A busca por recolocação profissional voltou a ser alvo de uma ameaça sofisticada no ambiente digital. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) emitiu um alerta recente detalhando como criminosos atualizaram o golpe do falso emprego.
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WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
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Os criminosos agora simulam processos seletivos extremamente realistas pelo WhatsApp ou e-mail. A nova tática envolve solicitar que o candidato envie uma "selfie para o crachá" junto com fotos de documentos de identidade.
De posse dessas fotos e documentos, os golpistas utilizam a imagem da vítima para burlar sistemas de reconhecimento facial de bancos, abrindo contas e contratando empréstimos fraudulentos em nome do candidato.
Os criminosos também seguem utilizando pretextos antigos atualizados, como exigir pagamentos via Pix para falsos exames admissionais ou cursos obrigatórios para garantir a vaga.
Como identificar e se proteger do novo golpe do falso emprego
Abaixo estão as principais características da abordagem de um golpista que oferece uma falsa vaga de emprego:
- Urgência artificial
- Contatos de recrutamento feitos exclusivamente por números de WhatsApp pessoais ou por e-mails com domínios genéricos (como gmail.com hotmail.com);
-Propostas de salários muito acima da média do mercado para funções simples ou que exigem pouca experiência prévia.
Se você suspeitar de que enviou dados para um recrutador falso, a orientação oficial é bloquear cartões de crédito, registrar imediatamente um Boletim de Ocorrência por estelionato e monitorar seu CPF em plataformas oficiais de proteção ao crédito.