Motoristas e cobradores do transporte coletivo de Londrina realizam assembléia até as 18h30 desta terça-feira (25) para decidir se aceitam proposta das empresas.
O impasse nas negociações com a TCGL e a Francovig resultou em uma greve de dois dias nos dias 10 e 11 de julho.
Em entrevista a Rádio Paiquerê o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Coletivos de Londrina (Sinttrol), João Batista da Silva, informou que as empresas ofereceram reajuste salarial de 4 para 4,5%, garantia da participação por resultado (PPR) por 30 meses e aumento do período de estabilidade dos cobradores de 24 para 36 meses. O maior impasse, contudo, de acordo com Silva, é a suspensão do trabalho dos cobradores a partir das 19 horas, de segunda a sábado, e durante todo o domingo e feriados - horários em que há menos movimento.
Antes da greve a categoria reinvidicava reajuste salarial de 6,5%, melhores condições de trabalho, como adequação da escala, lanche para os funcionários que trabalham de madrugada, e ainda uniformes gratuitos, passe livre e plano de sáude. Eles também não aceitam a proposta da empresa de operar algumas linhas sem cobradores.
A paralisação da categoria foi desmobilizada depois da liminar do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) que determinou a retomada de 30% do serviço nos horários normais e 50% no período de pico durante a greve.