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Felipe Rocha dos Reis
Felipe Rocha dos Reis
21/12/2018 - 11:00
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Há algumas semanas você viu aqui no blog o lançamento do Mitsubishi Eclipse Cross. Mostramos algumas imagens e falamos sobre tudo o que o carro tem. Agora, fomos testar o lançamento da marca japonesa que hoje é referência em 4 x 4.

Assista o vídeo e confira qual foi a nossa opinião sobre este novo SUV da Mitsubishi!



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30/11/2018 - 13:43
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Divulgação
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Todo motociclista conhece a trail de média cilindrada da Honda. Competente no que promete, a NX4 Falcon tem grande liquidez no mercado de motos usadas. Como dizem, ela é dinheiro na mão... Anunciou, vendeu!

Segundo o vendedor de motos de uma loja do centro de Londrina, Everaldo Gomes, a moto é uma das mais procuradas, "tem fila de espera aqui na loja atrás dessa moto". Segundo ele, a mais procurada é a versão até 2008, por causa do preço, mais acessível.

Produzida entre os anos de 1999 a 2015 (com uma pausa entre 2009 e 2012), a Falcon possuí duas versões. A NX4, ou a NX400i. Na primeira versão, produzida entre 1999 e 2008, a moto era alimentada por carburador, produzia 30,6 cavalos de potência e torque de 3,51 kgfm. Esta porém, tem fama de beberrona... Em testes de revistas especializadas, falavam em média um consumo de 23km/l, mas há relatos de proprietários que falam em 19 ou 20km/l.

Na versão injetada, este consumo melhora significativamente. A média aqui sobe para 28 km/l, porém a potência e o torque caem para 28,7 CV e 3,27 kgmf. Isso se deve ao fato de as motos mais novas terem obedecido às normas ambientais de emissão de poluentes.

Mas onde o bicho pega?

O que costuma ser alvo de muitas reclamações dos donos das Falcons é em relação ao retificador de voltagem. Esta peça, têm a função de corrigir a voltagem gerada no motor para fazer a recarga da bateria. Caso a peça esteja com problemas, a bateria não carrega e a moto acaba por ficar sem partida. Caso demore para corrigir o problema, o dono da moto pode até perder a bateria, caso haja uma recarga com voltagem muito alta. Para verificar, coloque um voltímetro nos pólos da bateria, acelere a moto até os 5000 RPM e verifique a voltagem. Se estiver entre 12,7 até uns 15 volts, tudo certo. Caso esteja mais, ou menos do que isso, leve a um eletricista de sua confiança.

Arquivo pessoal
Arquivo pessoal


Outro ponto importante: a suspensão. Como o amortecedor traseiro é uma peça cara, em alguns casos, o antigo dono da moto pode ter protelado a substituição da peça. Isso causa diversas folgas no sistema, o que compromete e muito a experiência de pilotagem. Antes de comprar, verifique se há folgas no sistema, o alinhamento das rodas e é claro, o próprio amortecedor.

O carburador dessa moto também é chatinho, e geralmente, só funciona bem se for de boa qualidade, ou o original mesmo. Se estiver desregulado, o consumo da moto aumenta demais. Uma boa revisada nele pode não ser das mais em conta, mas vale o investimento.

Pontos positivos

Arquivo Pessoal
Arquivo Pessoal


O motor dela talvez seja o maior ponto. Não em relação a potência, considerada baixa para uma 400cc, mas em relação a robustez. Dificilmente dá problema, se for trocado o óleo certinho conforme as especificações da Honda, não tem erro.
A moto é muito boa para a cidade, e competente na estrada. Consegue com tranquilidade manter os 110 km/h e se necessário, tem motor pra fazer uma ultrapassagem. É muito confortável também, tanto para o piloto quanto para o garupa.

Outros pontos fortes estão na suspensão, que absorve muito bem os impactos das nossas ruas esburacadas e nas rodas, de 21'' na dianteira e 18'' na traseira.

Resumindo, escolha bem a sua moto, têm muitas no mercado e você não vai querer ser o premiado com os defeitos crônicos dela. Consulte um mecânico de sua confiança antes de fechar negócio. Os preços, variam de R$7200 a R$15000. Não tenha pressa e faça um bom negócio!

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22/11/2018 - 14:47
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Mitsubishi - Divulgação
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Nesta quarta feira (22), foi apresentado em Londrina o novo Mitsubishi Eclipse Cross, e nós do blog Oficina Londrina, fomos conferir!

