As famílias de baixa renda tiveram mais despesas com alimentação e habitação em outubro, o que fez o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) voltar a subir no mês, informou nesta terça-feira (7) a Fundação Getulio Vargas (FGV). O IPC-C1 saiu de uma deflação de 0,25% em setembro para um avanço de 0,42% em outubro.
Cinco das oito classes de despesa tiveram taxas de variação maiores: Habitação (de -0,33% em setembro para 1,06% em outubro), Alimentação (de -0,77% para 0,31%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,03% para 0,21%), Comunicação (de -0,05% para 0,60%) e Despesas Diversas (de 0,27% para 0,49%). Os destaques partiram dos itens tarifa de eletricidade residencial (de -2,72% para 4,16%), hortaliças e legumes (de -7,88% para 11,04%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de -0,50% para 0,08%), tarifa de telefone móvel (de -0,14% para 1,49%) e cigarros (de 0,56% para 1,05%), respectivamente.
Receba nossas notícias NO CELULAR
WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
Na direção oposta, as taxas foram menores nos grupos Transportes (de 0,18% para -0,20%), Vestuário (de 0,63% para 0,07%) e Educação, Leitura e Recreação (de 0,37% para -0,08%), sob a influência de itens como gasolina (de 2,95% para -0,01%), roupas (de 0,95% para 0,17%) e passagem aérea (de 12,51% para -9,42%).