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Escolas estaduais

Professores protestam em buzinaço contra a volta das aulas presenciais em Londrina

Micaela Orikasa e Vítor Ogawa - Grupo Folha
24 mai 2021 às 17:13
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Professores organizaram um buzinaço e colocaram cartazes e cruzes em frente ao NRE (Núcleo Regional de Educação) de Londrina, na zona oeste, em protesto contra a volta das aulas presenciais nas escolas estaduais. O retorno, no modelo híbrido (on-line e presencial), começou nesta segunda-feira (24) na região de Londrina, conforme orientações da Seed (Secretaria de Estado da Educação).

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Nelson Antônio da Silva, da diretoria da APP Sindicato Londrina, comentou que várias escolas decidiram pelo não retorno por não terem condições mínimas de segurança. Ele disse que o sindicato está fazendo um levantamento das escolas e alunos que voltaram às atividades nesta data. Já o NRE registrou pela manhã um total de 44 escolas que apresentaram protocolos de retorno em Londrina, sem citar também o número de alunos presentes.

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"Com base nas informações iniciais, creio que 20% das 70 escolas estaduais que temos em Londrina estão retornando às aulas presenciais, mas muitas estão se sentindo pressionadas para esse retorno. Em muitas escolas não há funcionários suficientes para dar todo o suporte aos alunos neste momento, os bebedouros não podem ser utilizados, os locais para higiene das mãos com água e sabão são só nos banheiros e muitas não têm o básico, que são máscaras para os alunos que precisarem", destacou Silva.


Ele diz que a maioria dos funcionários e professores da rede estadual de ensino ainda não foi vacinada contra Covid-19 e aqueles que estão nos grupos prioritários já atendidos ainda não completaram o esquema vacinal de duas doses. "A perda de profissionais da educação tem sido muito grande. Muitos estão morrendo com a doença e outros estão adoecendo. Estamos esgotados porque preparar aulas, transmiti-las e tirar as dúvidas dos alunos sobre o conteúdo é muito mais difícil estando à distância. Os professores querem voltar, mas com segurança", afirmou.

Leia mais na Folha de Londrina.


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