20/01/21
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Marjorie Ostrowski
Marjorie Ostrowski
29/12/2020 - 16:43
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Oie,
E assim chegamos no final do ano de 2020, encerramos mais um ano. Verdade que esse ano começou cheio de sonhos, projetos, assim como todos os outros anos até então. No começo estava feliz afinal, meu filho estava matriculado em uma escola ótima, próximo a minha casa e a minha filha na mesma escola que já estava. Por mais difícil que pareça cada um em uma escola e um bebê pequeno sempre dei conta, mas ai veio o medo do covid-19, a festa do aniversário do bebê estava próximo, as crianças tiveram que ficar em casa, o marido em home office e uma das escolas estava igual a mim perdida, sem planejamento para esta nova situação.

Então resolvemos dar foco em criar memórias afetivas em nossos filhos, nos adaptarmos afinal, pensávamos que logo tudo iria passar, assim passou 15 dias, 30 dias, 3 meses, 6 meses... Bateu a incerteza e com ela já instalada em nossas vidas, veio os "por quês". Tudo isso doía o coração por ver meus filhos presos em casa, meu bebê sem conhecer o que tem lá fora da janela, nos escolhemos seguir os protocolos de segurança e prevenção adotados, nos restringimos a descer no estacionamento do edifício e ir nos horários que sabíamos que não teria aglomeração no parquinho público.

Arquivo pessoal
Arquivo pessoal


Assim peguei meus pequenos admirando as folhas da grama, as formigas que ali carregavam pedaços de folhas, correndo, subindo no escorrega, brincando no balanço, eles conheceram novos sabores de fruta, sentiram as gotas de chuva molhando seu rostos, brincaram em poças d'água, o bebê fez o primeiro ralado do joelho, inventamos brincadeiras com corda. Tudo para amenizar a dor de não sentir o abraço dos avós, tios, primos, padrinhos, amigos, não conviver com os colegas e ter conhecido a professora que lecionou o ano todinho através de uma tela (e que professores amados meu filhos ganharam esse ano).

Ah meus filhos, vocês foram guerreiros porque em meio a toda essa pandemia, eu passei por uma cirurgia de emergência e vocês colaboraram com o papai, lógico que o nosso pequeno chorou e chorou muito sem "mamá" não intendia o que estava acontecendo, logo que voltei só queria ficar com vocês, trocar carinho, amor e atenção.

Me senti tão pequena naquele hospital com medo adquirir covid-19 e levar para vocês, tantas coisas passavam pela minha cabeça, havia uma senhora ao meu lado com uma doença que os médicos estavam fazendo vários exames inclusive hemocultura, ela tossia e eu não tirava a minha máscara para nada, apenas para me alimentar, que alivio senti quando recebi a alta. Ah! meus filhos quão orgulhosa estou por vocês, somos presentes.

Se me perguntassem antes da pandemia: você ficaria mais de 8 meses sem sair de casa com 3 crianças? Eu diria que seria impossível (risos). Nesse ano ouvi uma frase de uma psicóloga durante uma consulta que me disse: "nossa sua família é intensa!" na hora respondi que sim, saí dali parei e refleti, nossa sempre falamos essa frase em casa sobre as crianças. Cheguei a conclusão que a definição da minha família é sermos intensos e resilientes em tudo.

É 2020, você nos mostrou muitas coisas sob um outro olhar, inclusive como somos solidários, acredito que o aprendizado mais importante neste ano foi colocar tudo na balança (projetos, realizações, prioridades, amizades, família) principalmente o preço das nossas escolhas. E por mais difícil que tenha sido, a minha palavra para 2020 é gratidão. O que escrevo agora ficou marcado em nós que vivemos esse momento único e difícil. Tudo vai passar e que venha 2021 para vivermos intensamente novas experiências e refletir sobre o que aprendemos e nossas escolhas e consequências.

Marjorie Ostrowski
Ano que vem estaremos juntas. E para você, como foi 2020? Compartilhe, me envie sugestões lá no meu Instagram
Beijos e até 2021!
18/12/2020 - 17:37
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arquivo da Luana
arquivo da Luana


Olá sextou, Natal chegando e vejam que legal, recebi esta receita maravilhosa da minha seguidora a Luana. Ela desenvolveu essa receita especialmente para compartilhar com vocês que me seguem, chique né! Por aqui aprovamos, espero que gostem e fica a dica para essa semana do natal.

Ingredientes:
2 xícaras de aveia em flocos finos
1 colher (sopa) de amido de milho
1 pitada de sal
1/2 xícara de uva passa branca (pode substituir por uva passa preta, tâmaras ou ameixa seca)
200ml de água
1 xícara de frutas secas (frutas que vc goste, lembre quanto mais diversificada melhor)
100ml de óleo de coco
1 colher (café) de extrato de baunilha
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 colher (chá) de vinagre de maçã

Modo de preparo:
Coloque a uva passa branca junto com a água em um recipiente e reserve por cerca de 15 minutos ou até amolecerem. Em seguida, bata no liquidificador junto com o óleo até ficar homogêneo e reserve. Em um recipiente, misture a aveia, o amido e o sal. Adicione a mistura que reservou do liquidificador, o extrato de baunilha, o fermento e por último o vinagre. Misture delicadamente e acrescente as frutas. Coloque em uma forma untada e asse em forno preaquecido a 200° por 30 min.

arquivo da Luana
arquivo da Luana


Você poderá optar pelas frutas de sua preferência, mas nessa receita utilizei 1 xícara com: 2 colheres (sopa) de cramberry; 2 colheres (sopa) de uva passa preta; 5 damascos picados; 3 tâmaras picadas; e, acrescentei 8 amêndoas picadas que deu um sabor a mais.

Dica valiosa: Separe todos os ingredientes deixando as frutas picadas antes de começar, pois a aveia absorve a umidade da massa e caso demore muito para finalizar e colocar para assar, o bolo poderá ficar mais pesado.
Importante: Ao comprar as frutas secas é importante sempre ler o rótulo pois algumas marcas adicionam açúcar na hora de desidratar ☹️.

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Marjorie Ostrowski
Beijos e até a próxima.
14/12/2020 - 17:26
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Pixabay
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Olá, nos últimos dias tenho recebido muitas mensagens a respeito da campanha que esta circulando do retorno as aulas em 2021. Porém vendo o aumento significativo de crianças sendo contaminadas, e de crianças que até morreram em decorrência do Covid-19.


Pensando em nós mães conversei com a Dra Alessandra Banaszeski, que é a Pneumologista Pediátrica dos meus filhos, para acalentar nossos corações, porque assim como eu sei que você também fica preocupada. Leia abaixo as considerações da Dra Alessandra.

Retorno às aulas 2021 e o COVID 19

O prejuízo causado pelo fechamento das escolas para as crianças é inequívoco, especialmente agora que está se prolongando por tanto tempo. Um ano perdido para uma criança é muito diferente de um ano para um adulto. Entre as consequências associadas ao fechamento das escolas para as crianças temos: impactos cognitivos e psicológicos, risco aumentado de violência, depressão, ansiedade, aumento do sobrepeso e obesidade, entre outros agravos à saúde.

Diferente do que se sabe em relação aos outros vírus (que as crianças eram as grandes transmissoras) o coronavírus está se mostrando diferente. Há poucos dias foi publicado um estudo francês que mostrou que a taxa de transmissão do corona vírus de criança para outra criança é em torno de 3% e de criança para adulto é de 8%. Estamos vendo que na infecção pelo COVID 19 as crianças estão sendo mais assintomáticas e menos transmissoras.

Nos países que reabriram as escolas com protocolos de segurança, inclusive agora passando pela segunda onda de contagio, não houve aumento significativo do numero de casos em escola e nem surtos escolares. A pergunta que mais estou ouvindo no consultório é:
E agora, Doutora? Devo ou não levar meu filho à escola?
Não temos resposta certa ou errada para esta pergunta. Acredito que os pais / família devem colocar na balança o quanto está pesando para as suas crianças e família elas ficarem afastadas da escola (se está ocorrendo prejuízos sociais, psicológicos, nutricionais), como está sendo a dinâmica de cada família (organização dos pais com trabalho, home office).

Pixabay
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Como poderia ser um retorno de forma segura?
- Uso obrigatório de mascaras
- Salas de aula ventiladas e arejadas
- Numero de alunos reduzidos por turma e esquema e rodízio
- Higiene frequente das mãos e uso de álcool gel
- Não compartilhar objetos
- Distanciamento seguro
- Não levar a escola se a criança ou algum familiar apresentar algum, sintoma suspeito e informar a escola
- Professores cuidar o contato com outros professores

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Marjorie Ostrowski
Beijos e até a próxima.
03/12/2020 - 15:28
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Oie,
Com essa chuvinha lá fora nada melhor do que prepararmos uma comidinha fácil de fazer e saborosa.
Eu testei e aqui foi um sucesso com as crianças, meus principais críticos de sabores hehehe e melhor é que podemos fazer com eles.

Ingredientes:
2 xícaras de chá de grão de bico cozido e amassado
1/4 xícara de chá de farinha de trigo ou outra farinha a sua escolha
2 colheres de sopa de azeite
1 cebola de média ralada
2 colheres de sopa de salsinha
3 dentes de alho bem picadinho
sal marinho a gosto
pimenta do reino ou pimenta calabresa a gosto (opcional)

Modo de preparo:
O grão-de-bico deve estar ligeiramente úmido ( lembrando que esse grão-de-bico deve ter ficado de molho, seguindo orientações da embalagem).
Misture o grão-de-bico com os temperos e vá adicionando a farinha aos poucos, até dar liga e a massa desgrudar das mãos. Modele os hambúrgueres e grelhe em uma frigideira antiaderente ou asse na air fryer.
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Marjorie Ostrowski
Beijos e até a próxima.
16/11/2020 - 17:26
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Oie, conforme combinei vou trazendo novos depoimentos de mães de prematuros. Dessa vez trouxe o depoimento de uma amiga Juliana Roble. Em uma de nossas conversas ela conta como foi sua gestação e a chegada do pequeno Lucca, vem ler mais uma linda história de fé e amor.

