A presença confirmada do médico neurologista e doutor em Ciências Médicas, Clay Brites, no 1º Primeiro Congresso Nacional da Faculdade CEAM com o tema: ”Transtorno do Desenvolvimento: Um olhar multidisciplinar para o desenvolvimento”, era um dos atrativos para profissionais de saúde e educação, agendado para os dias 27 e 28 de maio, no Recife (PE).
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Esse era um dos compromissos da agenda do médico que faleceu neste sábado (11) em Londrina, vítima de mal súbito, aos 49 anos.
Desde o anúncio da confirmação da morte pela família, são inúmeras as manifestações de pesar, assim como o respeito pelo médico, referência no diagnóstico e abordagem terapêutica de TDAH, TOD e autismo e nomenclaturas associadas ao transtorno intelectual.
Profissionais da saúde, educação, colegas da área, amigos e familiares de pacientes expuseram o sentimento de perda, mas também o reconhecimento pelo trabalho e dedicação de Brites, pois sua sensibilidade em lidar com os pacientes e seus familiares era diferenciada.
Consultas sem pressa, didáticas e com a missão do melhor atendimento eram qualidades do médico. Mãe atípica de uma criança de 11 anos com deficiência, Juliana Flores mora em Londrina e lamenta a perda precoce do médico.
"Sempre que me pediam uma indicação médica nessa área, eu pensava no Clay porque ele tinha muita experiência e o seu trabalho junto com sua esposa no Instituto Saber era reconhecido nacional e internacionalmente", comenta.
Flores pontua que nessa área, como em muitas da saúde, o fator tempo no tratamento é determinante.
"Sabemos que transtornos como o espectro de autismo, autismo, transtorno opositor desafiador e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade exigem muito estudo e, além da habilidade em realizar um diagnóstico preciso, ele tornou-se uma grande referência na área da abordagem terapêutica e na estimulação de uma terapia precoce".
Leia a reportagem completa na FOLHA DE LONDRINA: