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Sonia Weil
Sonia Weil
13/09/2018 - 10:19
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Última cena da novela ou filme hollywoodiano: o casamento do herói e da heroína. A finalização de toda uma relação que envolve os sonhos, emoções, e principalmente os conflitos e obstáculos que foram, ao longo da estória, traçando momentos de proximidade e afastamento. Finalmente, isso tudo se resolve no tradicional "final feliz". A lente se afasta, mostrando os nossos personagens juntos, geralmente em algum cenário idílico.

No entanto, as coisas não são tão simples assim. Principalmente, porque o casamento ou qualquer tipo de união é o começo, e não o final da relação. É agora que eles começam a se descobrir verdadeiramente. É a partir desse momento, no contato cotidiano, que as semelhanças e diferenças começam a ficar claras.

O tempo do namoro – e, principalmente da paixão – não nos permite ver o outro com clareza. Primeiro, porque nos defrontamos com as nossas próprias projeções de "como deve ser o nosso amado" e o amor. Jogamos sobre ele as nossas expectativas, e queremos que ele corresponda à elas. Ficamos felizes com eles quando o fazem, e decepcionados quando não agem da maneira que esperamos.

Geralmente estamos tão imersos em nossos próprios desejos, sonhos e imaginação, que criamos uma "relação imaginária", a partir da qual interpretamos todos os gestos e sentimentos do outro e os acontecimentos do namoro.

É difícil enxergar o outro claramente quando estamos envolvidos. Muitas vezes são as outras pessoas que nos mostram aspectos do nosso amado que não conseguimos perceber ( e, às vezes, quando estes lados não são favoráveis ou não são os que desejamos – por mais que falem - continuamos sem ver ).

É difícil lidar com a diferença, porque precisamos abrir mão do nosso olhar único de "como as coisas são". Isto envolve as nossas crenças, critérios e valores – tão cuidadosamente construídos por toda a nossa vida.

Ver com clareza como o outro funciona nos exige perceber que ele tem maneiras de sentir, pensar e agir diferentes dos nossos. E assim o é, porque também se construiu a partir das suas experiências ao longo da vida.

Um marido que tem um 9 na Estrutura Interna ( maneira de sentir a vida ) será sempre mais introspectivo, pois tem necessidade de se recolher em si mesmo para pensar na sua vida. Suas decisões são sempre maturadas durante um certo tempo – e ele gosta de faze-lo silenciosamente.

No entanto, se a sua esposa tiver um 3 nesta mesma posição, gostará de discutir tudo e terá grande necessidade de comunicação. Se não compreender as diferença, poderá sentir rejeitada e começar a interpretar os fatos à sua maneira – afinal, "porque ele não a busca para conversar sobre o que está havendo"? "Será que ele está escondendo alguma coisa"? "Porque fica isolado, pensando"? E isto pode levar ao pensamento de que ele não goste dela. E na verdade, ele tem apenas uma maneira diferente de gostar.

Uma namorada que tenha um 10 em pontos fundamentais do mapa, precisará sempre de liberdade e autonomia, uma vez que ela é ativa e dinâmica e estará sempre tomando as iniciativas necessárias pra resolver os problemas da sua vida. O seu casamento precisará também manter este espaço de independência, para que ela seja feliz.

Mas se o seu marido for um 6, terá como valores fundamentais a família e a parceria cotidiana – fazer tudo juntos, discutir cada decisão com ela – e projetará ainda sobre ela a expectativa de uma mulher caseira e maternal, sempre à sua espera e em função da família. Tudo o que ela não é, e não conseguiria ser.

Talvez eles se casem esperando que o outro mude. Cada um projeta sobre o outro a "pessoa" ideal. Ela espera que ele entenda a sua sede de liberdade, e a respeite; e ele imagina que, depois do casamento, ela deixe de lado essa liberdade e assuma o "papel de mulher casada", se adaptando às suas novas condições.

Mas, na verdade, a natureza de cada um é diferente. Cada um sente a vida de maneira própria, e precisa de coisas diferentes para se realizar.

Esperar simplesmente que o outro corresponda às suas expectativas pode ser decepcionante. Mais sábio é investir no conhecimento do parceiro e a Numerologia ser um grande recurso nesse sentido. Trazendo elementos para que se descubra como ele realmente é. Quais são as suas expectativas e necessidades. Os seus pontos fortes e fracos. O seu caminho de vida.

E de como essa relação entre os dois pode se dar, com todas as diferenças e semelhanças. Na busca da harmonia e da felicidade.


