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Aos 23 anos

Acusado de matar indígena se flagela e integraria um grupo satânico

Agência Estado
10 jan 2016 às 09:16

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Reprodução
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Matheus de Ávila Silveira, de 23 anos, é o único suspeito de matar a criança indígena e está detido em isolamento na unidade prisional da cidade. Os agentes contam que ele arranca a própria pele. A autoflagelação também ocorria na delegacia, onde tentou suicídio por asfixia, engolindo a espuma do colchão.

O delegado Rafael Giordani informa que não há dúvidas sobre a autoria do crime. Além dos vídeos da rodoviária e do Ministério do Trabalho, que fica na frente do local do crime, foram aprendidas na casa de Silveira roupas idênticas às usadas pelo homem que degolou a criança. O objetivo da investigação agora é entender as circunstâncias do crime.

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Silveira integrava um grupo de jovens que se afirmava satânico. Na sua página do Facebook, postava imagens macabras e demonstrava gosto excessivo por medicamentos, drogas e bebidas. A polícia pretende descobrir se o assassinato tem relação com algum ritual. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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CRIME - O crime ocorreu no dia 30 de dezembro do ano passado quando um indígena de 2 anos de idade, da etnia Kaingang, de Santa Catarina, foi morto no colo da mãe, na rodoviária de Imbituba, quando passou Matheus de Ávila Silveira por eles, acariciou o rosto da criança e, em seguida, cortou-lhe o pescoço com um estilete.


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