Pesquisar

ANUNCIE

Sua marca no Bonde

Canais

Serviços

Cinco mortos

Empresa contesta laudo da Aeronáutica sobre acidente que matou filho de Alckmin

Agência Brasil
03 jun 2015 às 21:06

Compartilhar notícia

siga o Bonde no Google News!

A Helipark, empresa responsável pela manutenção do helicóptero PP-LLS, que caiu em São Paulo em abril, e matou cinco pessoas, questionou hoje (3) a nota divulgada pela Aeronáutica, segundo a qual componentes da aeronave estavam desconectados antes do voo. No acidente estavam Thomaz Rodrigues Alckmin, filho mais novo do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e mais quatro pessoas.

"A própria nota da Força Aérea Brasileira diz que os controles flexíveis e alavancas são 'fundamentais para controlar a aeronave em voo'. Portanto, como afirmar que o helicóptero decolou e voou mesmo com esses componentes desconectados?", questiona a empresa.

Receba nossas notícias NO CELULAR

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.
Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.


A Helipark alegou ainda que não seria possível afirmar que o comandante pilotou a aeronave durante todo o voo. A empresa concluiu que Thomaz Alckmin não poderia estar dentro do helicóptero, de acordo com as regras de voo, e "principalmente sentado na posição do copiloto".


A Aeronáutica divulgou uma segunda nota no fim da tarde de hoje. Ela explicou que a desconexão a que se referiu diz respeito "ao posicionamento incorreto do arranjo mecânico, em desconformidade com os manuais do fabricante, fato que ensejou o desprendimento em algum momento do voo."

Cadastre-se em nossa newsletter

A Força Aérea esclareceu que as investigações, até o momento, não podem levar a quaisquer conclusões sobre o acidente. "Cabe ratificar que na atual fase da investigação ainda não é possível apontar conclusões acerca dos fatores contribuintes que desencadearam o acidente."


Últimas notícias

LONDRINA Previsão do Tempo

Portais

Anuncie

Outras empresas