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Energia solar, mini-hidrelétrica e mais

Boleto de luz ardido: veja opções de microgeração de energia com custo-benefício

Claudio Yuge
30 jun 2026 às 09:00

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Imagem gerada por IA
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Se você prestou atenção no noticiário da semana que passou, com certeza deve ter se preocupado um pouco com um reajuste de nada menos do que 20% na conta elétrica fornecida pela Copel. A companhia tem investido bastante na infraestrutura da rede e nos serviços de de distribuição, e a alta foi autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), mas fato é que está cada mais ardido pagar esse boleto mensal — ainda mais para quem é comerciante.


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Como a tecnologia tem nos trazido mais opções, comparar essa alternativas com uso híbrido, ou diferente mesmo, aparece como uma maneira de reduzir a grana gasta com esse serviço básico.


A busca por independência energética ganha novos contornos no Brasil. Impulsionados por reajustes tarifários expressivos na conta de luz e pela queda nos custos de equipamentos, consumidores residenciais e comerciais deixam de ser apenas compradores para se tornarem produtores da própria energia.


A microgeração descentralizada e os sistemas de armazenamento avançados redesenham a relação da sociedade com as concessionárias de distribuição.


As opções tecnológicas disponíveis atualmente no mercado nacional vão muito além da tradicional instalação de painéis fotovoltaicos conectados à rede. Elas incluem turbinas eólicas urbanas de eixo vertical, sistemas hidráulicos compactos para propriedades rurais e potentes bancos de baterias que garantem o abastecimento contínuo mesmo durante apagões severos na rede pública.

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Alternativas à rede tradicional 


As opções tecnológicas disponíveis atualmente no mercado nacional vão muito além da tradicional instalação de painéis fotovoltaicos conectados à rede. Elas incluem turbinas eólicas urbanas de eixo vertical, sistemas hidráulicos compactos para propriedades rurais e potentes bancos de baterias que garantem o abastecimento contínuo mesmo durante apagões severos na rede pública.


Energia solar fotovoltaica (híbrida): permite gerar a própria eletricidade durante o dia por meio de painéis e gerenciar o excedente. Os novos inversores híbridos já vêm preparados para conectar baterias, garantindo que o imóvel continue abastecido à noite ou durante apagões.


Mitratech


Baterias de lítio (LiFePO4): substituem os antigos modelos de chumbo-ácido com durabilidade de até 15 anos (6.000 ciclos). Suportam descargas profundas de até 80% sem perder eficiência, funcionando como um banco de reserva robusto e inteligente para a residência.


Turbinas eólicas verticais: desenvolvidas especialmente para o ambiente urbano, operam de forma silenciosa e aproveitam ventos instáveis ou que mudam de direção frequentemente. Começam a gerar energia mesmo com brisas leves.


Mini-hidrelétricas residenciais: indicadas para propriedades com cursos d'água ou nascentes permanentes. A grande vantagem é a previsibilidade, já que geram energia de forma ininterrupta nas 24 horas do dia, reduzindo a necessidade de grandes bancos de baterias.


Geradores Inverter a gasolina: modelos portáteis de emergência que produzem uma onda senoidal pura, idêntica à da rede elétrica, tornando-os totalmente seguros para computadores e eletrônicos sensíveis. Possuem aceleração inteligente e baixo ruído.


A tabela abaixo consolida os valores médios de mercado apurados para a aquisição dos equipamentos e implantação dos sistemas no Brasil, posicionando-os ao lado da tarifa homologada residencial cobrada pela Copel.


Montagem Bonde


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O investimento inicial em sistemas de geração própria exige planejamento, mas o retorno financeiro tornou-se mais rápido após a recente revisão tarifária aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para a concessionária paranaense. 


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