A classificação do Haiti para a Copa do Mundo emocionou a haitiana Chaphley Kenscoff, de 29 anos, que mora em Londrina há seis anos. Prestes a acompanhar o duelo entre Brasil e Haiti, ela contou que nunca havia vivido a experiência de ver seu país disputar o torneio e descreveu a participação como um momento histórico para toda uma geração de haitianos.
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Apesar da admiração pela seleção brasileira e das semelhanças culturais que enxerga entre os dois países, Chaphley admite que, neste confronto, a torcida será pelo Haiti. Em entrevista, ela falou sobre o orgulho de ver a bandeira haitiana ganhar visibilidade internacional e relembrou a paixão do seu povo pelo futebol. Confira a reportagem completa na Folha de Londrina.
Leia a reportagem completa na Folha de Londrina: