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Felipe Rocha dos Reis
Felipe Rocha dos Reis
26/06/2018 - 08:37
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A semana começou agitada lá pelos lados austríacos. Não, isso nada tem a ver com a copa, até porque a Áustria não se classificou. Na verdade, a Bajaj, empresa indiana parceira da KTM divulgou que, ainda neste ano, a 390 Adventure pode ser finalmente apresentada. O cenário ideal para isto, o Salão de Milão (de 6 a 11 de novembro de 2018), um dos principais eventos relacionados ao mercado motociclístico em todo o mundo.

Assim como a Duke 390, esta será uma moto voltada para um público premium, com mais tecnologia empregada e consequentemente, um preço mais alto. Esta, deve brigar com a BMW G310 GS, Kawasaki Versys-X 300 e também com a Honda CB 500X. É um nicho de mercado que só tende a crescer, já que estas são as únicas opções de bigtrail de baixa e média cilindradas.

Mas, como deve ser a laranjinha austríaca? Bem, quando se fala em KTM, é quase automático pensarmos em Off Road. A marca ostenta muitos títulos em diversas categorias do fora de estrada, ou seja, é sua especialidade. A inspiração veio de uma moto muito conhecida nas competições da America do Sul, a 450 Rally, campeã de nada menos do que 8 títulos consecutivos.

Divulgação/KTM
Divulgação/KTM - KTM 450 Rally: A multicampeã do Rally Dakar
KTM 450 Rally: A multicampeã do Rally Dakar


Bem, particularmente, me agrada muito este estilo Rally, talvez, um pára-lama mais baixo seria adotado para trazer um visual um pouco mais on road. Pra quem já viu a Duke 200 ou a Duke 390, pode contar que o acabamento será impecável.

Quanto ao motor, este deve ser o mesmo da Duke 390. Talvez receba algumas diferenças em mapeamento de injeção, entrada de ar, nada demais, estruturalmente falando. É na ciclística em que tudo deve mudar, chassis com ângulo rake maior, suspensão mais longa, rodas maiores e pneus de uso misto. Também, não dá pra esperar nada menos do que suspensão invertida WP, freios ByBre com sistema ABS e aquele enorme painel digital da Duke.

Agora, é torcer para que a 390 Adventure chegue em terras tupiniquins. É claro, questionada,a KTM do Brasil nega, mas sabemos que se os austríacos verem o sucesso dos alemães da BMW e dos japoneses da Kawasaki em suas trails de entrada, terão que se movimentar por aqui!

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15/06/2018 - 11:16
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Neste domingo, dia 17 de junho, vai rolar um encontro de carros antigos, o Armazem Classic Show, que acontece pela segunda vez no estacionamento do Armazem da Moda. O evento promete ser bem agitado, já que têm presença confirmada dos grupos Opaleiros Londrina, Quadrados Londrina, Clube do Chevette Londrina, Kuston Garage entre outros. O intuito é reunir os amantes do automobilismo, para prestigiar os carros clássicos e antigos.

Arquivo pessoal
Arquivo pessoal


O evento é para toda a família, terá sorteio de brindes, exibição de miniaturas, praça de alimentação e espaço para as crianças. Para quem tem um projeto de restauração, terá também um mercado de pulgas, com diversas peças de grandes carros antigos. Perfeito para quem precisa daquele pisca, ou um volante da época que não se encontra mais em nenhum autopeças.

Anote aí o endereço, e o horário do evento:
Domingo, dia 17 de junho, das 9:00 às 14:00
Shopping Armazém da Moda - Av. Tiradentes, 1411, 86060-000 Londrina

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Divulgação
Divulgação
17/05/2018 - 11:07
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O gol sempre foi um carro popular, certo? Certo! Mas nem por isso deixou de se tornar um clássico, assim como todos os seus derivados. Saveiro, Parati, Voyage e é claro, o Gol, são até hoje reverenciados em suas versões das décadas de 80 e 90.

Neste vídeo, mostramos a história dos carros e seus donos, e claro, a relação única entre eles. Confira um pouco deste encontro que rola todas as terças a partir das 20h!



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Foto: Felipe Rocha dos Reis
Foto: Felipe Rocha dos Reis
15/05/2018 - 11:24
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Divulgação/Yamaha
Divulgação/Yamaha

Apesar de ter saído de linha recentemente, a Yamaha XT660R, ainda é uma moto muito procurada, claro, devido a sua robustez e o seu visual moderno. Mas, antes de comprar uma, deve-se ficar atento a alguns detalhes, para não cair numa cilada.
Não é difícil encontrar a meiota com preços muito atrativos. Uma XT660R ano 2005, sai por volta de 16 mil reais na tabela FIPE. Dependendo da quantidade de problemas na motoca, o barato pode sair caro.
A primeira coisa que você deve olhar nessa moto é a procedência. Caso você conheça antigo dono, já sabe o perfil dele. Agora, se você vai comprar de uma revenda, verifique as garantias (motor e câmbio é obrigação) que o lojista pode dar. Em lojas especializadas, que possuem oficina integrada, a confiabilidade pode ser maior. Verifique também a reputação da loja em sites como o ReclameAqui, ou em páginas do Facebook e do próprio Google.

