Pesquisar

ANUNCIE

Sua marca no Bonde

Canais

Serviços

Monitoramento de tremores

Comissão da UEL quer manter sismógrafos em Londrina

Celso Felizardo - Equipe Folha
16 jun 2016 às 08:59

Compartilhar notícia

Celso Pacheco - Equipe Folha
siga o Bonde no Google News!

Pesquisadores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) pediram apoio político para manter uma central de sismógrafos permanente em Londrina. Ontem, uma comissão apresentou os resultados técnicos sobre os tremores ocorridos na cidade no final do ano passado e começo deste ano na Câmara de Vereadores. A intenção é que pelo menos um dos cinco sismógrafos emprestados pela Universidade de São Paulo (USP) fique definitivamente em Londrina.

De acordo com o geólogo José Paulo Pinese, a necessidade de aprofundar os conhecimentos sobre o subsolo da região e a proximidade com reservatórios na bacia do Rio Paranapanema justificam colocar Londrina na rede mundial de monitoramento. "Nos primeiros tremores, os abalos foram captados por sismógrafos distantes, o que não nos deu precisão para encontrar o epicentro do tremor", explicou. "Com a rede de sismógrafos aqui em Londrina, conseguimos diminuir a margem de erro do epicentro de quilômetros para apenas 200 metros."

Receba nossas notícias NO CELULAR

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.
Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.


Pinese informou que um investimento de cerca de R$ 15 mil poderia manter um sismógrafo funcionando na cidade. "Uma hora, inevitavelmente, os sismógrafos serão requisitados. Então, podemos trabalhar para manter ao menos um equipamento aqui", disse. O vereador José Roque Neto (PP) prometeu empenho. "Ficou claro que viabilizar uma rede de sismógrafos aqui é muito importante. Vamos debater o assunto para colocar isso como emenda no próximo orçamento", garantiu.

Cadastre-se em nossa newsletter

Pinese voltou a afirmar que os tremores foram gerados por causas naturais. O pesquisador definiu como preocupante as rachaduras nas casas no Jardim Califórnia (zona leste), mas frisou que nem todos os casos têm ligação com os tremores. "A população não entende que a chuva pode causar um colapso no solo", expôs. Os professores da UEL Fernando Fernandes, Carlos José Costa Branco e Gilberto Carbonari destacaram a importância da manutenção de áreas permeáveis nos quintais e espaços públicos para problemas como o transbordamento do Lago Igapó.


Últimas notícias

LONDRINA Previsão do Tempo

Portais

Anuncie

Outras empresas