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'Provas frágeis'

Magistrado que soltou traficante preso com 1,6 tonelada de cocaína pura será denunciado

Agência Estado
12 ago 2015 às 10:19

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Divulgação/SSP
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Promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), de Guarulhos, vão participar das investigações da quadrilha chefiada por Welinton Xavier dos Santos, o Capuava, considerado pela Secretaria de Segurança Pública como o maior traficante de drogas de São Paulo.

Segundo o promotor Adolfo Sakamoto Lopes, a denúncia deve ser oferecida à Justiça ainda esta semana para que o processo criminal contra todos os suspeitos seja instaurado com rapidez.

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Capuava e outros quatro comparsas foram presos em uma mansão na zona rural de Santa Isabel, na Grande São Paulo. Segundo a polícia, com eles foram apreendidos 1,6 tonelada de cocaína pura, 898 quilos de produtos para misturar a droga, quatro fuzis, uma pistola, carros com fundo falso e diversas munições.

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No dia 5, o desembargador Otávio Henrique de Sousa Lima, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), mandou soltar Capuava, por meio de habeas corpus. Na decisão, ele considerou que as provas contra o acusado eram frágeis e não justificavam a permanência na prisão. A decisão levou o presidente do TJ-SP, desembargador José Renato Nalini, a instaurar procedimento para apurar a conduta de Sousa Lima. O magistrado não quis se manifestar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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