O município de Amsterdã apresentou nesta quarta-feira (25) um plano de dois anos, com verba de meio milhão de euros, para apoiar as quase 8.000 prostitutas e garotos de programa contra as redes criminosas, além de ajudar aqueles que desejam mudar de profissão. "Queremos dar transparência a este ramo", disse a secretária municipal de Saúde e Assuntos Sociais, Marijke Vos.
Com verba de 475.000 euros até 2010, o plano inclui uma campanha informativa sobre os direitos e deveres da categoria, um reforço do acesso aos serviços médicos e psicológicos, além de cursos de holandês.
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"É importante melhorar a situação do trabalhador sexual (...) para que eles e elas tenham liberdade de escolha e corram menos risco de ser controlados por traficantes de seres humanos". "É muito importante reforçar o conhecimento deles sobre o direito trabalhista e ajudá-los a mudar de rumo, se este for o desejo", acrescentou.
O programa inclui vários serviços
O programa inclui vários serviços municipais e nacionais, como a inspeção do trabalho, o fisco, a polícia e serviços de saúde.
A medida é uma tentativa da capital holandesa de combater a criminalidade, que começou com o fechamento de várias lojas de prostituição no bairro Vermelho que eram controladas por criminosos.
"Não se trata de fechar o Wallen (nome do bairro Vermelho), e sim de aumentar o nível do bairro, assim como dos restaurantes e bordéis", disse a secretária.
A Associação de Defesa das Prostitutas saudou a iniciativa municipal.