Foram quatro anos de espera e tentativas, foram centenas de exames, cirurgia, medicamentos, decepções, infelizmente até inveja, pois tanta gente conseguia e eu não. Minha primeira gestação não deu certo, nosso bebê não resistiu e com poucas semanas de gestação eu o perdi. Fácil? Não, não foi fácil. Depois de 4 anos através de uma FIV consegui novamente engravidar, fácil? Não. Meu beta de repente parou de evoluir como deveria e achei que novamente tinha perdido o bebe, somente no dia em que escutamos pela 1ª vez o coração dele, que tive certeza da gestação, isso depois de muitos exames de sangue realizados.

Mas aí continuaram as dúvidas, será que meu bebê vai conseguir desenvolver bem, será que vai dar tudo certo? E assim foi passando o tempo, cada dia uma novidade, mexidas diferentes, sensações diferentes, como era bom ver minha barriga crescendo, como eu queria passar por aquilo a tanto tempo.. A insegurança passava pela minha cabeça, pelo fato de eu já ter perdido um neném, tive que ter muitos cuidados desde o início da gestação. Após alguns ultrassons com quase 5 meses conseguimos descobrir que esperávamos o nosso menino polaco o Lucca. Neste mesmo período começaram as contrações que com o tempo só aumentaram, limitando cada vez mais minhas atividades.

Com 31 semanas, minha bolsa rompeu e levamos o maior susto, meu neném iria nascer, só que ele era muito pequeno ainda. Bateu um medo e a insegurança. Não tinha ideia do que era um bebê prematuro, muito menos de como ser mãe de um. Mas graças a Deus o senhor estava no controle de tudo e o Lucca apesar de muito pequeno nasceu na melhor condição possível, com uma ótima equipe e com a saúde perfeita para um bebê prematuro.

Imagem cedida Juliana Roble
Imagem cedida Juliana Roble


Esta fase foram 23 dias de uti, onde só podia visitá-lo 3 vezes ao dia, e só fui pega-lo em meu colo após 14 dias internado, era tão duro apenas poder tocá-lo, deixá-lo sozinho, um bebê tão indefeso. A dor da cesária nos primeiros dias foi grande, pois acredito que quando se tem um bebê junto esta dor acaba sendo diluída, mas ele não estava comigo, não tinha com o que me ocupar longe dele. Tirava leite de 3 em 3 horas sozinha no quarto dele ou onde eu estivesse, tudo para que ele pudesse ter um pouco de mim e para que eu pudesse me sentir útil para ele.

Foram dias de angústia, a ansiedade na chegada pela manhã para saber quantos gramas ele havia ganhado ou perdido era gigante, pois este pequeno detalhe que para muitos não é nada, para nós, podia representar um dia a menos na UTI, mas enfim ele chegou ao peso e tempo necessários e trouxemos ele para casa.

E sabe de uma coisa? Também não foi fácil, foi neste momento que a ficha caiu e eu tinha me tornado mãe e tinha um bebê prematuro recém nascido que era meu filho e minha responsabilidade, foi aí que bateu o desespero e mais uma vez eu fraquejei, fiquei insegura, angustiada, com medo de toda esta responsabilidade.

Me senti uma fraca, como eu poderia ter dúvida de algo que lutei tanto para conseguir. Foi então, que com o apoio da minha mãe e do meu marido consegui acabar com este sentimento ruim e valorizar o anjinho que estava em meus braços, pois agora minha vida estava mais especial ainda, pois tinha um filho.Sei que não foi fácil, não é fácil e nem será fácil, mas com a família e com fé em Deus é possível, e cada dia junto dele faz tudo valer a pena.

Imagem cedida Juliana Roble
Imagem cedida Juliana Roble


Você que está passando por esse período de UTI Neonatal, de ter um bebê prematuro, acredite com fé e amor tudo passa.
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Marjorie Ostrowski
Beijos e até a próxima.
Marjorie Ostrowski
 
Curitibana e apaixonada pelo que faz, estudou nutrição na PUC, esposa e mãe de três lindos filhos. Morando interior do Paraná a mais de 13 anos e constantemente aprendendo e testando novas receitas. Vou compartilhar com vocês algumas experiências de vida e receitas deliciosas, saudáveis e que também são indicadas para alérgicos e intolerantes. Tenho certeza que você também consegue fazer, borá lá.



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