Quando falamos em Mitsubishi Eclipse, é impossível não se lembrar daquele lindo cupê, muito famoso entre os pagodeiros dos anos 90. Pois bem, daquele pequeno esportivo, o Crossover japonês só trouxe o nome. É um carro totalmente diferente, até no conceito, é um SUV e os suvs não são esportivos. Separando então o que é o que, partimos deste ponto.

Bom, falando em SUV, falamos em carro para a família. E nisso o Eclipse Cross se destaca com maestria: um carro grande, espaçoso para viagens e super seguro. O carro possuí diversos sensores que auxiliam o motorista, seja na cidade ou na estrada.

Para a cidade, destaco o sistema de frenagem autônoma. Este sistema, ajuda a prevenir colisões ou reduzir os danos causados. Os sensores, identificam por exemplo, um carro parado na sua frente, ou até mesmo, uma pessoa que atravessou a rua de repente. Quando o sensor identifica o perigo, aciona os freios até que o carro pare com segurança.

Para uso nas estradas, o destaque vai para o piloto automático adaptativo, onde o motorista programa a velocidade da via e a distância que quer manter do carro da frente. Quando o carro se aproxima da traseira de um carro mais lento, este se adapta a velocidade em uma distância segura. Para fazer a ultrapassagem, basta esperar o melhor momento e acelerar. O carro entende e manda potência para o motor.

CONFIRA O VÍDEO DO CARRO!


Os outros sistemas de segurança são o controle de tração ativo, monitoramento de ponto cego, assistente de partida em rampa, alerta de mudança de faixa e 9 airbags.

Sob o capô, o Eclipse carrega um 1.5 litros, 4 cilindros em linha de 16 válvulas, com injeção direta e turboalimentado, com câmbio CVT que simula até 8 velocidades. Este motor, chamado MIVEC 1.5 Turbo, é capaz de entregar 165 cavalos de potência e torque de 25,5 kgfm aos 3500 RPM, característica dos carros turbinados, um torque alto já em baixas e médias rotações.

O design é outro destaque. Diferente dos outros pacatos SUVs da Mitsubishi, o desenho deste carro é ousado. A tampa traseira, com o vidro bipartido, pode não ser uma unanimidade, mas mostra agressividade, particularmente, achei de muito bom gosto. Na frente, não houve economia nos cromados. Os faróis ficaram muito bonitos e harmonizam com todo o carro. O farol de milha, enorme, também trouxe muita personalidade, e também mostra o espírito Off Road tão presente na marca.

O novo Eclipse Cross conta com apenas duas versões, e a única diferença entre elas é a tração. Na versão de entrada, a HPE-S, custa a partir de R$149990,00. A versão 4 x 4, HPE-S S-AWC, custa a partir de R$154990,00.

Em breve traremos para você, leitor, um test drive detalhado do carro. Fiquem atentos!

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16/11/2018 - 14:46
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Finalmente a Toyota mostrou como será o futuro do carro mais vendido do mundo, o Corolla. Com uma completa mudança em seu design, a marca japonesa tenta de desgrudar daquela imagem de carro de vovô (por isso o carro foi apelidado de vovorolla), com linhas mais radicais e agressivas.

Divulgação
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O lançamento no Brasil está marcado apenas para 2020, já que a fábrica da Toyota vem passando por atualizações para poder produzir o novo carro. Lá fora, além da versão Sedan, existe também a versão Wagon (perua) e a versão Hatch. Infelizmente, estas, é pouco provável que sejam lançadas no Brasil.

Nas versões que provavelmente veremos por aqui, são as versões com motorização 1.8, 2.0 e a versão hibrida, com dois motores, um elétrico e um 1.8 a gasolina, como é no Prius. Esta talvez seja a mais esperada das três. O cambio CVT também foi melhorado.

Divulgação
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Os japoneses também prometem melhorias significativas no quesito segurança: Sistema pré-colisão, quando o carro emite um aviso para frear e, caso o sistema julgue necessário, aciona automaticamente o travamento das rodas. Terá também o sistema ACC, de controle de cruzeiro adaptativo, que regula a velocidade do carro comparando-a com a dos demais carros, evitando que um carro fique muito perto do outro. Terá também o assistente de saída de faixa e até um leitor de placas de trânsito.