Na última quarta-feira, dia 05/09/2018, dei uma entrevista sobre este tema para a Lu Oliveira no Programa Vitrine Revista, da tv Tarobá de Londrina. Foi uma delícia! A foto é de Lidiane Carlos, da produção, e este é o link:

28/06/2018 - 15:28
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Uma noção ainda muito utilizada na Educação e nas Empresas é que precisamos suprir as deficiências para alcançar uma média aceitável. Assim, costumamos focar nas nossas lacunas e fraquezas e investir energia em desenvolvê-las.

Se um filho vai bem em Português e mal em Matemática, toda a nossa atenção vai no sentido de reforçar e equilibrar onde ele está fraco – chamamos um professor para dar reforço em matemática - e não no que ele é forte ( deixamos o Português para lá, porque aí ele está bem ).

Quando se deveria investir nos seus talentos naturais, em lhe dar recursos para se desenvolvê-los mais e mais, até que eles se transformem em grandes forças de ação ( que eu chamo de Potências Pessoais). O fundamental , portanto, é concentrar no que ele faz de melhor.

O mesmo acontece com as empresas: é necessário abandonar o velho modelo de superar os pontos fracos dos funcionários, apontando os seus erros e esquecendo-se de celebrar os seus acertos.

As empresas investem muito no treinamento de funcionários para que eles supram lacunas, quando se deveria identificar os seus talentos, fortalecê-los e aproveitá-los em funções e atividades onde eles possam exercer as suas verdadeiras forças.

Os funcionários com melhores performances o conseguem porque utilizam os seus talentos naturais. Estudos indicam que os funcionários que tem a oportunidade de focar nas suas forças todo dia são 6 vezes mais engajados nas suas tarefas.

Portanto, o que se deve buscar é colocar "a pessoa certa no lugar certo"

Falo disso nessa entrevista para Fernanda Chariff no programa Ver Mais em 04 / 06 / 2018


02/01/2018 - 15:59
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Esta é um live no Facebook feita em 28/12/2017, falando sobre o tema " A NUMEROLOGIA DE 2018 – UM ANO 11". Ela complementa o artigo que escrevi e vai além, mostrando com mais detalhes como aproveitar melhor as tendências do ano e direcionar as suas ações. Que 2018 seja um momento de encontrar o seu Poder de Realização em todos os sentidos!


30/12/2017 - 11:47
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Estabeleça o foco e vá à luta – este é um ano 11!


Em 2017 você sentiu a necessidade de ser mais você mesma. Respeitar a SUA vontade, seguir os SEUS desejos. Pensar em si mesma. Ser mais independente. Buscar outros aprendizados e atividades. Viver o novo.

A vida também pode ter lhe mostrado possibilidades de abrir caminhos diferentes e se lançar em projetos inovadores.

Preste atenção: em que sentido e áreas isso aconteceu? Pois estes são os campos que você deve agora impulsionar agora.

Uma dica importante: é fundamental que você estabeleça metas bem definidas para 2018. De preferência a curto e médio prazo. Porque o ano vai lhe dar um empurrão para a frente. Mas você tem que saber o que quer e onde quer chegar. Não é hora de dispersar, enrolar ou empurrar com a barriga. É momento de agir objetivamente.

Este é um ano para buscar realização, tanto pessoal como profissional. É um ano de força. Para que você batalhe pelas suas ideias e ideais. Lute o bom combate.

Mas é também um ano intenso e ansioso. Tudo acontece mais rápido e é mais impactante. Há muita eletricidade no ar. Isso pode trazer impaciência, uma competitividade maior, acirrar os ânimos e trazer confrontos. Não perca tempo com picuinhas. Segure as rédeas da sua vida nas suas mãos. Mantenha o foco e invista no que é importante para você!

É hora de direcionar a sua vida e obter resultados. Este pode ser um ano de muitas realizações. Então concentre as suas energias e se lance nos seus projetos. Crie as oportunidades. Faça acontecer!


5 dicas importantes para aproveitar tudo o que 2018 tem a lhe oferecer:


1ª. Pode ser que num primeiro momento você não esteja tão clara sobre o que quer e talvez até se sinta meio desvitalizada ( em especial em janeiro ). Mas procure se situar o mais rápido possível, pois só quando você tiver uma direção, vai sentir verdadeiramente o impulso extra que o ano traz. Se ainda não definiu projetos maiores, trabalhe sobre mini-metas ( de 2 ou 3 meses ), isso já vai colocar essa energia em ação. Aproveite os meses de agosto e setembro, que podem lhe mostrar novos rumos e estimular as suas iniciativas.