Agora, vamos para a parte prática da coisa... Como verificar o motor?
Bem, geralmente, o motor vai estar limpo, como é de praxe em uma moto a venda... Neste caso, a detecção de vazamentos pode ser dificultada. Caso não esteja, preste atenção entre a união do cabeçote e o cilindro. Se tiver vazamento, numa boa hipótese, pode ser apenas a troca da junta do cabeçote. Isso já vai trazer um custo de mão de obra pra resolver. Outra coisa, pode ser também que a moto tenha superaquecido, e tenha causado um possível empenamento no cabeçote... Aí a manutenção é mais salgada.
Outros detalhes que devem ser vistos, vai depender da sua audição. Ligue a moto e aproxime o ouvido do motor (cuidado para não se queimar). Um barulho semelhante a uma máquina de costura pode denunciar um problema no comando de válvulas. Somente a corrente do comando, não sai por menos de 220 reais. Acrescentando a mão de obra, este orçamento ultrapassa os 300 reais fácil, fácil...
O ouvido também deve captar problemas de vazamento no sistema de arrefecimento. Próximo ao radiador, preste atenção na tampa (claro, com o motor aquecido) para detectar vazamentos. Preste atenção também se a ventoinha não está travada ou queimada. Esta pode custar uns 500 reais!

Transmissão: Como identificar?
Bem, o kit relação, como é conhecido popularmente, é um "problema crônico" das 660. Explico: é um produto caro, e não é recomendado o uso de uma peça de segunda linha. Devido ao alto torque, há relatos em que a corrente estourou a uns 120km/h, e isso não é nada bom. Se for da marca DID, tem que ser o modelo VP2, VX2 ou VP3 (por volta de 600 reais só a corrente!!!), ou original da própria Yamaha que sai pelos absurdos 1500 reais!!!. Verifique essas marcações nos elos da corrente.

Chassis/Quadro: Verifique soldas!
Existem pontos do chassis a serem vistos, que podem identificar uma moto que carregava muita carga. Retire o banco e verifique na parte traseira do quadro se há trincas ou soldas. Caso o seu intuito é comprar a moto para fazer longas viagens, com garupa e muita carga, considere instalar um reforço de quadro.

Sistema elétrico
Somente a bateria da meiota custa em torno de 370 reais. Se for a Yuasa, original, não sai por menos de 450. Verifique então se o retificador está funcionando bem. Leve a moto ao seu mecânico/eletricista de confiança e peça para ele fazer o teste. Um retificador ruim, vai sobrecarregar a bateria que, aquecendo demasiadamente, pode vir a ser inutilizada. Aproveite e peça para ver se o sistema de injeção está ok.

Rodas e freios
A verificação das rodas é totalmente visual. Verifique se não há trincas no aro e nos cubos, pode indicar que a moto era "do grau". Quanto aos pneus, prefira um meia vida de marca boa a um pneu novo de marca duvidosa. Um kit de pneus da Metzeler custa em torno de 600 reais. Fuja dos pneus remold pra essa moto, não vale a pena.
Preste atenção nos discos de freio se há empenamento ou se estão muito gastos. Verifique a necessidade de retífica ou substituição. Um original dianteiro pode chegar a 1000 reais.

Visual
Manter a meiota não é nada barato, e isso inclui o jogo de carenagens. As aletas laterais por exemplo, custam em torno de 400 reais cada! Um conjunto completo passa dos 1000 reais. Mas não tem jeito, devido a alta vibração do motor, você vai ver muitas motos por aí com peças fixadas com abraçadeiras de nylon. Caso uma ou outra esteja fixada assim, não tem tanto problema. Agora se muitas peças estiverem dessa forma, aí complica.
Tem mais alguma coisa que possa ter passado batido? Coloca aí nos comentários!

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08/05/2018 - 08:41
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Harley Davidson/Divulgação
Harley Davidson/Divulgação


Neste mês de maio, a Harley Davidson do Brasil trouxe uma promoção interessante para quem trocar ou comprar a sua HD. Uma não, na verdade, são três. As motos são a Softail Deluxe, Softail Breakout e a Sportster Roadster, esta última na linha 2017/18.

Tanto a Softail Deluxe, quanto a Softail Breakout são equipadas com os modernos motores Milwaukee-Eight, com 1745cc e 1868cc, respectivamente. Esses propulsores prometem um maior rendimento em relação a potência e torque, menor aquecimento e mais suavidade nas vibrações, o que era necessário em relação a motorização anterior.
Pra quem gosta do estilo mais clássico, a Softail Deluxe é o ideal. Rodas raiadas, faixa branca nos pneus, triplo farol e muitos, mas muitos cromados. Esta, o desconto é de 5 mil reais, e sai de 68,9 mil reais para 63,9 mil.

Harley Davidson/Divulgação
Harley Davidson/Divulgação


Já a Breakout é um modelo mais agressivo. Faz um estilo dragster, mais musculosa, com pneus mais largos e guidão drag-bar com painel integrado. A Breakout nesta promoção sai de 75,4 mil reais para 71,4 mil. Em ambos os casos, a compra da moto pode ser feita com com entrada de 50% e 24 parcelas com taxa de 0,99% ao mês.



Por fim, a Sportster Roadster, uma HD mais urbana e esportiva (como o nome já diz), é a que está com o maior desconto. A fastback teve um desconto de 5,1 mil reais, antes, de 49,1 mil, passa a ser vendida por 43.990,00, mais conhecido por 44 mil... Também, uma condição melhor de financiamento. 30% de entrada e até 48 parcelas, com taxa de 0,99% ao mês.

Harley Davidson/Divulgação
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Pra quem tem o sonho de andar com uma lenda, esta pode estar mais acessível do que antes!

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Felipe Rocha dos Reis
 
Nascido em São Paulo, Felipe Rocha dos Reis sempre foi um entusiasta por carros e motos. Quando criança - ao contrário dos outros garotos que queriam ser jogador de futebol – Felipe sonhava em ser mecânico da Formula 1. Cursou Técnico em Mecânica pelo SENAI, Tecnologia Mecânica pela UTFPR e está na reta final de Engenharia Mecânica pela Faculdade Pitágoras - Londrina. Trabalha como projetista de máquinas industriais, mas não deixou de lado toda paixão e expertise pelos automotores de duas e quatro rodas.



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