Se você prestou atenção no noticiário da semana que passou, com certeza deve ter se preocupado um pouco com um reajuste de nada menos do que 20% na conta elétrica fornecida pela Copel. A companhia tem investido bastante na infraestrutura da rede e nos serviços de de distribuição, e a alta foi autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), mas fato é que está cada mais ardido pagar esse boleto mensal — ainda mais para quem é comerciante.
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Como a tecnologia tem nos trazido mais opções, comparar essa alternativas com uso híbrido, ou diferente mesmo, aparece como uma maneira de reduzir a grana gasta com esse serviço básico.
A busca por independência energética ganha novos contornos no Brasil. Impulsionados por reajustes tarifários expressivos na conta de luz e pela queda nos custos de equipamentos, consumidores residenciais e comerciais deixam de ser apenas compradores para se tornarem produtores da própria energia.
As opções tecnológicas disponíveis atualmente no mercado nacional vão muito além da tradicional instalação de painéis fotovoltaicos conectados à rede. Elas incluem turbinas eólicas urbanas de eixo vertical, sistemas hidráulicos compactos para propriedades rurais e potentes bancos de baterias que garantem o abastecimento contínuo mesmo durante apagões severos na rede pública.
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Alternativas à rede tradicional
As opções tecnológicas disponíveis atualmente no mercado nacional vão muito além da tradicional instalação de painéis fotovoltaicos conectados à rede. Elas incluem turbinas eólicas urbanas de eixo vertical, sistemas hidráulicos compactos para propriedades rurais e potentes bancos de baterias que garantem o abastecimento contínuo mesmo durante apagões severos na rede pública.
Energia solar fotovoltaica (híbrida): permite gerar a própria eletricidade durante o dia por meio de painéis e gerenciar o excedente. Os novos inversores híbridos já vêm preparados para conectar baterias, garantindo que o imóvel continue abastecido à noite ou durante apagões.
Baterias de lítio (LiFePO4): substituem os antigos modelos de chumbo-ácido com durabilidade de até 15 anos (6.000 ciclos). Suportam descargas profundas de até 80% sem perder eficiência, funcionando como um banco de reserva robusto e inteligente para a residência.
Turbinas eólicas verticais: desenvolvidas especialmente para o ambiente urbano, operam de forma silenciosa e aproveitam ventos instáveis ou que mudam de direção frequentemente. Começam a gerar energia mesmo com brisas leves.
Mini-hidrelétricas residenciais: indicadas para propriedades com cursos d'água ou nascentes permanentes. A grande vantagem é a previsibilidade, já que geram energia de forma ininterrupta nas 24 horas do dia, reduzindo a necessidade de grandes bancos de baterias.
Geradores Inverter a gasolina: modelos portáteis de emergência que produzem uma onda senoidal pura, idêntica à da rede elétrica, tornando-os totalmente seguros para computadores e eletrônicos sensíveis. Possuem aceleração inteligente e baixo ruído.
A tabela abaixo consolida os valores médios de mercado apurados para a aquisição dos equipamentos e implantação dos sistemas no Brasil, posicionando-os ao lado da tarifa homologada residencial cobrada pela Copel
O investimento inicial em sistemas de geração própria exige planejamento, mas o retorno financeiro tornou-se mais rápido após a recente revisão tarifária aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para a concessionária paranaense.