Londrina vive um debate que contrapõe duas necessidades urgentes: a construção de moradias para milhares de famílias em situação de vulnerabilidade e a preservação de áreas públicas usadas por comunidades como espaços de lazer e convivência. A discussão ganhou força com o PL 192/2026, que prevê a destinação de 18 terrenos municipais ao Minha Casa, Minha Vida e pode viabilizar até 2.218 unidades habitacionais.
Enquanto moradores do Flores do Campo (Zona Norte) defendem a aprovação do projeto como uma oportunidade de finalmente deixar uma ocupação marcada pela falta de infraestrutura, comunidades do Marajoara, Moradias Cabo Frio e Santa Rita 5 temem perder áreas verdes e espaços de convivência. Com a votação em segundo turno marcada para terça-feira (25), o debate coloca em lados diferentes a urgência por um teto e a necessidade de pensar o crescimento de Londrina no longo prazo.
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