12/04/21
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Previdência municipal

Servidores municipais fazem ato contra a reforma da Caapsml em Londrina

Arquivo Folha
Arquivo Folha


Um grupo de servidores municipais de Londrina fará uma manifestação contra a proposta de reforma da Caapsml (Caixa de Assistência, Aposentadoria e Pensões dos Servidores Municipais de Londrina) na tarde desta terça-feira (8), em frente ao prédio da CML (Câmara Municipal de Vereadores). A escolha do local se deve à sessão designada para as 14h, na qual o projeto de lei nº 157/2020 deve ser votado.


Segundo consta do site do legislativo municipal, foram marcadas para esta tarde duas pautas em discussão única: a admissibilidade da tramitação do projeto de lei que institui a Reforma da Previdência Municipal e as alterações do plano de saúde dos servidores. Os dois projetos são de autoria de Marcelo Belinati (PP) e foram apresentados no mesmo dia, o segundo complementando disposições do primeiro. Ambos foram protocolados junto à Câmara no dia 30 de novembro, duas semanas depois do primeiro turno das eleições, que reconduziu o prefeito ao cargo por mais quatro anos.

Leia na FOLHA: Prefeitura de Londrina encaminha 'pacotaço' da previdência municipal

A íntegra de ambos os projetos pode ser acessada no site da CML, neste e neste links.

Embora exista unidade na discordância em relação ao projeto, a direção do Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Londrina) e a sua base não adotam a mesma forma de enfrentamento. Por tais motivos, a manifestação marcada para esta tarde não conta com a adesão do órgão representativo.

"O sindicato entende que o direito à manifestação é garantido pela Constituição Federal, mas estamos em outro momento, de negociações", esclarece Marcelo Urbaneja, presidente do Sindserv. Segundo ele, o órgão acredita na necessidade de reforma, mas é contra o projeto na forma como ele foi colocado. "Em uma semana [desde a data do protocolo do projeto até a votação marcada para esta terça] isso não pode ser discutido com os 14mil servidores que fazem parte do município", aponta Urbaneja, arrematando que "o projeto, hoje, só sai da conta do servidor".

De acordo com um dos membros, que preferiu não se identificar, da Comissão Contra a Reforma da Caapsml, responsável pelo ato marcado para esta tarde, a manifestação é um pedido, sobretudo, por diálogo. "O que a gente quer é que haja uma conversa com o servidor, porque da forma como está, vai retirar os nossos direitos. Para que esse projeto fosse aprovado, era necessário que houvesse antecedência de pelo menos 90 dias". Como informado por este servidor, o ato não é um chamado para paralisações e nem para que as pessoas façam aglomerações físicas.

Membros desse grupo teriam tentado participar de uma reunião extraordinária entre os vereadores nesta manhã, mas teriam sido removidos do ambiente virtual. "Estamos todos perdendo", pondera o servidor.

*Sob supervisão de Larissa Ayumi Sato.
Isabella Alonso Panho* - estagiária
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