2ª. Este é um ano "extrovertido" que pode lhe ajudar a ativar os contatos com as pessoas, tanto pessoal como virtualmente. Você vai querer expandir, ampliar os seus limites. Se expressar de várias formas. Buscar novos conhecimentos, trocar informações. Alcançar pessoas novas, fora do círculo habitual. Sair mais, ver amigos, participar de grupos e atividades diferentes. Dinamizar o seu cotidiano, viajar. Ir além. Xô, rotina!

3ª. Até o fim de maio você pode estar um pouco insegura em relação à vida financeira. Ela pode estar um tanto instável e mesmo que você tenha um emprego fixo que cubra as suas necessidades, a sensação é a de que você não tem um pé muito firme no chão. Portanto é hora de enxugar os gastos, reorganizar despesas, cortar excessos. Você pode também buscar novas fontes de renda. Por outro lado, é um bom momento para fazer mudanças, seja comprando ou vendendo algum bem, construindo ou reformando a casa. Em junho as coisas começam a se definir melhor e este é um bom momento para fazer parcerias e negócios. Agosto e setembro favorecem as novas iniciativas.

4ª. Os relacionamentos afetivos não estão tão ressaltados em 2018, pelo menos nos primeiros meses. Não estou dizendo que você não possa se apaixonar, mas provavelmente não vai se lançar em novas ligações com grandes arroubos sentimentais. Há uma tendência mais introspectiva, em que você e o outro se observam mais, procurando se conhecer com calma. Tudo passa pelo crivo de uma análise cuidadosa. Se você já estiver namorando, vai perceber que, sem a dominância costumeira da emoção, que muitas vezes entende e "deixa para lá", você não vai ter a mesma paciência para aguentar situações que lhe incomodam. Portanto, se a coisa não vai bem, a vontade é de ser mais assertiva e romper com o outro para seguir a sua vida. Mesmo que você esteja numa relação estável e antiga, vai sentir a necessidade de buscar um pouco mais de distanciamento e tempo para si, para fazer uma revisão da parceria. Agora, se você estiver livre, os meses de maio, junho e agosto podem trazer uma disposição maior para novos envolvimentos.

5ª. O foco mais importante do ano é o campo profissional e é nele que você deve concentrar boa parte da sua atenção e utilizar as recomendações que fiz no início do texto. Este é o momento de ser prático e determinado. E buscar crescimento e realização no trabalho. Portanto, avalie de maneira muito concreta a sua situação atual e o que você quer realmente. E aí estabeleça metas viáveis. Lembre-se, a curto e médio prazo. Objetivos que você possa, se possível, alcançar ainda este ano. Se organize para isso. Redefina as prioridades, reestruture a sua rotina. Crie esquemas para ser mais ágil. Gerencie todos os processos, para que você não perca o foco. Vá atrás de apoios e parceiros – eles estão facilitados, especialmente em junho e setembro. Busque a realização material.

2018 é um ano de ação. Ele pode lhe ajudar a colocar os seus projetos no mundo e ver os seus resultados. Então concentre as suas energia, fixe o olhar nas suas metas e vá à luta!

E que você tenha um ano pleno de realizações!

Observação: esta é a tendência do Ano Universal, que está aí, "no ar", e pode ser sentida por todo mundo. Cada um vai interagir com ela de acordo com os seus próprios ciclos ( o seu Ano Pessoal ). Uma análise mais personalizada só pode ser feita através de uma consulta, pois depende da data de nascimento de cada pessoa.
15/09/2017 - 09:59
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Tenho revisitado as entrevistas sobre Numerologia que fiz em rádio e tv durante a minha vida profissional ( lá se vão 31 anos ) e selecionei algumas das que gosto mais.

Essa é uma das mais antigas ( 1999 ) mas ao mesmo tempo, a que eu talvez tenha explicado mais amplamente sobre como funciona esta análise.

Falo sobre o que é a Numerologia, os seus objetivos e campos de atuação, como é a Consulta Pessoal, o Mapa Anual, a Mudança de Assinatura, o Planejamento do Nome de Bebê, a Numerologia Empresarial e muito mais. Tem ainda depoimentos.

A entrevista é para a excelente jornalista Patrícia Zanin no Programa Entrevistas 107 - Rádio Uel ( Universidade Estadual de Londrina ) em 14/05/1999:

Sonia Weil
 
Sonia Weil é professora de Comunicação Social e deu aulas na Universidade Estadual de Londrina durante 28 anos. Agora aposentada, faz palestras sobre Comunicação Não Verbal para empresas. É especialista em Numerologia e faz consultas, palestras e cursos desde 1986. Divulga a Numerologia em programas de tv e rádio, e em jornais, além de sites na internet. Realiza também palestras e workshops sobre a Lei da Atração ( mostrada no filme O Segredo ) em empresas e institutos esotéricos.



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