Desde que foi lançado, em novembro de 2022, o ChatGPT tem sido assunto na imprensa, em rodas de pessoas que adoram tecnologia e entre os curiosos.
O chatbot capaz de fazer textos originais sobre qualquer tema, da música à filosofia, do cinema à gastronomia, vem causando impacto em toda a cadeia do conhecimento.
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Junto com o impacto positivo surgem desafios: como analisar uma ferramenta que se presta a mil e uma utilidades, ao mesmo tempo que pode servir para acomodar, mais ainda, pessoas de diversas áreas que podem produzir conteúdos sem quase nenhum esforço reivindicando sua "autoria"?
O problema já acendeu um alerta nas universidades e nas escolas públicas dos EUA gerando uma contradição: professores estão revendo os métodos de ensino e, tendo em vista as facilidades do ChatGPT, pensam em retomar as provas orais e os ensaios escritos à mão para evitar o "favorzinho" da máquina em plena era tecnológica.
No Brasil não é diferente, a UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e a Fundação Getúlio Vargas já anunciaram que estão revendo métodos de ensino para evitar a fraude aprimorada do copia aqui, cola ali.
Existem também orientações para se identificar textos feitos por robô como a análise de estilo; a observação da lógica (os robôs nem sempre atendem a 100% do quesito); padrões repetitivos ou estruturas de linguagem semelhantes. Tudo isso antes que uma big tech crie também uma ferramenta capaz de identificar textos feitos por inteligência artificial, o que já está em curso.
Leia a reportagem completa na FOLHA DE LONDRINA: