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O recapeamento da Avenida Arthur Thomas está sendo licitado; previsão é de pelo menos 15 dias para que obras sejam iniciadas - Arquivo/Folha de Londrina
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Trânsito de Londrina

Avenida Arthur Thomas tem pior condição de tráfego

Loriane Comeli - Redação Bonde
31 dez 1969 às 21:33
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O secretário municipal de Obras, Junker Grassioto, prometeu para a próxima semana o início do recapeamento asfáltico da Rua Sergipe, no centro de Londrina. As obras serão feitas com equipe e recursos da prefeitura, por meio do Pavilon, a exemplo do que ocorreu com a Benjamin Constant, rua paralela à Sergipe, que também estava extremamente danificada. Essas duas ruas, próximas ao Terminal Urbano, são rota obrigatória de ônibus do transporte coletivo.

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No entanto, apesar da necessidade de intervenções no centro, o secretário também ressaltou as péssimas condições de trafegabilidade na Avenida Arthur Thomas, que liga a Avenida Tiradentes à Rodovia Celso Garcia Cid. Com uma extensão de mais de dois quilômetros, a avenida tem inúmeros buracos que suprimiram completamente a sinalização horizontal – aquela pintada no asfaltos. Acidente e atropelamentos são comuns naquele local.

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"A Avenida Arthur Thomas é – talvez eu esteja até exagerando – mas ela é a pior avenida de Londrina em termos de condições de tráfego", declarou Junker Grassioto em entrevista à Rádio Paiquerê AM. "Isso faz com que seja uma das únicas prioridade de pavimentação".


A prefeitura licitou uma empresa para fazer o recapeamento da avenida, mas ainda não foi apurado o valor a ser investido e tampouco quando a licitação será finalizada. "Acho que em 15 dias, no máximo, a licitação deve ser concluída e a obra deve ser então iniciada", estimou Grassioto. Ele disse que mesmo com a mudança de governo – Barbosa Neto (PDT) toma posse em 1º de maio – a licitação será concluída. "O futuro secretário de Obras (Nelson Brandão) nos disse que concorda com as medidas que tomamos até agora e que dará continuidade a todos os projetos de recuperação asfáltica".

Ainda segundo o secretário Grassioto, Nelson Brandão também demonstrou interesse em reativar a usina de asfalto, mantida pelo Pavilon. Cerca de 50 funcionários estão lotados no setor e seriam necessários aproximadamente R$ 130 mil para reformar a usina e permitir seu funcionamento normal. "É uma equipe significativa que poderia ajudar muito a cidade em relação ao recapeamento das ruas".


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