A cada Copa do Mundo, a tradicional febre dos álbuns de figurinhas volta a movimentar crianças, adolescentes e famílias em todo o país. Em 2026, com o torneio ampliado para 48 seleções e um álbum recorde de 980 cromos, o hobby também ficou mais caro, podendo ultrapassar milhares de reais até a conclusão completa da coleção.
A reportagem da Folha de Londrina mostra que, apesar de o custo inicial parecer acessível, o valor necessário para completar o álbum sem repetidas pode pesar no orçamento doméstico. Nesse cenário, pais e responsáveis acabam arcando com a maior parte dos gastos, enquanto grupos de troca e pontos de encontro surgem como alternativas importantes para reduzir despesas e manter a brincadeira ativa.
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Além do impacto financeiro, especialistas destacam que a prática também estimula a socialização, a convivência e até o aprendizado sobre consumo e organização. Para muitas famílias, o álbum se transforma em uma experiência compartilhada, marcada por negociações, trocas e interação entre crianças e adultos.
Mesmo com o peso no bolso, a tradição segue forte e impulsiona também o comércio durante o período da Copa. No fim, o desafio das famílias é equilibrar o entusiasmo da coleção com o planejamento financeiro, sem perder o caráter lúdico que acompanha o evento a cada quatro anos.
Confira a reportagem completa: