Pesquisar

Canais

Serviços

Sérgio Ranali/Arquivo Folha
Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade
O ano da vacina

Londrinenses avaliam 2021 e esperam dias melhores em 2022

Daniel Muniz/Especial para a Folha de Londrina
30 dez 2021 às 09:05
Continua depois da publicidade

Pode se dizer que 2021 gerou um misto de emoções para os londrinenses. Ainda marcado pela pandemia da Covid-19 que começou em 2020, muitas pessoas perderam a vida para a doença, mas foi em janeiro deste ano que a campanha de vacinação contra o vírus começou na cidade, trazendo de volta um pouco da normalidade do cotidiano e perspectivas positivas para o próximo ano.

Continua depois da publicidade
PUBLICIDADE


No primeiro dia de 2021, Londrina tinha registrado 21.951 casos de Covid-19 e 438 mortes. Atualmente, de acordo com o boletim publicado na terça-feira (28), os números chegaram a 89.137 casos confirmados e 2.323 mortes em decorrência da doença. 

Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade


Em contrapartida, a cidade já aplicou 965.308 doses da vacina contra a Covid-19.


“2021 ainda foi um período de adaptação. A pandemia já não era novidade, então o comércio e a população souberam se adequar à nova realidade”, opinou Lucas Antonio, estudante de direito de 20 anos. “Também foi um ano de superação e a vacina nos trouxe esperança para um 2022 melhor”, completou.


Gabriela Torres, estudante de pedagogia, disse que essa adaptação não foi fácil, mas o balanço do ano foi positivo. “Foi difícil se adequar às aulas a distância na faculdade e não ter contato com colegas e professores, mas também foi um aprendizado.

Continua depois da publicidade


"Então, mesmo com todas dificuldades a avaliação é positiva”, pontuou ainda a jovem de 22 anos que tem esperanças de dias mais “normais” no próximo ano com o avanço da vacinação.


Para Fernando Luiz da Cunha, empresário de 38 anos, 2021 foi desafiador. “Nós tivemos que nos reinventar e buscar alternativas diante o cenário da pandemia. Foi um ano em que perdemos muitas vidas e passamos a dar mais valor à família”, afirmou.


Na Folha de Londrina, veja mais análises sobre o ano.

Continue lendo