Em participação no programa 'Agora é Tarde', da Bandeirantes, o Pastor Marco Feliciano, presidente da Comissão dos Direitos Humanos, que se posicionar contra homossexuais e negros, foi questionado pelo apresentador Danilo Gentili se aceitaria ter um filho gay.
"Eu amaria, amaria. Filho é filho, filho a gente morre por ele. A opção dele, a escolha dele é de foro íntimo dele", disparou. Além disso, Feliciano falou que os comentários de que tem preconceito contra os negros não procede.
"Para ser tachado de preconceituoso é preciso ter um histórico e eu não tenho isso. Minha mãe é negra, meu padrasto é negro. Boa parte da população evangélica é negra. Eu já estive na África fazendo trabalhos voluntários. Então isso não existe", disse.
Na oportunidade, Danilo Gentili questionou o deputado perguntando se ele se arrependia de alguma das declarações que fez. "Para eu me arrepender eu teria que assumir o crime, como eu não cometi crime, eu me arrependo de ter provocado tristeza nas pessoas que não entenderam e foram levianamente levadas a acreditar nisso. Uma grande apresentadora me chamou de monstro por que acreditou que eu teria falado de crianças aidéticas. Eu nunca disse isso. Já tem perfis falsos meus com frases, declarações que não são minhas. Eu já denunciei isso. O problema é que o brasileiro é levado pelo que as pessoas falam e é preciso conhecer as pessoas primeiro", finalizou.