Mas é no design que está a grande carta na manga da Toyota. O carro ficou lindo, muito agressivo, nada a ver com a versão atual. Com uma grande grade dianteira, faróis e identidade visual em LED, A lanterna traseira, aparentemente mais fina, possui um detalhe cromado que acompanha toda a tampa traseira. Além do que o carro está cheio de vincos, nada de design preguiçoso! Assista o video e confira!



A partir do lançamento, a briga entre Toyota Corolla e Honda Civic, ficou ainda melhor. Qual você prefere?

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12/11/2018 - 10:16
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Divulgação - Chevrolet
Divulgação - Chevrolet


A pioneira no seguimento de carros elétricos no Brasil, a partir do ano que vem, terá companhia. A BMW i3, único carro elétrico comercializado oficialmente em território nacional, agora terá como concorrentes a Renault, Nissan e a Chevrolet.

Apesar de estar longe de se popularizarem no Brasil, devido ao alto preço, principalmente, as marcas estão apostando na categoria. Em um trânsito cada vez mais urbano e o combustível cada vez mais caro, as baterias parecem ser a melhor opção. Enquanto estes três são oficialmente lançados, outras marcas demonstram a possibilidade de trazer seus carros pra cá, além de seus projetos em andamento.

Mas, vamos falar sobre esses três, Renault Zoe, Nissan Leaf e Chevrolet Bolt. Começando pelo pequeno francês.

Renault Zoe
Divulgação - Renault
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O menorzinho dos três, o Zoe já é vendido na Europa. Na Inglaterra, ele não sai por menos de £ 21900,00. Mais caro que uma SUV Captur, que lá é vendida por 18300 libras em sua versão mais cara.

Importado, aqui no Brasil será vendido por 149.990,00. Valor mais conhecido como 150 mil reais(!!!).

Seu motor, elétrico, é capaz de produzir 110 cavalos e 22,9 kgfm de torque. Isso para um carro de 1575 kg. Pesadinho, mas não tem como fugir das baterias. Em dimensões, são 2588mm de entre-eixos e 4084mm de comprimento total, um pouquinho maior que um Fiat Argo. O porta-malas dá pra ver que é bem pequeno...

Nissan Leaf
Divulgação - Nissan
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O representante elétrico da Nissan, têm medições parecidas com a de um Ford Focus. 2700mm de distância entre-eixos e 4490mm de comprimento total.

Internamente, o carro é muito completo... Painel completamente digital, e total conectividade. Em relação a segurança, o Leaf possuí diversos sensores, como de alerta de ponto cego, alerta de mudança de faixa e assistente inteligente de frenagem.

Divulgação - Nissan
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Também vendido na Europa por um preço salgado (a partir de £26190 na Inglaterra), o Leaf traz um motor de 150 cavalos e 32,6 kgfm de torque. Algo muito bom para os seus pouco mais de 1500 kg.
Se o preço já é salgado lá, imagina por aqui? R$ 178.400, é mole? Haja tecnologia pra tentar justificar o preço...

Chevrolet Bolt
Divulgação - Chevrolet
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O elétrico da Chevrolet é o mais potente dos três. São 203 cavalos e 36,7 Kgfm de torque para os seus 1625 kg. O carro é semelhante a um Honda FIT, quase um monovolume, com as dimensões muito parecidas. 2600mm de distância entre-eixos e comprimento total de 4165mm. Levemente maior que o monovolume da Honda.

Com um preço também pouco atrativo, o Chevrolet Bolt sai por 175 mil reais. Infelizmente, ainda são muito caros, e não só no Brasil. Nos EUA, ele é vendido a partir dos 37 mil dólares, algo em torno de 142 mil reais. Mais caro que Equinox e Camaro.

Certamente, num futuro não tão distante (assim espero), esses carros vão realmente se popularizar, e os preços tendem a baixar. Enquanto a gente espera, esses carrinhos terão preço de carros de luxo.


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Felipe Rocha dos Reis
 
Nascido em São Paulo, Felipe Rocha dos Reis sempre foi um entusiasta por carros e motos. Quando criança - ao contrário dos outros garotos que queriam ser jogador de futebol – Felipe sonhava em ser mecânico da Formula 1. Cursou Técnico em Mecânica pelo SENAI, Tecnologia Mecânica pela UTFPR e está na reta final de Engenharia Mecânica pela Faculdade Pitágoras - Londrina. Trabalha como projetista de máquinas industriais, mas não deixou de lado toda paixão e expertise pelos automotores de duas e quatro rodas.



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