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Era o 81º em 2011

Celulose é o quarto produto mais exportado pelo Paraná

Redação Bonde com Agência de Notícias do Paraná
23 abr 2018 às 15:48

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André Kasczeszen/AEN-PR
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A nova fábrica da Klabin, de Ortigueira, que começou a produzir há dois anos, colocou a celulose no mapa de exportações do Paraná. Maior investimento privado da história do Estado, com R$ 8,5 bilhões atraídos pelo programa de incentivos Paraná Competitivo, a unidade direciona boa parte da produção para as exportações.

Em seis anos, as exportações de celulose pelo Paraná aumentaram 112 vezes – de US$ 4,9 milhões, em 2011, para US$ 553,8 milhões em 2017. No primeiro trimestre de 2018 já foram embarcados US$ 180,6 milhões, de acordo com dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

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A celulose, que ocupava a 81ª posição entre os produtos exportados pelo Paraná em 2011, passou para sétimo lugar em 2017 e no primeiro trimestre de 2018 subiu para a quarta colocação, atrás apenas de soja em grão, carne de frango in natura e farelo de soja.


"A celulose desbancou os automóveis em exportações no trimestre. Como é um produto com múltiplas aplicações, não apenas para fabricação de papel e embalagens, mas também fraldas e outros produtos de higiene, há um potencial muito grande para exportações pelo Paraná", diz o diretor-presidente do Ipardes (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social).

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André Kasczeszen/AEN-PR
André Kasczeszen/AEN-PR - China e Itália são os principais destinos da celulose exportada pelo Paraná. Juntos, os dois países respondem por 81% dos embarques.
China e Itália são os principais destinos da celulose exportada pelo Paraná. Juntos, os dois países respondem por 81% dos embarques.

De acordo com ele, a instalação de uma fábrica como a da Klabin, além de transformar uma região com baixo índice desenvolvimento econômico, como Ortigueira, com geração de empregos e renda, também tem efeitos positivos em outras áreas. "Um projeto desse se desdobra no aumento da produção florestal, nas exportações e na movimentação logística até o porto de Paranaguá, e até mesmo no aproveitamento de resíduos para a geração de energia", exemplifica.


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