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Felipe Rocha dos Reis
Felipe Rocha dos Reis
21/02/2018 - 14:04
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Em tempos de crise, passagens e combustíveis caros, a busca por alternativas no transporte urbano só tende a crescer. Gasolina extrapolando a casa dos R$ 4 o litro, o etanol passando a casa dos R$ 3. Até andar de ônibus está caro: R$ 3,95 em Londrina é complicado... A saída pode estar sobre duas rodas!

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Divulgação - Honda Biz 125i 2018
Honda Biz 125i 2018


Uma das alternativas é: por que não considerar uma pequena motocicleta? Neste post, vamos mostrar alguns modelos mais urbanos, seus valores e consumo médio. Se você está vendo seu suado dinheirinho ficar nos postos da cidade, fique atento e faça a melhor escolha!

Motonetas
Nesta categoria, a Honda nada sozinha em mares tranquilos... Oferecendo a Biz em duas versões, 110 cilindradas e a já consagrada 125. A versão 125 é mais cara e mais completa, possui freio a disco na dianteira e conta com o sistema CBS.
O câmbio é o menos tecnológico deste comparativo: é do tipo semiautomático - tem quatro marchas, mas você não precisa da embreagem para trocar, o que é bem prático e preciso.

Scooters

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Divulgação - Yamaha NEO 152, Honda PCX, Honda SH 150i e Yamaha NMax 160 ABS
Yamaha NEO 152, Honda PCX, Honda SH 150i e Yamaha NMax 160 ABS


As principais fabricantes do mercado brasileiro são a Honda (PCX e SH 150i) e a Yamaha (NEO 125 e NMAX 160 ABS). Você pode conferir algumas características de cada uma na tabela abaixo.

Mas por que considerar uma scooter? A resposta rápida para isso é: praticidade e economia.
Elas são práticas porque são fáceis de pilotar, têm baixo peso e geralmente possuem vários porta-treco... Porta-luvas, porta-capacetes, porta-celular e ainda tem gente que instala um bauleto! Haja treco!

Para as mulheres que gostam de andar de saia, é mais um ponto positivo, já que o chassis é baixo, possui um assoalho e um escudo para as pernas.
A praticidade também é evidenciada no trânsito mais intenso. As pequenas passam facilmente entre os carros de forma segura. Na hora de estacionar então, cabem em qualquer espacinho entre dois carros.

Quanto à economia, as scooters oferecem bons preços, baixos valores de manutenção e principalmente economia de combustível, quando chegam facilmente a um consumo médio de 40 km/l na cidade. Por isso, digo que às vezes sai mais barato que andar de busão!
O ponto contra está no tamanho das rodas... O que deveria ser bom, pelo ganho de agilidade, torna-se ruim por causa do nosso asfalto, cada dia mais esburacado.

Enfim, pra quem roda muito na cidade e precisa de agilidade e praticidade, uma scooter ou motoneta pode ser um ótimo negócio, claro, sempre pilotada com muita segurança!

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08/02/2018 - 16:22
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Você se lembra deste carrinho invocado da foto? Na década de 1990, este era um terror para os desavisados que gostavam de um "peguinha". O Fiat Uno Turbo, hoje, considerado uma raridade, que valia no mínimo R$ 20 mil, tinha um motor 1.4 com injeção eletrônica e oferecia 118 cavalos de potência.

Pensando nisso, segundo o site "Autos Segredos", a Fiat já está trabalhando em um novo projeto para lançar em 2020, no salão do automóvel. Trata-se de uma nova geração do compacto, em que uma das versões receberá um novo motor, de três cilindros, 12 válvulas turbo. Os demais motores devem ser os já conhecidos FireFly 1.0 e 1.3.

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Ao contrário do Uninho Turbo de 1996, a proposta deste não deve ser esportiva, mas, eficiente. Algo parecido com o UP TSI, que não foi criado para ser esportivo mas que fez muito sucesso com quem gosta de acelerar, devido ao baixo peso e a potência interessante de seu motor.

O hatch deve ser fabricado em Betim (MG) na plataforma do Argo, porém, com as dimensões um pouco menores. A resistência estrutural do carro também está sendo revista, até para atender as normas de segurança.

Só quero ver como esse Uno Turbo vai ficar quando alguém colocar uma escada no teto...
02/02/2018 - 10:44
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Esta é uma daquelas notícias que há muito tempo todos esperam, mas mesmo assim nos deixa tristes. Sim, o mito da Yamaha, a XT 660R, vai se despedir, como noticiou o portal Moto.com.br. A XT 660Z Teneré já havia deixado de ser fabricada devido às regras de emissões de poluentes.

Desde o seu lançamento, em 2005, a XTzona foi um sucesso. Com um design moderno até os dias de hoje, conquistou os fãs de big trails e até a rapaziada mais nova. Sua proposta, de uma trail musculosa chama a atenção. Suas duas ponteiras de escape são as cerejas do bolo em relação à esportividade. O modelo também trazia a injeção eletrônica, novidade para as motos da época.

A difícil missão de substituir a XT 600E foi concluída com êxito, agora, fica a dúvida, o que virá? Quem vai substituir o mito 660?
A esperança está no projeto Yamaha T7 Concept. Ainda não existem muitas informações sobre o modelo, mas há quem aposte que o número 7 representa o motor da MT-07 em uma moto trail, o que seria muito legal.

Nas linhas da T7, podemos ver algo bem robusto como as XT, mas seguindo os traços das Tenerés. Uma big trail mais off road do que as suas concorrentes (Triumph Tiger 800 e BMW F800 GS) com um grande tanque para longas viagens.

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Aguardamos ansiosos pela nova moto e saudosos pelo legado e pelos milhares de fãs, que a XT 660R deixou!
24/01/2018 - 14:52
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Felipe Rocha dos Reis
Felipe Rocha dos Reis


Uma longa viagem, de Londrina a Rondonópolis, foi crucial para dizer por que o Chevrolet Prisma é o sedã compacto mais vendido do Brasil. Ida e volta, 2,5 mil quilômetros rodados em apenas três dias, sendo 1,1 mil no primeiro e no terceiro dia.

Bem, basicamente, o carro foi testado na maior parte do tempo em estrada. Os 300 km de trecho urbano não foram em nenhuma metrópole. Ainda bem, pois, longe do trânsito dos grandes centros, o teste rendeu muito bem. Enfim, vamos falar do que interessa, o carro!

A versão testada não foi a top de linha nem a mais básica. O modelo era o Prisma LT, motor 1.4 com câmbio manual de seis marchas. Esta, talvez, é uma das principais virtudes do sedã. Falaremos mais sobre isso adiante.

A primeira impressão ao ver o carro foi negativa. Preconceito mesmo... Como a viagem era a trabalho, precisávamos levar diversos equipamentos, além das malas para três adultos. Olhando de fora, o porta-malas era a minha principal preocupação. A segunda, o motor. Por que 1.4 e não 1.6?

Ao recebê-lo, fui logo conferir o bagageiro. Foi uma surpresa: é muito grande, mesmo! Ponto positivo... Nele, carregamos diversas ferramentas, equipamentos de segurança, peças de um peso considerável e malas. Dentro do carro, apenas uma mochila, mas por opção mesmo. Espaço tinha!

Minha preocupação passou então a ser o motor e a estabilidade. Com tanto peso no porta-malas num carro dianteiro, não sabia o que esperar.

Caímos na estrada em direção a Mato Grosso. Sabe aquela preocupação em relação à estabilidade? Então, passou rapidinho... O carro, mesmo com a traseira pesada, comportou-se como se fosse um hatch.

Ainda havia a preocupação com o motor: será que aquele 1.4 desenvolveria bem? A resposta é sim! E sabe quem traz essa resposta positiva? Ele, o câmbio de seis marchas.

Explico a minha desconfiança: por ser proprietário de um 1.4, ao manter velocidades de 110 ou 120 km/h, o giro do motor fica elevado (3 mil rpm), o que aumenta o consumo e torna a viagem cansativa. A sexta marcha foi a solução desse problema. Mantendo a mesma velocidade, o motor trabalhava em 2 mil rpm, de forma muito silenciosa e econômica. Pra se ter uma ideia, o carro teve um consumo médio de 9,5 km/l no etanol. Isso que foram praticamente todos os quilômetros rodados com o ar condicionado ligado. Uma ótima média!

Felipe Rocha dos Reis
Felipe Rocha dos Reis


Impressões negativas

Os pontos negativos do carro são pontuais, e vou falar deles aqui. O primeiro ponto é em relação ao espaço do banco traseiro. Para as pernas, um adulto de 1,80 m até tem espaço, mas a cabeça praticamente bate no teto. Se tentar deslizar um pouco no banco, aí perde o espaço para as pernas. Os mais baixinhos não devem sofrer.

Outro é em relação ao painel. Tem o básico, e só. Não mostra o consumo médio ou instantâneo, tem apenas um hodômetro parcial. Até carros mais simples fornecem essas informações no painel.

A isolação acústica também deixa a desejar. Na estrada, o barulho dos pneus é grande e qualquer elemento que toque o paralama faz um barulhão.

Ainda em relação aos barulhos, o acabamento com muitos plásticos gera muitos ruídos no interior do carro. O modelo testado tinha apenas 5 mil quilômetros rodados. Muito cedo para estar com tantos rangidos.

O sistema multimídia é bem legal, promete uma integração com o aplicativo Waze, mas não consegui usá-lo da forma como deve ser. Tudo porque o manual parece estar incompleto em relação ao MyLink. Tem apenas informações superficiais.

O veredicto

Com excelente custo beneficio, o Prisma certamente deve ser considerado por quem deseja um sedã compacto. Com qualidades relevantes e defeitos de menor importância, a Chevrolet explica por que esse é o três volumes compacto mais vendido do Brasil, mesmo sendo pelo valor de aproximadamente R$ 55 mil! Uma ótima compra!
19/01/2018 - 15:23
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Talvez um dos principais lançamentos do Salão de Detroit foi o do novo Volkswagen Jetta, ao menos para o nosso mercado. Feito na plataforma do Golf, o novo sedã vem para brigar com os japoneses Corolla e Civic.

Divulgação/Volkswagen
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O Jetta, ao menos nos EUA, herdou também o motor 1.4 turbo de seus irmãos hatches, com 150 cavalos de potência. O painel, também é praticamente o mesmo do Polo. Também recebeu um novo câmbio automático de 8 marchas.

No visual, a novidade está na grade. Grande e com cromados, lembra um pouco o Ford Fusion 2° geração, um pouco menos "quadrado". O aspecto positivo disso é que ela é bonita e que se difere dos demais carros da Volks.

A traseira é praticamente a mesma do Virtus, o que tirou um pouco a surpresa do lançamento. Mas a traseira é bonita? Sim! Mas a diversidade entre os modelos é mais legal...

O interior é talvez o ponto mais forte do Jetta. Além de contar com aquele lindo e absurdo painel do Polo, os detalhes do banco e um acabamento mais refinado talvez o coloquem para brigar de frente com seus rivais japoneses.

Apesar de a Volkswagen do Brasil ainda não ter se manifestado a respeito, tudo indica que no final desse ano veremos esse alemão pousar por aqui. Qual será a reação da Honda e Toyota?

Veremos!!!

Confira mais fotos dessa belezinha alemã!


Divulgação/Volkswagen
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Divulgação/Volkswagen
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Felipe Rocha dos Reis
 
Nascido em São Paulo, Felipe Rocha dos Reis sempre foi um entusiasta por carros e motos. Quando criança - ao contrário dos outros garotos que queriam ser jogador de futebol – Felipe sonhava em ser mecânico da Formula 1. Cursou Técnico em Mecânica pelo SENAI, Tecnologia Mecânica pela UTFPR e está na reta final de Engenharia Mecânica pela Faculdade Pitágoras - Londrina. Trabalha como projetista de máquinas industriais, mas não deixou de lado toda paixão e expertise pelos automotores de duas e quatro rodas.



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