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Felipe Rocha dos Reis
Felipe Rocha dos Reis
21/11/2017 - 15:26
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Esta é a segunda publicação a respeito de segurança na pilotagem de uma motocicleta na chuva, e desta vez, vamos focar na visibilidade (se quiser conferir o primeiro texto, sobre frenagem em dias chuvosos, clique aqui!).

O primeiro ponto a ser dito é sobre a importância da boa conservação do capacete. Manter a viseira limpa e sem riscos é primordial para a segurança do motociclista. Se esta estiver em mau estado, ou muito suja, a visibilidade comprometida fará com que o piloto perca a confiança e os riscos aumentem.

Quem já passou por isso sabe que é muito complicado. A água da chuva não escoa sobre a viseira e, sem opção, o motociclista passa a mão na lente e, muitas vezes, acaba por piorar a situação.

Por isso, mantenha o seu capacete limpo, com a lente em bom estado. E é muito simples de manter, pois, normalmente, a viseira é removível. Basta retirá-la e limpá-la por dentro e por fora. Existem produtos especiais para isso, mas, caso você não os tenha em casa, apenas limpe com detergente neutro e água.

Para manter limpo por mais tempo, você pode utilizar lustra móveis. Além de evitar que a sujeira grude na lente, por dentro vai evitar que embace com facilidade.

A importância de ser visto

Devemos sempre lembrar que, a segurança na moto deve ser ativa, ou seja, o piloto deve prever o que é uma ameaça e agir com antecedência. Em dias chuvosos, os carros sempre estarão com os vidros fechados e possivelmente embaçados. Isso afeta a visibilidade do motorista. Por isso, em hipótese alguma, trefegue com o farol apagado (até porque isso é exigido por lei). Dessa forma, mesmo de dia, os motoristas conseguem perceber o motociclista de longe.

Outra dica é evitar os pontos cegos dos carros. Caso vá fazer uma ultrapassam, seja ágil, aproxime-se, contorne e acelere de forma segura para passar logo e depois volte para a faixa. Um sinal de luz ajuda e muito.

Ser ouvido também é importante. Dentro do carro, com os vidros fechados e o barulho da chuva em contato com a lataria, realmente é difícil um motorista notar algo que acontece do lado de fora, porém, a buzina da moto tem aquele som característico, que destoa dos outros sons. Ao se aproximar de um cruzamento por exemplo, um pequeno toque na buzina pode fazer a diferença.

Por fim, outro ponto a ser tocado é em relação à vestimenta. As capas de chuva mais comuns são pretas, porém, prefira as com faixas refletivas. Dê preferência para as capas com cores. Amarelas ou laranjas são as mais visíveis na chuva, de dia ou de noite.

Divulgação/Alpinestar
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Pilotar uma moto é muito bom. Melhor ainda é ir de moto e chegar bem. Por isso, pilote com segurança!

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17/11/2017 - 14:03
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Ontem, a Volkswagen apresentou seu novo sedã, o Virtus. Um três volumes derivado do Polo, que vêm fazendo algum sucesso por aqui. A ideia, ao menos inicial, não é retirar o Voyage de linha, mas atender a uma categoria que a VW ainda não atendia, a dos sedãs médios, entre o sedã de entrada e o Jetta.

Em sua versão top de linha, o Virtus contará com motor 1.0 Turbo de 128cv de potência e 20kgf.m de torque, aliado ao câmbio automático de 6 marchas. Esta versão ainda conta com os controles de estabilidade e tração, além daquele painel completamente digital, que ficou muito legal no Polo.

Quanto ao design, a frente é aquilo mesmo, cara de Volkswagen, não muda nada em relação ao Polo e quase nada em relação aos demais VW. De longe não dá pra saber se é um Gol ou se é um Jetta. Já a traseira ficou bem legal, lembra um pouco o Audi A3 Sedan, mas só lembra mesmo... As lanternas grandes dão um ar de esportividade ao carro, junto com o pequeno spoiler integrado à tampa do porta-malas.

Internamente, o Polo e o Virtus são o mesmo carro, mesmo acabamento, mesmo painel. A única coisa que o diferencia é o espaço interno para os passageiros. Como a distância entre-eixos aumentou, houve um ganho no conforto para quem está no banco de trás.

Em relação aos instrumentos, o carro conta com muita tecnologia. Painel completamente digital, que pode ser usado também como navegador GPS; uma tela central de tamanho respeitável; entradas USB; enfim, conectividade ao Virtus não vai faltar.

Confira as fotos deste sedã que será lançado em Janeiro de 2018!

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15/11/2017 - 16:17
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Você já ouviu aquele ditado que diz que "a diferença entre homens e meninos é o preço dos seus brinquedos"? A BMW acaba de lançar este brinquedinho de apenas R$ 490 mil! Sim, brinquedo, pois a BMW HP4 é exclusivamente para uso em pista, ou seja, não pode ser emplacada.

Divulgação/BMW
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Mas o que explica este preço absurdo? Bem, vamos aos detalhes da moto.

O primeiro ponto é a exclusividade. A lógica é: quanto mais se produz, menores os custos de produção, certo? O inverso também é verdadeiro, ainda mais com toda a tecnologia aplicada na máquina. Ao todo, serão fabricadas em um processo quase artesanal apenas 750 unidades em todo o mundo, sendo que apenas cinco ficarão em terras brasileiras. Vai ser difícil ver uma dessas por aí!

O segundo ponto é o uso de fibra de carbono em diversos componentes. As rodas (que antes eram de liga leve) estão com novo material, que as deixaram cerca de 30% mais leves. Já os chassis ficaram, surpreendentemente, com apenas 7,8 kg. O motor é nada mais, nada menos, de 999 cilindradas e 215 cavalos de potência. Com apenas 171 kg, a moto deve se comportar como um foguetinho.

Outros detalhes encarecem o conjunto são as suspensões de competição com diversas regulagens da sueca Öhlins, freios Brembo e escapamento Akrapovic. Até a bateria de ions de lítio, como as usadas nos celulares e outros eletrônicos, foi adotada. Tudo para reduzir ainda mais o peso e aumentar o rendimento.

Olhando assim, você pode até confundir com a S 1000 RR, mas na pista, certamente todos saberão reconhecer as diferenças. Confira as fotos desta belezinha da engenharia alemã.

Divulgação/BMW
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09/11/2017 - 15:24
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O Salão de Milão (Eicma) sempre traz muitas novidades para o mundo das duas rodas. Com motos, conceitos e lançamentos, o mercado sempre fica bem movimentado por lá. Neste ano, não foi diferente. A Honda apresentou as belíssimas motocicletas CB 1000 R e CB 300R. Confira abaixo!

CB 300R
Sabe aquela CB 300 nacional que fez algum sucesso por aqui mas foi tirada de linha? Então, esqueça! Essa CB 300R não tem nada a ver com a sua irmãzinha de mesmo nome.

Esta foi desenvolvida a partir da CBR 300R, uma pequena esportiva muito vendida na Europa. Em um chassis tubular e um motor monocilíndrico de 286 cilindradas refrigerado a água, a nova CBzinha surpreendeu mesmo pelo visual.

Aqueles faróis triangulares que nos acostumamos a ver nas Hondas de hoje foram deixados de lado e o redondinho (porém muito moderno) voltou. Além disso, as linhas ficaram muito harmônicas com detalhes em alumínio, realçando ainda mais o bom acabamento.

Se a Honda decidir trazê-la ao Brasil, certamente fará muito sucesso, porém, dificilmente ela concorreria com a Fazer ou outra moto de até 300cc mais popular. Ela seria uma forte concorrente para a Kawasaki Z300, Yamaha MT-03 e BMW G310 R. Vamos torcer para que venha!

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CB 1000R
Musculosa! Acho que é a primeira palavra que vem à cabeça de muitos ao ver a nova Naked da Honda. E como uma boa Naked que se preza, seu motor de quatro cilindros está ali, exposto, mostrando as suas reluzentes saídas de escape.

Um motor com 998 cilindradas, que geram 145,5 cavalos, ganhou também sistemas eletrônicos para melhorar a pilotagem, agora, com três modos. Também ganhou uma embreagem assistida com um sistema anti-travamento em reduções bruscas de marcha.

Já no design, a Honda também se superou. O farolzinho redondo lembra as CBs mais antigas e o visual ficou como uma moderna Cafe Racer. Essa, precisamos vê-la de perto aqui no Brasil. Confira as fotos dessa musculosa Naked!

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E aí, gostou das novas motos?

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30/10/2017 - 16:57
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Juntamente com a primavera e na chegada do verão, sempre vem nos finais de tarde aquela chuva. Quem usa moto para ir e voltar do trabalho sabe bem os riscos que se corre nessas situações, principalmente em horários de pico. Por isso, hoje vamos falar sobre pilotagem segura em dias chuvosos.

No post de hoje, falaremos exclusivamente sobre o uso dos freios.

A pilotagem e a forma de frear em um dia de chuva são bem diferentes do que em um dia normal. E isso muda também conforme a intensidade das chuvas. Por exemplo, em situações de muita chuva, ou de apenas uma garoa, muda não só a intensidade, mas a forma de frear.

Arquivo pessoal
Arquivo pessoal


Naqueles dias em que cai apenas aquela garoa fina num fim de tarde molhando o asfalto, a água com aquela sujeira da rua pode criar uma mistura bem escorregadia. Por isso, não subestime aquela chuvinha de nada... Comece a frear com antecedência. Uma pressionada um pouco mais forte nesse asfalto pode fazer a moto derrapar.

Outra coisa em relação a esta situação é observar o piso. Quando houver aquelas manchas brilhantes no chão, normalmente são óleo, deixando tudo mais escorregadio. Em entradas de rotatórias ou em cantos de cruzamentos, costuma haver um acúmulo de sujeiras. Nestes locais, deve-se usar os freios com cautela.

Arquivo pessoal
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Em situações de chuva muito forte, a primeira coisa para não se surpreender com os freios é: não abusar da velocidade. Trafegar em velocidade reduzida é a primeira atitude nessas situações. Conforme a necessidade de uso dos freios, a força aplicada deve ser sempre maior na dianteira. A roda traseira deve manter o equilíbrio da moto e a dianteira é que deve fazer a função de parar. Ajudar a redução de velocidade com o freio motor é importante, mas deve ser feito sempre com cautela.

Por fim, quanto ao sistema de freios, quando se usa discos, a frenagem fica pouco comprometida, diminuindo levemente o rendimento dos freios. Já no caso dos freios a tambor, é bom que o motociclista faça pequenos testes no freio durante a pilotagem em velocidade baixa num local seguro. É que no sistema a tambor, pode ocorrer de entrar água e molhar as lonas. Se isso acontecer, podemos ter duas situações: ou o freio fica muito fraco, ou ele trava ao menor contato do pé direito. A medida em que o freio vai sendo usado, essa água sai do sistema e volta ao normal, mas nas primeiras frenagens é bom ter muito cuidado.

Bem, essas foram algumas dicas de situações de frenagem. Caso eu tenha esquecido alguma dica, fique à vontade para comentar. No próximo post, falaremos da importância de ser visto e, por que não, ouvido? Fiquem atentos!


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Felipe Rocha dos Reis
 
Nascido em São Paulo, Felipe Rocha dos Reis sempre foi um entusiasta por carros e motos. Quando criança - ao contrário dos outros garotos que queriam ser jogador de futebol – Felipe sonhava em ser mecânico da Formula 1. Cursou Técnico em Mecânica pelo SENAI, Tecnologia Mecânica pela UTFPR e está na reta final de Engenharia Mecânica pela Faculdade Pitágoras - Londrina. Trabalha como projetista de máquinas industriais, mas não deixou de lado toda paixão e expertise pelos automotores de duas e quatro rodas.



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