicius
 
Olá pessoal, meu nome é Marcos Vinicius, sou fundador do TrooperTV, idealizador do Encontro de Fãs Star Wars Londrina e hoje falo com vocês em nome do Londrina Geek. Estarei aqui toda semana para conversarmos um pouco sobre o mundo Geek, onde iremos criar uma agenda dos eventos da região, comentar sobre filmes, séries, livros, discutir sobre alguns lançamentos do mundo dos games e também falar de colecionismo. Esse mundo é extremamente vasto, participo dele desde pequeno e atualmente estou ativo em vários canais de comunicação. Acompanhe-nos em nossas redes sociais! @trooper.tv | @efswlondrina | @londrinageek



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