A janela de transferências para os clubes das Séries A, B e C do futebol brasileiro se encerra nesta sexta-feira (27), e o Londrina não deve fazer grandes movimentos no mercado. Embora o técnico Allan Aal tenha reforçado em diversas entrevistas a necessidade de reforços em vários setores, o clube mantém cautela e trabalha com poucas possibilidades de contratação.
Até agora, o único nome confirmado foi o do lateral-direito Weverton, vindo do CRB. Sua chegada, porém, não representa ganho de elenco, mas uma reposição direta para a saída de Maurício, que acertou com o Fortaleza. Weverton assinou contrato até o fim da Série B, enquanto Maurício, que havia renovado com o Londrina até 2028, fechou um vínculo de empréstimo de dois anos com o clube cearense. E, por ora, as movimentações param por aí.
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O Londrina já havia buscado reforços ainda durante o Campeonato Paranaense, e o mais recente a estrear foi Thalis, que atuou contra Manaus e Operário na Copa do Brasil e fez seu primeiro jogo na Série B diante do Novorizontino, sendo titular na vitória por 3 a 1 fora de casa. Outro nome aguardado é o do atacante uruguaio Emiliano Rodríguez, ex-Aldosivi, da Argentina, que está na cidade desde fevereiro e já teve sua situação regularizada no BID da CBF. Ele deve ganhar minutos nas próximas rodadas.
O clube monitora atletas em diferentes posições e chegou a avançar nas conversas com o atacante Toró, artilheiro da Série C pela Ponte Preta e que estava no Náutico. Porém, a Portuguesa, que disputa a Série D, ofereceu salário superior e contrato mais longo, de dois anos, e venceu a disputa, levando o jogador para o Canindé.
Apesar de ter interesse em contratar um meia e atacantes de velocidade neste último dia de janela, a diretoria alviceleste não trabalha sob pressão. Caso não feche com novos nomes, só poderá voltar ao mercado a partir de 20 de julho, quando reabre o período de inscrições.
KOZLINSKI NA CHAPE?
Enquanto busca reforços, o Londrina também tenta evitar baixas importantes. A saída mais recente foi a do lateral-direito Dani Bolt, que defendeu o clube no Paranaense e na Série C do ano passado. Em 2026, o jogador atuou emprestado pelo Linense na Série A2 do Campeonato Paulista, onde fez apenas quatro partidas, sempre saindo do banco de reservas, e acabou liberado pelo projeto.
Se a rescisão de Bolt não representa impacto técnico, o mesmo não se pode dizer do assédio a Kozlinski. O goleiro, um dos destaques da equipe na temporada, atraiu interesse de vários clubes. A Chapecoense, atualmente na Série A, é quem demonstrou maior disposição em contratá-lo, especialmente após negociar Léo Vieira, então titular na função, com o Bahia. Ainda assim, o assunto esfriou após o time catarinense fechar com o goleiro Matheus Aurélio, do Tombense. Outras equipes também já sondaram Kozlinski, de 34 anos, considerado peça-chave no elenco do Tubarão, mas a expectativa é pela permanência.