Bem, você certamente já ouviu falar sobre um certo "dinheiro esquecido nos bancos", não é? Pois bem, o montante parado em instituições financeiras atingiu R$ 5,65 bilhões, indicando um aumento expressivo em relação ao mês passado.
A maior fatia das quantias acumuladas pertence a cidadãos comuns, somando R$ 4,25 bilhões a devolver. A fatia restante de R$ 1,40 bilhão refere-se a contas jurídicas acumuladas em diversas entidades do setor.
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Os valores decorrem de tarifas cobradas indevidamente, contas encerradas com saldo residual e sobras de consórcios ou cooperativas.
Bancos tradicionais: R$ 2,38 bilhões;
Administradoras de consórcios:
Cooperativas de crédito:
Instituições de pagamento:
Financeiras, corretoras e outras:
Embora a soma geral impressione, quase 70% dos beneficiários possuem até R$ 10,00 para resgatar no sistema. Apenas um pequeno grupo de 2,22% dos titulares conta com valores superiores a R$ 1 mil.
Como consultar e solicitar o dinheiro esquecido?
A verificação deve ocorrer exclusivamente na plataforma oficial do Sistema de Valores a Receber (SVR) mantida pelo Banco Central. O processo inicial exige apenas o informe do CPF e data de nascimento para pessoas físicas ou CNPJ para empresas.
Para avançar com o pedido de transferência, o correntista precisa acessar a conta Gov.br nos níveis prata ou ouro.
Desde maio de 2025, o cidadão pode habilitar a devolução automática dos valores disponíveis.
Evite golpes relacionados ao dinheiro esquecido
O avanço das consultas exige cuidado redobrado contra fraudes e mensagens falsas enviadas em nome do órgão regulador. Golpistas costumam utilizar links maliciosos em aplicativos de mensagem para capturar dados pessoais e senhas bancárias.
A autoridade monetária reforça que nunca cobra taxas nem envia links de acesso por SMS, e-mail ou WhatsApp. Em caso de falecimento do titular, herdeiros legítimos podem efetuar a consulta seguindo os protocolos e documentações exigidas no próprio portal.