Reunião realizada na tarde desta quinta-feira (2) entre representantes do Departamento de Estadas de Rodagem do Paraná (DER-PR), da construtora Sanches Tripoloni, do Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (Ceal) e o promotor Paulo Tavares delineou as diretrizes do termo de ajustamento de conduta (TAC) a ser firmado entre as partes envolvidas na duplicação da PR-445. O documento deveria ser assinado hoje, mas a proposição de algumas alterações provocou o adiamento da oficialização, que deverá ocorrer na semana que vem.
Mesmo assim, o teor do TAC foi revelado após a reunião: a construtora terá seis meses para realizar as adequações que poderão ser exigidas pela perícia independente que fará a vistoria dos pontos mais críticos da obra de duplicação da rodovia.
Diretor da Egel Engenharia - empresa curitibana contratada para realizar a perícia -, Eduardo Dell'Avanzi também participou do encontro e sugeriu que a avaliação comece pelo ponto que aparentemente apresenta menos problemas, a trincheira da avenida Guilherme de Almeida. Na sequência, seria analisado o viaduto sobre a Waldemar Spranger e, por fim, o elevado no encontro da PR-445 com a Dez de Dezembro. A empresa tem 60 dias para apresentar o laudo definitivo e vai receber R$ 291 mil pelo serviço.
Como o prazo para entrega da duplicação da rodovia venceu em maio passado, o DER-PR já estendeu a data limite para setembro. Uma nova prorrogação poderá ser feita caso a construtora precise utilizar os seis meses previstos no TAC para executar as eventuais alterações determinadas pela perícia.
Os dois lotes da Sanches Tripolini, que vão até as proximidades da Universidade Estadual de Londrina (UEL), custaram cerca de R$ 60 milhões.
(com informações da repórter Viviani Costa, da Folha de Londrina)