Londrina reafirma sua força econômica no cenário nacional com sete grandes empresas no mais recente ranking nacional Valor 1000 de 2026. Sediadas no município, as companhias movimentaram juntas mais de R$ 35 bilhões em receita líquida em 2025. O levantamento reflete os resultados financeiros do ano anterior e comprova a versatilidade dos negócios locais.
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O grande destaque foi o Grupo Muffato, que avançou da 101ª para a 92ª posição, entrando no Top 100 nacional. Com receita líquida de R$ 15,767 bilhões, a varejista lidera os índices do município. A Cooperativa Integrada também saltou 34 posições e atingiu o 186º lugar, com R$ 8,013 bilhões em receita.
Apesar do forte desempenho desses grupos, a representatividade da cidade encolheu em relação ao levantamento anterior. Londrina perdeu dois nomes da lista: a Belagrícola, em recuperação extrajudicial, e o Grupo GDM. Dessa forma, a presença londrinense caiu de nove para sete corporações.
O setor da construção civil sustenta forte projeção na lista com a Plaenge e a A. Yoshii. A Plaenge registrou R$ 3,223 bilhões em receita e subiu para a 389ª posição. Já a A. Yoshii Engenharia saltou 74 postos, atingindo a 676ª colocação com receita de R$ 1,577 bilhão.
Avanços e desafios no setor industrial
A área de alimentos trouxe números expressivos por meio da Cacique, que subiu 98 posições no ranking nacional. A tradicional produtora de café solúvel alcançou o 532º lugar ao faturar R$ 2,142 bilhões, valor que representa uma alta expressiva de 32,1%. A expansão da empresa no mercado externo impulsionou o lucro líquido para R$ 19,7 milhões, registrando um impressionante crescimento de 120,9%.
No segmento químico voltado à proteção de cultivos agrícolas, a Adama aparece na 355ª colocação, após ter ocupado o 335º posto na edição anterior. A companhia obteve receita líquida de R$ 3,558 bilhões, anotando um ligeiro recuo de 2,7% decorrente das oscilações do agronegócio. Apesar do retração pontual, a corporação segue firme como uma das maiores forças industriais da região Norte do Paraná.
No setor de infraestrutura, a Conasa sustentou estabilidade no levantamento e obteve o 605º lugar. Com operações concentradas em saneamento e concessões rodoviárias, a marca gerou R$ 1,823 bilhão e registrou avanço de 7% em receita, embora tenha reportado prejuízo de R$ 261,8 milhões no período. Os dados oficiais consolidados pertencem à pesquisa realizada pelo